Bush lança videoclipe de "Baby Come Home"; assista
Katy Freitas
Redação TDM
A banda Bush divulgou hoje, 10, seu mais novo videoclipe “Baby Come Home”. O vídeo foi gravado no dia 15 de janeiro e contou com a direção de Todd Stefani, que já havia trabalhado com a banda no videoclipe de “Landslide”.
"Baby Come Home" está no novo álbum de estúdio do Bush, “The Sea Of Memories", lançado em setembro de 2011. O CD foi produzido por Bob Rock e é o primeiro trabalho da banda em 10 anos.
A banda traz dois novos integrantes em sua formação: o baixista Corey Britz e o guitarrista Chris Traynor entram no lugar de Dave Parsons e Nigel Pulsford.
Assista ao videoclipe abaixo:
Nick Cave anuncia fim do Grinderman
Nick Cave anunciou que o seu projeto Grinderman acabou. A divulgação foi feita pelo próprio Cave durante o show da banda no Meredith Music Festival, que aconteceu no último sábado na Austrália.
“É o fim do Grinderman. Acabou. Até daqui a dez anos quando estivermos todos mais velhos e ainda mais feios”, disse o músico ao público, antes de abandonar o palco.
O Grinderman é um projeto de Cave em colaboração com os integrantes do Bad Seeds, Warren Ellis, Martyn Casey e Jim Sclavunos. Lançaram dois álbuns, “Grinderman” em 2007 e “Grinderman 2” em 2010. A banda esteve em Portugal na edição deste ano do Optimus Alive.
Metallica tocará "Black Album" na íntegra em festival britânico
Katy Freitas
Redação TDM
O Metallica anunciou que tocará o disco “Black Album” na íntegra, em sua participação no elenco da décima edição do Download Festival em Donington Park, Inglaterra. O show acontecerá no sábado, dia 9 de Junho de 2012, com uma apresentação única para o Reino Unido de seu álbum mais vendido.
Será a oitava vez que o Metallica tocará em Donington durante sua carreira de três décadas, tocando tanto no “Monsters of Rock” como no “Download”.
“Seis anos é tempo demais para estar afastado do solo sagrado de Donington Park”, diz o baterista Lars Ulrich. “Nós estamos muito mais que animados e nos sentimos privilegiados por voltar mais essa vez para sorver a energia e a vibração do mais lendário local de festivais.”
“Eu estou absolutamente maravilhado pelo Metallica tocar o Black Album no décimo aniversário do Download”, diz Andy Copping, Vice-Presidente de Promoções da Live Nation.
“O disco figura como um dos maiores de todos os tempos, todo mundo conhece as faixas. O festival de Download percorreu um longo caminho desde que começamos em 2003 e ter o Metallica de volta para nos ajudar a celebrar esse marco é simplesmente fantástico.”
Os ingressos para o Download Festival que rola de 08 a 10 de junho em Donington Park, na Inglaterra, começam a ser vendidos no dia 18 de Novembro no site www.downloadfestival.co.uk.
RIO DE JANEIRO - Criticar é fácil. Difícil é ser criticado. Pois bem, este escriba está preparado para ouvir as cornetadas dos leitores, pois sabe que dificilmente vai acertar em todas as suas escolhas para os piores shows do Rock in Rio 4.
Por isso, queremos também saber a sua opinião. Entre em nosso Facebook e deixe seu comentário.
Fernando Schlaepfer/Grudaemmim
10. Janelle Monáe
Foi um show tecnicamente ruim? Não. Mas então por que Janelle Monáe está na lista dos piores shows do Rock in Rio. Simples: após as apresentações em janeiro, quando abriu para Amy Winehouse, criou-se uma expectativa enorme pela performance dela na Cidade do Rock. Porém, o que se viu foi uma exata repetição do que aconteceu menos de nove meses atrás. Poderia ter tido o cuidado de mudar alguma coisa, né?
Único expoente genuinamente do rock and roll na noite em que se apresentou, Lenny Kravitz deixou no público a sensação que o pop de Shakira e o axé de Ivete Sangalo são mais legais. Pois ele fez um show sonolento, onde apostou em músicas com solos intermináveis de teclado e dos metais. Foi quase de dormir...
São duas das bandas mais importantes da história da música brasileira. Isso ninguém discute. Mas o combinado Paralamas e Titãs foi bem chatinho, com direito a Milton Nascimento "assassinando" "Love Of My Life", do Queen, em uma suposta homenagem aos 26 anos do festival. Péssima escolha para a abertura do Rock in Rio.
Outra "homenagem" para esquecer. A Legião Urbana também tem seu papel na história da música, mas não precisava ocupar o palco Mundo. Ainda mais em um dia em que Joss Stone foi jogada para o Sunset. Enfim, apresentação com convidados, como Dinho Ouro Preto e Rogério Flausino, além dos acordes da Orquestra Sinfônica Brasileira. E o pior: ainda repetiram uma música, "Será". Em um setlist de oito músicas.
Bacana a integração entre os países e os estilos no Rock in Rio. Nada contra o México. Mas colocar o Maná no palco Mundo foi de um exagero sem tamanho. Tudo bem que os Medinas querem levar o festival para lá, mas submeter o público brasileiro a um show sonolento e sem graça foi um castigo grande.
De verdade, nada tenho contra ter outros estilos musicais em um festival chamado Rock in Rio. Pois desde 1985 é assim. O erro é o evento ter rock no nome. Mas isso é outra história. Claudia Leitte, uma das rainhas do axé, estar no palco Mundo não me espanta. O que é estranho é alguém que vende milhões de discos e tem milhares de fãs tentar se transformar em 1h de show em algo que não é. Nada mais anti rock and roll.
Olha, não foi o pior show do Rock in Rio. Mas foi o que deu mais sono, com toda a certeza. É o típico caso de banda que no estúdio consegue fazer um trabalho bacana, mas que ao vivo decepciona. Não à toa ganhou o apelido de Slow Patrol, em alusão a falta de velocidade no som do grupo. Fraquinho, fraquinho...
Showzinho bem do previsível esse da ex-namorada do Chris Brown. Muita pirotecnia no palco e uma cantora que parecia estar um pouco, digamos, "altinha". Não mostrou muita simpatia com seus fãs, talvez até por um esgotamento físico, já que vinha de duas semanas de apresentações pelo Brasil. Muito abaixo do esperado.
O único atenuante que podemos falar sobre o Glória é que tocar no dia do metal é muito complicado. Pois esses fãs são xiitas, fanáticos aos extremo e dificilmente conseguem aceitar novidades. O passado emo da banda paulista prejudicou ainda mais a relação com o público. Mesmo assim, eles fizeram uma apresentação muito ruim, especialmente quanto tocaram seu próprio repertório.
A prova cabal que os Estados Unidos produz muita porcaria no cenário musical. Ke$ha, no estúdio, até que dá pra engolir, com seus hits pegajosos de academia. Mas ao vivo é um desastre. Tentou uma pose de rockstar, quebrando guitarras, bebendo sangue de mentirinha, mas não passou de uma fanfarrona desafinada. Sem contar o uso do playback, prática que deveria ser abolida por enganar o consumidor. Esta não merecia nem o Palco Sunset...
Red Hot Chili Peppers comenta sobre músico brasileiro, Mauro Refosco
Katy Freitas
Redação TDM
O Red Hot Chlli Peppers, que agora conta com Josh Klinghoffer, velho conhecido da banda, na guitarra, comentou a participação a participação do músico brasileiro, Mauro Refosco.
O percussionista, que já tocou com David Byrne, ex-Talking Heads e com Thom Yorke, do Radiohead, colaborou no mais recente álbum da banda, “I’m With You”. “Nesse CD, ele é o quinto integrante da banda”, revela Kiedis em entrevista ao Fantástico na noite de ontem, 29. “A batida dele é incrível”, elogia Klinghoffer.
O Red Hot Chili Peppers é uma das principais atrações do dia 24 de setembro no Rock In Rio 2011, e antes faz uma apresentação em São Paulo. O grupo tocou na última edição do festival há nove anos: “Cara, parece que foi ontem. É sério! Quando você disse que foi em 2002, eu não acreditei”, disse Kiedis.
Kiedis conta que tem boas lembranças da última visita. “Algumas lembranças são muito pessoais. Lembro de ter me impressionado com as cores e com a energia que rola no ar do Rio de Janeiro”.
Confira o serviço do show:
21/09/2011 - São Paulo/SP Arena Anhembi - Av. Olavo Fontoura, S/N
Horário: 21h30
Ingressos: R$ 200, 00 (Pista) e R$ 500,00 (Pista Premium)
Vendas online: www.livepass.com.br Classificação etária: 14 anos
MS Metal News - 7 notas para publicação - Age of Artemis, Almah, Sepultura, Mordeth, Behavior, Iluminato e Kiko Loureiro
Agradeço desde já a atenção cedida pelos colegas...
TODAS AS IMAGENS REFERENTES ÀS NOTAS SE ENCONTRAM NO SITE OFICIAL DA MS METAL PRESS, NA PÁGINA PRINCIPAL.
ALMAH: confirmada data de lançamento do track list do novo álbum
O track list do álbum “Motion”, novo trabalho de estúdio da banda paulista ALMAH, será disponibilizado oficialmente no site do grupo, na zero hora do dia 11 de agosto, madrugada de quarta para quinta-feira.
“Motion”, sucessor do aclamado “Fragile Equality”, já se encontra finalizado e contou com a produção da dupla composta por Edu Falaschi e Felipe Andreoli. "Estamos chegando perto do lançamento de ‘Motion’. Estamos tão ansiosos quanto os fãs que nos acompanham, portanto, estaremos divulgando no dia 11 de agosto o nome das músicas do novo álbum, mas até o lançamento disponibilizaremos muitas outras novidades a respeito dessa nova fase do ALMAH", declarou o vocalista e produtor Edu Falaschi.
“Motion” será simultaneamente lançado, no segundo semestre do corrente ano, pela AFM Records na Europa e América do Norte, Laser Company no Brasil e Victor JVC no Japão.
Em paralelo, a banda ALMAH iniciou o processo de agendamento das datas que irão compor a turnê em suporte ao seu novo álbum, “Motion”. Para mais informações de como ter um show do grupo em sua cidade, basta contactar a agência Base2 no telefone 11 3673-2758 ou no emailshows@base2producoes.com.br.
AGE OF ARTEMIS: confira vídeos dos primeiros shows da banda
A banda brasiliense AGE OF ARTEMIS, que está prestes a lançar o álbum “Overcoming Limits” no Brasil via MS Metal Records, disponibilizou em seu canal oficial no YouTube alguns vídeos das suas primeiras aparições ao vivo.
O grupo começou a fase de shows de aquecimento para a sua primeira turnê nacional, com datas em alguns dos principais festivais do país. “Fiquei impressionado e muito feliz com todos os shows que realizamos até o presente momento. O festival Forcaos foi muito especial para mim porque fazia alguns anos que não tocava em Fortaleza, e pude constatar que o público continua firme! Apesar do fato de ainda não termos lançado o álbum ‘Ovecoming Limits’, o show foi bem dinâmico e o público que compareceu ao anfiteatro Dragão do Mar participou bastante. Foi uma noite maravilhosa para todos nós. Estamos ansiosos para fazer mais shows pelo Brasil e agradecemos desde já a todos os presentes e aos organizadores de todos os eventos que participamos”, do Giovanni Sena
Para conferir alguns vídeos dos shows realizados pela AGE OF ARTEMIS, basta clicar nos links abaixo:
Em paralelo, a AGE OF ARTEMIS iniciou o processo de agendamento das datas que irão compor a turnê em suporte ao seu debut álbum, “Overcoming Limits”. Para mais informações de como ter um show do grupo em sua cidade, basta contactar a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
BEHAVIOR: guitarrista lança seu perfil no Facebook
O guitarrista da banda BEHAVIOR, Dan Loureiro (Confiteor), lançou recentemente o seu perfil oficial no Facebook.
Esse mais novo canal de Dan Loureiro tem como objetivo manter um contato mais dinâmico com seu público, além de ser um espaço onde serão disponibilizados temas sobre suas atividades, projetos paralelos dentro e fora do mercado musical, promoções e muito mais.
A BEHAVIOR continua montando sua agenda para shows para a próxima turnê em suporte ao seu vindouro debut álbum, "The Awakening Of Madness". Para mais informações de como ter um dos principais representantes do Death Metal nacional em sua cidade, basta enviar um e-mail para contato@msmetalpress.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
ILUMINATO: grupo lança seu perfil oficial no Twitter
A banda carioca de ILUMINATO, que está prestes a lançar no mercado nacional o seu debut álbum “Reflections of Humanity”, acabou de lançar oficialmente o seu perfil no Twitter.
O mais novo canal gerado pelo grupo tem como objetivo manter uma maior conectividade com seu público, além de disponibilizar em primeira mão todas as notícias sobre a produção do supracitado material, shows, projetos paralelos dos seus músicos e muito mais.
O primeiro álbum da banda ILUMINATO, “Reflections of Humanity”, será lançado no Brasil ainda no primeiro semestre do corrente ano pela MS Metal Records, e contará com a distribuição de uma das principais gravadoras do Rock/Metal atuantes no país, a Voice Music.
Para mais informações sobre a banda ILUMINATO, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mailcontato@msmetalpress.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
A banda paulista MORDETH lançou recentemente seu perfil oficial no ReverbNation. Nele, os fãs poderão ter maior contato com o grupo, além de se informarem em primeira mão sobre todos os temas relacionados à sua carreira.
O ReverbNation é um site, lançado originalmente em 2006, que incide sobre a indústria da música independente. Seu objetivo é fornecer um local central para músicos, produtores e estabelecimentos comerciais promovendo um alto grau de interação entre os seus usuários.
O novo EP do MORDETH, “Robotic Dreams”, foi lançado na Nova Zelândia através dos selos Satanica Records e Fall Of Eden Records, além do Egito via Set Productions. Para mais informações de como adquirir o supracitado lançamento, basta enviar um e-mail para contato@msmetalpress.comEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
SEPULTURA: Andreas Kisser fala sobre turnê européia e Anthrax
O guitarrista do SEPULTURA, Andreas Kisser, soltou um depoimento relatando o atual momento do grupo em sua turnê na Europa, além de revelar as datas que fará parte do line up do Anthrax, em substituição a Scott Ian na Big Four Tour.
Segue abaixo o depoimento de Andreas Kisser na íntegra:
“Olá a todos...
Passamos pela Inglaterra e o disco novo está dando um impacto muito positivo. Os fãs já conhecem as músicas novas e os shows estão realmente animais! Em julho, o SEPULTURA teve um ‘break’ porque me juntei ao Anthrax para tocar com eles por duas semanas, de 02 de julho a 16 de julho, para depois voltar com a turnê de ‘Kairos’ até o final de agosto. Nessa parte da tour, tocamos pela primeira vez no maior festival de Metal do mundo, o Wacken Open Air, em um show matador.”
Andreas Kisser
O novo álbum da banda SEPULTURA, “Kairos”, teve o seu lançamento confirmado no Brasil no último dia 17 de junho, através da Laser Company. O material foi lançado no formato digipack e conta com um DVD de bônus que contém um extenso making of registrado durante o processo de produção do supracitado álbum.
Para adquirir uma cópia de “Kairos”, o novo álbum do SEPULTURA, basta acessar o site da Laser Company através do link ao lado: Laser Company Loja
Em paralelo, a banda SEPULTURA continua agendando sua nova turnê mundial em suporte ao seu décimo álbum de estúdio, “Kairos”. Para mais informações de como ter um show do grupo em sua cidade, basta contactar a agência Base2 no telefone +55 11 3673-2758 ou no emailshows@base2producoes.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
KIKO LOUREIRO: confirmado no Tagima Dream Team 2011
O guitarrista KIKO LOUREIRO (Angra, Neural Code) foi confirmado como uma das atrações do Tagima Dream Team 2011, que reúne anualmente alguns dos melhores representantes do instrumento do Brasil.
O evento acontecerá na cidade de São Paulo, na casa de shows Moinho, no próximo dia 20 de setembro, e contará também com outros nomes de peso do cenário nacional da música instrumental: Edu Ardanuy, Maranhão Junior, Marcinho Eiras, Ricardo Soares, Juninho Betim, Juninho Afram, Nelson da Hora, Leo Dressel, entre outros.
Serviço:
Kiko Loureiro - Tagima Dream Team 2011
Horário: 09h00
Local: Moinho
Data: 20/09 (terça-feira)
Endereço: Rua Borges Figueiredo, 510, Móoca
Cidade: São Paulo/SP
Ingressos: 2Kg de alimentos não perecíveis
Informações: (11) 2915-8900
Em paralelo, KIKO LOUREIRO em breve retornará ao Brasil para dar continuidade a turnê mundial ao lado do Angra, em suporte ao seu sétimo álbum de estúdio, “Aqua". Para mais informações de como ter um show do grupo em sua cidade, basta contactar a agência Base2 no telefone +55 11 3673-2758 ou no emailshows@base2producoes.com.br
15º ROCKGOL CAMPEONATO TERMINA SUAS GRAVAÇÕES NO MORRO DOS PRAZERES - RIO DE JANEIRO
A divertida disputa de futebol entre músicos, da MTV Brasil
Em um dos cenários mais bonitos do mundo foi gravado entre os dias 13 e 16 de junho o Rockgol Campeonato, da MTV Brasil, na UPP Morro dos Prazeres, no Complexo de Sta. Teresa – Rio de Janeiro.
A divertidíssima disputa de futebol entre músicos, reuniu os integrantes de bandas como Skank, Cidade Negra, CPM22, Fresno, Restart, NX Zero e ainda contou com a participação de Kiko Zambianchi, Marcelo D2, Dado Villalobos, entre outros.
Entre caneladas, joelhadas, “belas defesas” e muitos gols, o campeonato que contou com mais de 80 músicos recebeu a narração do impagável Marcelo Adnet, os comentários bem humorados de Edu Elias, reportagens de campo com o divertido Paulo Tiefenthaler e comentários técnicos de ninguém menos do que Tatá Werneck, Paulinho Serra e Rafael Queiroga, logo, um time de especialistas na área.
A MTV Brasil, numa iniciativa social, em parceria com a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, reformou e revitalizou totalmente o campo já existente no local, com instalação de gramado sintético, padrão FIFA, paisagismo feito em todo o entorno do espaço, instalação de um playground para as crianças do Morro dos Prazeres se divertirem, vestiários novos e rede elétrica, à comunidade. Mais do que um incentivo, o projeto gerou emprego à comunidade com a contratação de cerca de 50 moradores, para a obra.
Serviço
Gravações: de 13 a 16 de junho
Exibição na MTV Brasil:
Período: de 25 de junho a 13 de agosto – Sábados e Domingos, 19h
Duração: 45 min
Reprises: segunda e quarta às 15h15/ quinta, às 9h e 9h45/ sexta, às 20h e 20h45
Classificação Indicativa: 10 anos
Sobre a MTV:
A MTV Brasil é uma TV aberta, do grupo Abril, com transmissão em UHF. É considerada a maior emissora de TV jovem do país.
Inaugurada em 1990, atualmente atinge 32 milhões de domicílios, sendo 5,5 milhões de jovens de 12 a 34 anos, das classes AB em todo o país, mensalmente, segundo o IBOPE.
A linguagem arrojada, a irreverência e as principais novidades de música, comportamento, variedades e tendências fazem com que a MTV seja reconhecida por lançar e consolidar modas e valores.
MTV 2011 – Música, Música, Música, Humor, Informação e Esporte
07-06-11 The Inner Journey! Esse será o título do álbum de estréia do IMAGERY, power trio progressivo da cidade de Londrina, no Paraná.
Segundo Joceir Bertoni, vocalista e guitarrista, o título não só reflete o conteúdo introspectivo das letras, mas também todo a filosofia de trabalho do IMAGERY. "Somos uma banda que não se preocupa muito com estilo, segmento, mercado ou reconhecimento. Fazemos música para nossa própria satisfação, é tudo feito com verdade, com coração, é tudo muito pessoal. Não haveria um título mais apropriado do que esse", declarou.
The Inner Journey está sendo gravado no estúdio PlayRecPause em Londrina sob produção de Júlio Anizelli. É possível acompanhar todas as etapas das gravações no 'studio report' disponibilizado no canal oficial da banda no Youtube www.youtube.com/imageryprog
A previsão é que The Inner Journey chegue às lojas em Outubro.
O então baterista do Soundgarden, Matt Cameron, lembra ter ouvido pela primeira vez o álbum de estreia do Pearl Jam, "Ten" (1991), quando o vocalista Eddie Vedder levou uma prévia do material gravado para o estúdio, em Seattle, onde o Soundgarden estava trabalhando. "Eddie nos trouxe algumas mixagens de 'Even Flow' e duas outras canções, e dava para ver que ele estava superorgulhoso delas", diz Cameron, que se juntou ao Pearl Jam em 2010. "Parecia algo que poderia fazer sucesso", ele lembra. E fez. E continua fazendo.
Ao celebrarem o 20º aniversário da banda, os integrantes do Pearl Jam estão olhando para trás como a banda que é um dos maiores ícones do rock. O quinteto vendeu mais de 60 milhões de álbuns em todo o mundo e estabeleceu frequência duradoura nas rádios, com canções como "Alive" (1991), "Jeremy" (1992), "Black" (1993), "Daughter" (1993), "Corduroy" (1995) e "Better Man" (1995).
Pearl Jam - "Jeremy"
Mais do que feitos mensuráveis, o sucesso comercial do Pearl Jam ajudou a abrir a porta para o rock alternativo em Seattle, seu lar, e em outros lugares. O grupo também foi pioneiro na interação real com seus fãs, pré-redes sociais, por meio de seu Ten Club, e travou uma batalha altamente noticiada --que que acabou perdendo-- com a Ticketmaster por causa dos preços dos ingressos nos anos 90.
"Acho que o sucesso de vendas nos deu poder para mexer um pouco com o sistema e fazer as coisas do modo como queríamos", diz o baixista Jeff Ament. "Quanto mais poder tínhamos, mais queríamos fazer as coisas de modo diferente e quebrar o molde", ele conta
"Somos meio rebeldes. Brigamos muito, de modo positivo. Estávamos sempre prontos a fazer alguma coisa, mesmo sem sabermos ao certo o que era. As pessoas da indústria achavam na época que éramos malucos, porque não era daquela forma que elas conduziam seus negócios. Mas sentimos que nossa força, no aspecto dos negócios, era mudar os modelos de negócios da mesma forma que estávamos mudando musical e criativamente", Ament teoriza.
O 20º aniversário do Pearl Jam encontra Ament, Cameron, Vedder e os guitarristas Stone Gossard e Mike McCready olhando tanto para o passado quanto para o futuro. Em março, o grupo relançou edições expandidas de seu segundo e terceiro álbuns, "Vs." (1993) e "Vitalogy" (1994). Um álbum ao vivo não lançado, gravado em Boston em 1994, acompanhou os dois relançamentos.
O Pearl Jam também planeja realizar um concerto de aniversário ao estilo festival, provavelmente no final do ano, enquanto o diretor de cinema e roteirista Cameron Crowe, um velho amigo da banda, planeja lançar um documentário intitulado "Pearl Jam Twenty", em setembro. Com tudo isso, e apesar do fato de seus integrantes também estarem ocupados com outros projetos, o grupo está começando a trabalhar em seu próximo álbum.
Pearl Jam - "The Fixer"
Foco: se tornar uma banda melhor
Em 1990, Ament e Gossard eram veteranos do Green River, que se separou em 1987, quando então os dois formaram o Mother Love Bone. O cantor do grupo, Andrew Wood, morreu de overdose de heroína em 1990, e Ament e Gossard começaram a compor músicas novas. Com a ajuda de Cameron e outros, eles gravaram uma fita demo com cinco canções que chegou até Vedder, que morava em San Diego.
Vedder escreveu algumas letras e melodias para as versões nascentes de "Alive", "Once" (1991) e "Footsteps" (1992), e viajou para Seattle para um teste. Conhecido originalmente como Mookie Blaylock, inspirado em um astro da NBA, o Pearl Jam começou a gravar "Ten" com Dave Krusen, o primeiro dos cinco bateristas que passariam por suas fileiras, e McCready, que tocou no grupo Shadow de Seattle.
"O principal era que queríamos ir além", diz Ament. "Olhávamos para bandas como Beatles, Zeppelin e outras. Elas expandiram seus limites. Então, desde o início, nós queríamos estar em uma banda em que pudéssemos por os pés em muitos estilos e dinâmicas diferentes".
"Ten", uma referência ao número da camisa de Blaylock, estava repleto de rock pesado que encontrou imediatamente um público. Ele vendeu mais de 13 milhões de cópias, enquanto "Alive", "Even Flow" e "Jeremy" fizeram sucesso nas principais paradas norte-americanas.
Seu sucesso imediato pegou os integrantes da banda de surpresa, após se arrastarem por uma década com outras bandas. "Foi um processo de crescimento", admite Ament. "Queríamos apenas sair, tocar e ser uma banda de turnê, nos tornar melhores músicos e melhores compositores. Achávamos que, se vendêssemos 50 mil ou 60 mil álbuns, isso nos permitiria fazer isso e gravar outro álbum. Na época, o foco era apenas nos tornarmos uma banda melhor".
Ament lembra que, um ano antes de gravar "Ten", a banda ainda tocava para duzentas pessoas no bar local. "Então sairmos dali a sermos convidados pelos Rolling Stones para abrirmos para eles e a Neil Young nos convidar para sermos sua banda, foi uma viagem. Esse estouro foi difícil para nossos estilos de vida".
Foi um momento incrível e uma época bastante intensa, porque havia pressão para que o sucessor de 'Ten' fosse igualmente forte. Isso aumentou ainda mais a intensidade, mas sabíamos que seria melhor
Jeff Ament sobre "Vs."
O Pearl Jam também enfrentou certa reação negativa em Seattle, onde integrantes menos bem-sucedidos da comunidade musical --e mesmo vanguardistas como Kurt Cobain do Nirvana-- atacaram a banda como sendo vendidos. Mas a maioria dessas diferenças foi resolvida e Cobain até mesmo falava de uma turnê Nirvana-Pearl Jam quando cometeu suicídio em 1994.
Ápice da criação
A banda abordou "Vs." sentindo que tinha algo a provar, diz Ament, mas confiante de que era capaz. "Ocorreu muito crescimento durante aquela época", ele recorda. "Sempre que entrávamos na sala acontecia algo. Stone vinha com um riff ou outra coisa, e duas horas depois tínhamos uma canção monstro".
Ament lembra de que nenhum deles estavam casado e poucos tinham namorada, então estar na banda e fazer música era quase 100% o foco dos músicos. "Foi um momento incrível e uma época bastante intensa, porque havia pressão para que o sucessor de 'Ten' fosse igualmente forte. Isso aumentou ainda mais a intensidade, mas sabíamos que seria melhor".
"Vs." foi o primeiro dos três álbuns do Pearl Jam a estrear em 1º lugar na principal parada dos EUA, com o então recorde de vendas na primeira semana de mais de 950 mil cópias. O álbum obteve quatro indicações ao Grammy. "Vitalogy" foi outro sucesso multiplatinado que levou ao único Grammy do Pearl Jam até o momento, o de melhor interpretação de hard rock para "Spin the Black Circle". Mas Ament diz que ele foi notadamente diferente do que seus antecessores.
"Gravamos quase todo o álbum enquanto estávamos em turnê", ele recorda. "Minha lembrança era que havia uma sensação real de que ele não parecia muito coeso. Ainda é um álbum estranho de se ouvir, mas acho que tem algumas das melhores faixas individuais que já gravamos", diz.
Pearl Jam - "Got Some" (Conan O'Brien)
Futuro do Pearl Jam
As coisas acalmaram para o Pearl Jam desde meados dos anos 90, quando a banda parecia virtualmente em guerra com a indústria musical. Após deixar o mundo das grandes gravadoras e lançar seu próprio selo Monkeywrench, a banda pareceu abrandar em relação à indústria. Suas vendas de álbuns caíram um pouco, apesar de seus últimos quatro lançamentos terem recebido disco de ouro.
Mas o grupo consegue trabalhar da forma como deseja. Isso inclui projetos individuais: Vedder está preparando seu novo álbum solo, "Ukelele Songs", para lançamento em 31 de maio, que será seguido por uma turnê. Ament deu início ao Tres Mts., seu mais recente de vários projetos paralelos, com McCready colaborando nas apresentações ao vivo. Gossard continua liderando a banda Brad, e Cameron também está trabalhando com o Soundgarden reunido.
Mas nada disso ameaça o Pearl Jam, promete Ament, e a comemoração do 20º aniversário apenas aumentou seu entusiasmo para fazer algo novo com a banda, o mais breve possível. "Nós nos reunimos algumas vezes e gravamos algumas demos, há provavelmente mais de 20 canções potenciais para o próximo álbum. Sabemos que ainda há muito mais que podemos fazer. Ainda não exploramos muito teclados, sintetizadores e cordas, por exemplo", ele dá pistas.
"Após um período olhando para trás, revirando caixas e olhando para coisas antigas, eu estou pronto para fazer músicas novas", conclui Ament, "e os outros também estão. Então acho que esse será o próximo grande lance nosso".
*Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan
Tradutor:
George El Khouri Andolfato
ACCEPT
O show mais esperado do ano em única apresentação no Brasil
(Felipe by orkut)
Ingressos on line: http://www.ticketbrasil.com.br/accept
Data:
Domingo, 15 de Maio de 2011 - às 20hs
.
Ingressos:
Pista Estudante 1º Lote: R$60,00
Pista 1º Lote: R$90,00
Camarote 2º Lote: R$200,00
.
Ingressos na Galeria do Rock:
Paranoid Records (11) 3221-5297
Die Hard (11) 3331-8253
.
Outros pontos de Venda:
Metal CDS (Santo André) (11) 4994-7565
.
Realização:
Negri Concerts ( www.negriconcerts.com.br)
.
Local:
Carioca Club
Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros - SP
Se você perdeu ou quer ver novamente, aqui vai o primeiro programa do Serguei no Multi Show.
Seguei Rock Show .
Muito bom, hilário:
Lançamento TV LED ZEPPELIN:
Depois de uma longa pesquisa entre os leitores do CLub RoCk, a banda LED ZEPPELIN foi a escolhida para ter uma TV exclusiva.
E lá temos algumas raridades, como a banda tocando musica de Elvis Presley, a apresentação no Live Aid e muitos, muitos clássicos como ( a maioria ao vivo)
Led Zeppelin vence o duelo e terá uma TV exlclusiva, os Beatles ficam em 2o. lugar.
Confira a colocação final de cada banda.
(Estamos preparando a TV exclusiva com os clássicos da banda, aguardem para muito breve)
E N Q U E T E RESULTADO FINAL
Qual banda merece uma TV exclusiva?
Led Zeppelin
23,26%
Black Sabbath
6,98%
Pink Floyd
6,98%
Titãs
2,33%
Legião Urbana
9,30%
Beatles
16,28%
Iron Maiden
9,30%
Ramones
9,30%
Deep Purple
4,65%
Rolling Stones
6,98%
Rush
4,65%
MORTAGE – Vídeo Clipe e prévia do próximo álbum.
HIRAX – Confirmado no Marrecos fest 2011 !!! VIOLATOR – Lançado o DVD Thrashin’ United Tour – Live i 21/02/2011
HIRAX – Confirmado no Marrecos fest 2011
!!!
Finalmente a clássica banda do Thrash
Metal mundial, Hirax
irá se apresentar no Brasil pela
primeira vez. Katon e Cia estão 100%
confirmados para serem um dos Headliners
do festival brasiliense Marreco’s Fest
2011,que será realizado no dia
18/06/2011. O festival que já fez
história por trazer ao Brasil pela
primeira vez nomes como Steve Grimmett
(Grim Reaper) e Jess Cox (Tygers of Pan
Tang), mais uma vez surpreende ao
anunciar este ícone do Thrash Metal
mundial. Em breve estaremos trazendo
novidades sobre a passagem do Hirax pelo
Brasil, inclusive novas datas. Fique de
olho em nossas atualizações em
www.killagainrec.com
e
www.marrecosfest.com.br
HIRAX – Confirmed at Marrecos Fest 2011
– First time in Brazil !!!
Finally the Thrash Metal legend,
Hirax,
Will play in Brazil for first time.
Katon and Cia are 100% confirmed at
Marreco’s Fest 2011, in 18/06/2011.
Marreco’s Fest already was
responsible for bringing to Brazil in
its previous editions artists like Steve
Grimmett (Grim Reaper) and Jess Cox
(Tygers of Pan Tang), also for first
time. Now, once again surprised to
announce Hirax, as one of its
headliners. For more infos about Hirax
in Brazil, please, check:
www.killagainrec.com
and
www.marrecosfest.com.br
A banda de Campinas (SP),
Mortage acaba de finalizar seu segundo
álbum. The War is Not Over será
composto por oito faixas inéditas e será
lançado em Março deste ano pela Kill
Again Records. Para a divulgação no novo
CD, a banda acaba de lançar o Vídeo
Clipe da faixa Violent Hatred, e
também disponibilizou em sua página no
myspace as faixas Storm of Fire
e Soldiers Remains.
MORTAGE - Official Video-Clip and songs
from new album.
Brazilian Death Thrashing
band, Mortage, has finished
mix/mastering of your next album, The
War is Not Over. Album will contain
eight new tracks. Release date: March
2011 on Kill Again Records.
VIOLATOR – Lançado o DVD Thrashin’
United Tour – Live in Santiago 2007.
VIOLATOR – Lançado o DVD
Thrashin’ United Tour – Live in
Santiago 2007.
Violator acaba de lançar,
via Kill Again Recs, o DVD
Thrashin’ United Tour –
Live in Santiago 2007.
O DVD conta com a insana
apresentação que a banda fez em
Santiago/Chile em 09/12/2007, durante a
Thrashin’ United Tour, que varreu
o continente Sul Americano, culminando
em shows no Brasil, Venezuela, Colômbia,
Equador, Peru, Bolívia, Argentina e
Chile. Como extras, O DVD traz o show
que a banda realizou na cidade de
Cascavel/PR, no dia 18/08/2007, durante
a mesma Tour, no festival Thrash
Metal Soldiers II. E também uma
sessão com todos os cartazes da tour.
Essa foi a forma encontrada pela banda
para homenagear os Headbangers Sul
Americanos, que fizeram desta tour,
momentos inesquecíveis para o Violator,
como comenta o vocalista/Baixista Pedro
Poney Ret:
“Esse
DVD é o registro daquela louca aventura
de quando largamos nossas vidas em
Brasília e passamos um semestre inteiro
viajando com o Violator. Não espere
nenhuma super-produção de estúdio nesse
material, apenas a captação da descarga
de adrenalina que tentamos promover em
cada show e da paixão que temos pelo
Thrash Metal.
Além do show do Chile, no fim da turnê e
um dos melhores momentos das nossas
vidas, vem de bônus no DVD o registro da
nossa segunda passagem pela cidade de
Cascavel, interior do Paraná, no
comecinho da mesma turnê em um show
muito especial realizado pelos nossos
amigos bangers da região.
Saímos dessa turnê ainda
mais unidos, mais amigos, e acreditando
ainda mais nesse espaço de produção
independente e radicalmente
anti-conformista chamado underground.
Esse registro do show de Santiago talvez
seja o que melhor consiga captar o que
foram aqueles dias intensos de 2007.
Espero que vocês sintam ao menos uma
fração do que sentimos.”
Embora este DVD tenha
sido prensado e esteja sendo lançado
oficialmente, seu conteúdo conta com
apresentações nuas e cruas sem produção
nenhuma em estúdio. Pois o intuito
principal de seu lançamento é tão
somente para os apreciadores do som da
banda terem uma lembrança especial
daqueles intensos e mágicos dias. E por
isso este DVD será vendido por um preço
especial: apenas R$ 15,00.
Para assistir os vídeos
das faixas Thrash Maniacs e
Brainwashed Possession, que estão no
DVD, Acesse:
VIOLATOR – Thrashin’
United Tour – Live in Santiago 2007
DVDOut Now !!
Brazilian Thrash maniacs
Violator released now Thrashin
'United Tour - Live in Santiago 2007
DVD. The DVD feature the insane concert
that the band played in Santiago / Chile
on 09/12/2007 during Thrashin 'United
Tour, which swept the South American
continent, culminating in concerts in
Brazil, Venezuela, Colombia, Ecuador,
Peru, Bolivia, Argentina and Chile. As
extras, the DVD contains the concert in
the city of Cascavel,PR/Brazil, on
18/08/2007, during the same tour, at
Thrash Metal Soldiers II Fest. And
also a session with all the
flyers/posters of this tour. This was
the better way found by the band to
honor the South Americans Headbangers,
who made this tour unforgettable for the
Violator. Commented vocalist / bassist
Pedro Poney Ret:
This DVD is the record of that crazy
adventure when we drop our lives in
Brasilia and spent an entire semester
traveling with Violator. Do not expect
any super-production studio on this
material, just the capture of the
adrenaline rush that we try to promote
in each show and the passion we have for
Thrash Metal.
Besides the concert in Chile, at the end
of the tour and one of the best of our
lives, comes from bonus on the dvd our
second pass through the city of
Cascavel, Parana, in the beginning of
the tour. A very special concert
organized by our friends, bangers from
the region.
We left this tour even more united, more
friends, and believing further in this
space of independent production and
radically anti-conformist called
underground. This show in Santiago is
perhaps the better record capture of
those intense days of 2007. I hope you
feel at least a fraction of what we
feel.
To watch video songs of
Brainwashed Possession and
Thrash Maniacs, which are on DVD
Video, check:
DVD VIOLATOR
Thrashin' United Tour - Live in Santiago
2007
CD/DVD ASPHYX
Death...The Brutal Way
(Slipcase)
DVD
Just Kill and Kill Again !!!
(HIRAX / MORTAGE / DEVIL ON EARTH)
CD VIOLATOR
Annihilation Process CD VIOLATOR
Violent Mosh
+ Bonus
CD BOMB THREAT x M.A.C.E. - The
Day of The Duel
- Split
CD HIRAX El
Rostro De La Muerte
Próximos lançamentos/Next releases
CD HEADBANGER Ready
to Strike
+ Bonus
CD EXECUTER
Psychotic Mind
+ Bonus
Filho de Mick Jagger diz que
sua música é diferente da do pai
09/02/2011
Quem
acompanha a carreira dos Rolling Stones sabe que Mick Jagger e
sua turma não teriam conseguido sem um tal de James, mais
conhecido como Jimmy Miller, produtor dos álbuns mais bem
sucedidos do grupo, entre eles, "Beggars Banquet" e "Sticky
Fingers".
Porém, pouca gente conhece um outro James quase tão importante
quanto esse na vida do cantor--seu primogênito, James Leroy
Augustin Jagger, filho da modelo Jerry Hall e irmão das Jaggers
mais festeiras de Londres: Georgia May e Elizabeth.
Aos 25 anos, tudo o que James, ou Jimmy, quer, é fugir da sombra
dos pais famosos. Tentou modelar por alguns anos, mas diz que se
sentiu um "pedaço de carne". Então, foi ser ator e trabalhar
como produtor de cinema. Mas entendeu que gostava mesmo era de
música.
Agora, após relutar muito em seguir os passos de Mick, Jimmy
finalmente dá as caras no mundo da música com a banda Turbogeist,
formada por ele e outros três amigos em Londres --ele nasceu em
Nova York--, que vem ao Brasil neste mês. Os shows acontecem
dentro do festival Popload Gig/No Mondays nos dias 18 (São
Paulo) e 20 (Porto Alegre).
Normalmente, Jimmy não é o porta-voz do grupo, mas topou
conversar com a Folha desde que se falasse também sobre a banda
ou principalmente sobre ela.
Embora o bonitão não tenha a boca do pai, sua voz denuncia. Os
traços são da mãe. A rebeldia também não lhe nega o sobrenome
Jagger. Jimmy vai contra tudo e todos com falas ríspidas (mas
educadas) e um humor ácido peculiar.
No Turbogeist, ele canta e toca guitarra, assim como Luis Felber
(o verdadeiro porta-voz). Há ainda o baterista Josh Ludlow e o
baixista James Dodson. Todos da alta sociedade londrina.
"Eu conheci Luis quando tínhamos uns 12, 13 anos, e haviam
muitas festas, muitas pessoas. A gente se encontrava para ficar
bêbado", conta Jimmy. As festas e drogas, temas recorrentes nas
conversas da dupla, não parecem ser nenhum tipo de tabu para
quem cresceu entre o rock 'n' roll, flashes e passarelas.
Ao contrário das músicas dos Stones, que têm influência na
música negra e no blues, a banda deste Jagger aposta em vocais
sujos e guitarras barulhentas, do tipo que incomoda vizinhos
--fato que provoca risos nestes rebeldes "sem calças".
O som se assemelha ao punk e ao hardcore, mas Jimmy faz questão
de dizer que não é bem assim. "Não somos uma banda punk, isso
soa muito limitado e nós escrevemos todo tipo de música.
Preferimos chamar de garagem."
Vale até glam rock, "mas só David Bowie", do qual eles também
tiraram ideias de maquiagem no começo do grupo. "Você faz as
coisas uma vez e todo mundo já vem falar mal. Era véspera de
Halloween, pelo amor de Deus", se defende Jimmy.
Mas esses tempos de vizinhos com vassouras, maquiagem branca na
cara e gravações mal feitas deve acabar logo para a banda, que
está em vias de assinar contrato com uma gravadora. "Você é
supersticiosa? Nós também. Então não escreva nada sobre isso."
Nesse meio tempo, o Turbogeist segue fazendo gravações caseiras
com o produtor Binky Griptite, do Dap-Kings. "Nós não queremos
dinheiro, nós somos ricos. Só queremos controle total sobre
nossas músicas."
Divulgação
O músico James Jagger, filho de Mick Jagger, vocalista dos
Rolling Stones, durante show de sua banda, a Turbogeist, nos EUA
*
Folha - Você se irrita com essa comparação constante com o seu
pai?
Jimmy Jagger - Não. Quando fomos tocar nos Estados Unidos,
muitos fãs de Rolling Stones vieram nos ver. Essas pessoas são
muito passionais, então, se conseguimos agradá-los, significa
que estamos fazendo alguma coisa certa. Mas a música que eu faço
é completamente diferente da do meu pai.
Seu pai influenciou você a gostar de música?
Sempre gostei de música e ouvi todos os tipos, mas nunca
estudei, não (risos). Só comecei a tocar guitarra quando tinha
17 anos. Ele nunca me deu nenhum conselho, nem me ajudou em
nada. Eu também nunca pedi. Mas ele e minha mãe já foram em
alguns shows e eles gostam muito da banda.
Você se acha parecido com ele?
Não.
Você conhece Luciana [Gimenez, modelo que engravidou de Mick em
1999, o que culminou na separação do cantor e Jerry Hall]? Vocês
de dão bem?
Sim. É claro que eu a conheço, como eu poderia não me dar bem
com a mãe do meu irmão? Até por que... Eu também sou filho
bastardo. Meus pais nunca se casaram.
Em uma entrevista ao jornal "Telegraph", você disse que o
sobrenome é "uma maldição". Por quê?
As pessoas adoram escrever sobre isso. É como se, sem meu pai,
eu não fosse nada. Eu podia fazer o que quisesse da minha vida,
ser músico, trabalhar no cinema ou com moda, mas eu sempre seria
o filho do Mick Jagger. As pessoas continuam perguntando coisas
que elas já sabem as respostas.
Você tem namorada?
Não.
Música, cinema ou moda?
Música.
Sexo, drogas ou rock 'n' roll?
Rock 'n' roll.
Londres ou Nova York?
Londres.
Os anos 1960, 1970 ou 1980?
Todos eles se divertiam.
Beatles ou Rolling Stones?
Kinks
Fã vai ser
indenizada por atraso em show dos Guns n' Roses
Publicidade
A Justiça do Rio Grande do Sul
confirmou a decisão de condenar a empresa T4F Entretenimento S/A
a ressarcir uma fã que se queixou da mudança de local e do
atraso de cinco horas na realização do show da banda Guns N'
Roses em Porto Alegre.
A fã, que entrou com uma ação
indenizatória, deve ter o valor dos ingressos (R$ 1.344)
devolvido.
Moradora de Caxias do Sul, ela
disse que teve de se deslocar até Porto Alegre para ver o show
e, como tinha compromissos profissionais no dia seguinte, perdeu
parte da apresentação.
A organizadora alegou que o
atraso ocorreu porque parte dos equipamentos da banda foram
danificados por uma forte chuva no Rio de Janeiro, onde a banda
se apresentaria dois dias antes.
A fã já havia ganho a causa na
primeira instância, mas a empresa recorreu da decisão.
Os integrantes da 3ª Turma
Recursal Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, no
entanto, consideraram que a sentença deveria ser mantida.
Um recurso impetrado pela fã
exigindo o pagamento de indenização por danos morais não foi
aceito pelo juiz.
Sérgio Lima/Folhapress
O cantor Axl Rose,
vocalista do Guns N' Roses, durante show da banda no
Brasil
Gorillaz divulga inédita
De
Rolling Stones
Ouça “Phoner to
Arizona”, a primeira música do disco The Fall,
que poderá ser ouvido na internet veja vídeo do "último"
show da banda
Foto:
Reprodução
A banda
cartoon Gorillaz: Damon Albarn vai dar
uma pausa na carreira dos personagens
Damon Albarn divulgou nesta semana a primeira música
do novo disco do Gorillaz, The Fall. Você
ouve a faixa "Phoner to Arizona", inteiramente
instrumental, abaixo:
O vídeo acima mostra imagens da turnê do Gorillaz
pela América do Norte, que serviu de inspiração para
a composição de The Fall. No site da banda,
uma nota explicou recentemente: "De Montreal à
Vancouver via Seattle, Texas e Toronto, mais de 32
dias na sua turnê norte-americana nesse outono, o
Gorillaz gravou um diário musical. O resultado é uma
coleção de 15 faixas, algumas com vocais, outras
sem, algumas performances com participações, outras
solo".
The Fall foi gravado por Albarn com a ajuda
de um iPad. Todas as músicas do disco (veja a lista
abaixo) poderão ser ouvidas na internet a partir
deste sábado, 25 (clique
aqui para acessar o hot site). A versão
física do álbum deverá ser lançada no início de
2011.
1- "Phoner To Arizona"
2- "Revolving Doors"
3- "HillBilly Man"
4- "Detroit''
5- "Shy-town"
6- "Little Pink Plastic Bags"
7- "The Joplin Spider"
8- "The Parish of Space Dust"
9- "The Snake In Dallas"
10- "Amarillo"
11- "The Speak It Mountains"
12- "Aspen Forest"
13- "Bobby In Phoenix"
14- "California And The Slipping Of The Sun"
15- "Seattle Yodel"
Despedida
No último dia 21, Damon Albarn e seus companheiros
de banda fizeram o último show da turnê Escape to
Plastic Beach, em Auckland, na Nova Zelândia. O
vocalista, que recentemente afirmou que dará uma
pausa nos trabalhos da banda cartoon, lamentou o fim
da maratona de shows, e afirmou que aquela era
possivelmente a última apresentação do grupo - pelo
menos, com a formação que estava na estrada até o
momento. Assista abaixo a um trecho do show:
NOTÍCICAS ANTERIORES:
O Resumo da Ópera
"Vitória, Ou A Filha de Adão e Eva" é uma "Opera Rock" que conta em 33 temas a
história de uma mulher chamada
Vitória de Tal, filha de Adão, um ex interno de reformatórios que se transforma
em pastor evangélico, tendo antes cometido vários crimes, entre os quais o
estupro de Eva, uma prendada e estudiosa filha de uma costureira. Vitória nasce
num bordel e é criada também em um reformatório. A partir dai, cedo se
transforma em uma alcoviteira milionária que busca á qualquer custo mais que
dinheiro e prazer, aquilo que a humanidade mais almeja: a felicidade. São 18
personagens que ao logo dos temas interagem com Vitória tecendo um clima de
paixão sem limites, amores não concretizados, tragédias morais e sociais. O pano
de fundo é a hipocrisia social, que transforma o caráter das pessoas, além das
busca incessante da felicidade a qualquer custo.
"Vitória" tem citações claras a fatos da musica pop e da política e acontece
exatamente num período que compreende o inicio dos anos 1960 e 2010, sendo que o
período de vida da personagem principal é de 33 anos e 1/3, uma metáfora com a
velocidade dos LPs de vinil. E em breve o mundo conhecerá "Vitória".
Mais informações em: www.operarockvitoria.blogspot.com. E pra quem quiser pedir
o CD+Libreto: http://abarata.com.br/loja_especial.asp?secao=E®istro=1
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
Web Designer, Poeta, Escritor, Produtor de Rádio Web, Editor Artesanal
ACREDITAR É MINHA RELIGIÃO
www.abarata.com.br
www.abarata.net.br
MSN: barata.cichetto@hotmail.com
Skype: barata.cichetto
E-Mail: barata.cichetto@gmail.com
Celular (11) 6358-9727 (Tim)
O apartamento em que o ex-beatle
John Lennon morou com Yoko Ono, no número 34 da Montagu Place, em Londres, foi
tombado como patrimônio da Inglaterra.
A placa azul que agora identifica o prédio foi revelada pela própria Yoko Ono em
uma cerimônia assistida por cerca de cem pessoas, entre elas,
sósias
dos Beatles, neste sábado.
O presidente do Fã Clube Britânico dos Beatles, Peter Nash, presente à festa,
afirmou que o endereço é um dos "três principais" em Londres para fãs dos
Beatles, ao lado dos estúdios Abbey Road e do prédio que sediou a Apple, no
número 3 de Saville Road.
Ironicamente, foi em Montagu Place que a polícia realizou a operação que levou à
condenação de Lennon por porte de maconha – que lhe custou uma fiança de 150
libras (em câmbio aproximado, equivalente hoje a cerca de R$ 8 mil).
Anos depois, a condenação também levou ao processo de deportação do ex-beatle
dos Estados Unidos, em 1971. Lennon acabou conseguindo residência após quatro
anos de batalhas judicial.
Passado rico
O evento neste sábado atraiu fãs dos Beatles que se vestiram a caráter
Foi ainda no apartamento do subsolo do prédio agora marcado com a placa azul do
English Heritage que a famosa foto de Lennon e Yoko nus, para a capa do LP Two
Virgins, foi tirada.
Embora a placa cite apenas o nome de Lennon, o apartamento foi ocupado
anteriormente por outros ex-beatles e pelo genial guitarrista Jimi Hendrix.
Na segunda metade da década de 60 ele pertenceu a Ringo Starr, que chegou a
alugá-lo a Paul McCartney, entre outros artistas famosos.
No pequeno estúdio do apartamento de Ringo teriam sido gravadas as primeiras
fitas demo de canções clássicas dos Beatles como Eleanor Rigby e Tomorrow Never
Knows.
Foi também no subsolo de 34 Montagu Place que Jimi Hendrix teria gravado as
primeiras versões de The Wind Cries Mary, uma das canções mais bonitas do
americano.
Lennon se mudou para o apartamento na época em que os Beatles gravavam o disco
The Beatles que ficou conhecido como Álbum Branco.
Até mesmo o escritor americano William Burroughs teria gravado as suas fitas
experimentais Hello, yes, hello no endereço tombado.
3º Ares Festival Apresenta:
10/10/10,
Domingo, a partir das 16:00hrs no Blackmore Rock Bar
.
Vulcano - A lenda do Metal Extremo Nacional, em seu ultimo show no Brasil antes
da "Bloody Vengeance in Europe Tour".
.
Bandas convidadas: Esgaroth (Death Black Metal), Justabeli (Thrash Death Metal),
Catastrophe (Thrash Death Metal), Attack Force (Thrash Metal - Atibaia/SP),
Nuclear Decimation (Thrash Metal)
.
Serviço:
3º Ares Festival apresenta:
Vulcano e bandas
10 de Outubro, Domingo, 16:00hrs
.
Local: Blackmore Rock Bar
Al. Dos Maracatins, 1.317, Moema
São Paulo, SP
Próximo ao Shopping Ibirapuera
.
Ingressos: R$ 12,00 (valor único, somente no local)
Reserve ingressos por e-mail e garanta camisetas promo do evento:
contato@arescorpbrasil.com.br
.
Cartões de Débito: Rede Shop / Visa Electron / Maestro
Cartões de Crédito: Mastercard / Visa
Sem consumação mínima (conforme art. 39 do Cód. Defesa do Consumidor)
Estacionamento: Vallet Service (R$.12,00)
.
Mais Informações:
11 – 5041 9340 (Blackmore Rock Bar)
11 – 5895 7690 (Ares Corp Brasil Produções)
http://www.arescorpbrasil.com.br/aresfestival3-vulcano.html
visualizar sua caixa de entrada de e-mails | visualizar o perfil de Dré @ Ares
Corp.
por
opções de e-mail do orkut.com.br:
- Parar de receber e-mails
- Alterar minhas opções de e-mail
- Central de Ajuda
Notas oficiais das bandas: Daniel Piquê, Aclla, Mordeth, Children Of The
Beast, Devachan, Pandora101 e Brutal Morticínio.
MORDETH:
já disponível coletânea de selo da Espanha
Já se encontra disponível a
segunda edição da coletânea “Laboratorio de Sonidos” que, além de outros grupos,
contará com a presença dos brasileiros da MORDETH. A produção é levada a cabo
pelo selo espanhol In Vento Records, com distribuição para todo o continente
europeu.
A composição escolhida da MORDETH foi “Viruss”, extraída do EP “Robotic
Dreams”. Juntamente com os brasileiros, foram confirmadas as bandas Blood, Suru,
Minin, Necroberus, Killus, Sheepfold Sling, Cárnica, Petit Kumitê, Wan Tung
Frito, Face The Void, Nikaia, N.O.T., Days To Die, Blackmatadero, Frontline,
Scream For A Reason, Terrorifika e Larva.
Em paralelo, a MORDETH continua agendando novas datas para sua atual turnê.
Para mais informações de como ter uma das mais importantes bandas do Metal
Extremo nacional em sua cidade, basta enviar um e-mail para
contato@msmetalpress.com.
ACLLA: grupo disponibiliza prévia de “Landscape
Revolution” no MySpace
A banda paulistana ACLLA disponibilizou em seu
MySpace oficial uma prévia do primeiro álbum “Landscape Revolution”, através de
quatro músicas que compõem a obra. As faixas escolhidas foram “The Totem”,
“Jaguar”, “Under Twilight Skies” e “The Hidden Dawn”; todas elas inseridas
dentro do segmento tradicional do Heavy Metal.
Segundo o vocalista Tato Deluca: “Finalmente está chegando
o momento da ACLLA mostrar o seu potencial nos mercados nacional e
internacional. Trabalhamos muito duro em todos os aspectos que dizem respeito ao
nosso primeiro álbum, ‘Landscape Revolution’, e tenho absoluta certeza que os
nossos fãs irão aprovar.”
Além da experiência do vocalista Tato Deluca, a banda ACLLA
é composta por Chrystian Dozza e Denison Fernandes (guitarras), Bruno Ladislau
(baixo) e Eloy Casagrande (André Matos solo, bateria).
Em paralelo, a ACLLA continua agendando os
shows da turnê em suporte ao seu debut álbum, que tem previsão de
lançamento para o segundo semestre do corrente ano.
Para mais informações de como reservar uma data para qualquer
cidade do Brasil, basta entrar em contato através do e-mail
contato@msmetalpress.comEste endereço
de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para
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DANIEL PIQUÊ: confira arte gráfica da edição limitada de
“Boo!”
O guitarrista DANIEL PIQUÊ disponibilizou a arte gráfica da
edição limitada do seu debut álbum de estúdio, “Boo!”. Todo o conceito do
material foi novamente concebido pelo renomado artista brasileiro Gustavo Sazes
(Angra, Almah, Krisiun, Korzus).
A edição limitada de “Boo!” em breve estará disponível para
download gratuito no site oficial do artista. Além de conter todas as músicas do
disco original, onde estão registradas as participações de Billy Sheehan, Mike
Mangini, Fábio Laguna e Yaniel Matos, terá também alguns playbacks para
guitarristas.
Segundo palavras de Daniel: “A intenção em inserirmos os
playbacks foi para tentar transportar outros guitarristas à proposta artística
do CD. Sim, você vai poder tocar com os melhores músicos do mundo! Esse é de
fato o slogan perfeito para a nova edição do meu primeiro full lenght solo.”
Em paralelo, DANIEL PIQUÊ continua agendando os shows
da turnê em suporte ao seu debut álbum de estúdio, “Boo!”. Para mais informações
de como reservar uma data para qualquer cidade do Brasil, basta entrar em
contato através do e-mail
contato@msmetalpress.comEste endereço
de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para
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CHILDREN OF THE BEAST:
comunicado oficial aos fãs e contratantes
A banda brasileira CHILDREN OF THE BEAST
publicou um comunicado oficial aos seus fãs e contratantes sobre a atual
situação de sua carreira.
Além de mudanças na formação e da equipe que cuidava do gerenciamento do
conjunto, os seus membros alertam sobre uma outra banda de trabalho similar que
está tentando confundir o seu público.
“Aos amigos, fãs e contratantes. Nós da banda CHILDREN OF THE BEAST, tributo
oficial do Iron Maiden na América Latina, gostaríamos
de comunicar que estamos com nova formação.
Alguns integrantes optaram por sair do grupo e esse fator foi vital para
estarmos hoje mais fortes do que nunca! Desejamos toda sorte do mundo para eles
em seus futuros projetos dentro e fora da música.
Piotr Smith, que fundou a banda há dezessete anos atrás, vem consolidando
esse nome além de manter as parcerias já conquistadas, e isso não vai ser
apagado por um ou outro membro que passou pelo line up do conjunto. Por conta
desses aspectos, vamos continuar tocando e levando o melhor do Iron
Maiden para os nossos amados fãs! O vocalista Sergio Faga, um dos o melhores interpretes de Bruce Dickinson no
mundo, continua na banda. Eric Claros e sua famosa bateria Premier Signia que
Nicko Mcbrain usou no Brasil também continuam, além de toda a estrutura de palco
e figurino que levamos em todos os nossos shows pelo país. Sim meus amigos, a
CHILDREN OF THE BEAST está mais viva do que nunca,
mantendo ativos o site
oficial e a nossa comunidade no Orkut. Nada foi alterado!
Outros pontos importantes nessa nova fase são a presença dos dois irmãos
Ricardo e Rodrigo Flausino (ambos ex-Kiss Destroyer Cover),
respectivamente fazendo Steve Harris e Dave Murray, além do retorno de Márcio
Nakamura fazendo as guitarras de Janick Gers.
Ter o Márcio no grupo novamente é como voltar no tempo. Essa é de fato uma
experiência fantástica para nós! Já o Ricardo e Rodrigo Flausino são nossos
companheiros de longa data do Bruce Dickinson Cover,
banda que também reúne Eric e Sergio. O entrosamento é muito bom devido aos
diversos shows que tivemos oportunidade de realizarmos juntos, sem contar que
Ricardo Flausino já tocou algumas vezes na CHILDREN OF THE BEAST
substituindo o antigo baixista quando as agendas de compromissos chocavam. Aproveitamos para informar que, por diversos problemas ocorridos, não
trabalhamos mais com a Luartti Produções, representada por Klaus Porlan.
Portanto, a contratação da CHILDREN OF THE BEAST para
shows será realizada diretamente com a banda, por meio do seu fundador Piotr
Wisniewski. Desta forma, a relação entre contratante e artista torna-se mais
dinâmica e transparente. Alertamos também que existe uma banda recém formada chamada
Children Of “The Best” Brasil (ou algo parecido), que se aproveitou
do erro de pronúncia do apresentador Fausto Silva da Rede Globo quando a
CHILDREN OF THE BEAST apresentou-se em seu programa,
tentando se passar pelo cover oficial do Iron Maiden.
Só existe uma CHILDREN OF THE BEAST, e é a que
leva há dezessete anos o melhor da Donzela de Ferro aos fãs latino americanos.”
A CHILDREN OF THE BEAST é formada atualmente pelo experiente
vocalista Sergio Faga além de Ricardo Flausino (baixista), Rodrigo Flausino
(guitarrista), Marcio Nakamura (guitarrista), Piotr Smith (guitarrista) e Eric
Claros (baterista).
Em paralelo, a banda CHILDREN OF THE BEAST está compondo a nova
agenda para sua turnê nacional. Para reservar uma data com o cover oficial do
Iron Maiden da América Latina, basta contactar o sexteto
através do telefone 11 9374-2971 ou dos e-mails
contatos@ironmaidencover.com.brEste
endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o
JavaScript para visualizá-lo. e
piotr@ironmaidencover.com.brEste endereço
de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para
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PANDORA101: grupo disponibiliza música ao vivo para
download
A banda paulistana PANDORA101 disponibilizou em seu site
oficial a música “Nature´s Law” para download gratuito. A faixa, originalmente
extraída do álbum “Sealed Penance” (2006), foi disponibilizada numa versão ao
vivo inédita.
Segundo Nando Moura, guitarrista e vocalista do grupo:
“Essa versão ‘on stage’ para ‘Nature’s Law’ estará como bonus track no nosso
próximo CD. Liberamos essa faixa principalmente visando atingir o público que
nunca nos viu ao vivo. Não é a mesma coisa de estar num show nosso, mas os
internautas terão uma noção de como soamos quando estamos frente a frente com
nossos fãs. Agressividade, melodia e muita adrenalina.”
Atualmente a banda PANDORA 101 encontra-se trabalhando em
novas composições para o seu próximo álbum de estúdio, sucessor de “Hourglass”
(2009).
DEVACHAN:
headliner da primeira edição do Tattoo Rock Festival
A banda DEVACHAN será a headliner da primeira edição do Tatto Rock Festival, a
ser realizado no próximo dia 05 de setembro na cidade paulista de Iperó. O
referido evento acontecerá no Sindicato dos Metalúrgicos de Iperó, servindo como
suporte à sua Demo homônima, e contará com as bandas The Drunk, Lemures de
Madagascar, Rock BR e Rock Ville.
Em
paralelo, a DEVACHAN continua o processo de divulgação do seu primeiro material
de estúdio, a Demo “Devachan”.
Para mais
informações de como ter um show do conjunto em sua cidade, basta contactar a MS
Metal Press através do e-mail
contato@msmetalpress.com.
BRUTAL
MORTICÍNIO: depoimento oficial para o púbico de São Paulo
O
vocalista da banda de Black Metal BRUTAL MORTICÍNIO, Tormento, disponibilizou
uma nota de agradecimento aos produtores e, principalmente, ao público de São
Paulo que receberam o grupo no último dia 10 de julho no On The Hell Festival.
Segundo o
cantor: “Foi um grande prazer para nós da BRUTAL MORTICÍNIO termos nos
apresentando em palcos paulistas! Podemos dizer que os verdadeiros bangers da
cidade cinza e região nos receberam de forma que nos sentimos em casa. Também,
foi uma grande emoção ver a galera cantando junto os nossos sons, até mesmo por
estarmos longe de casa. Então, fica aqui o nosso muito obrigado a todos os
antigos e os novos amigos que fizemos.
Além de
conhecer os famosos locais de São Paulo, que estávamos acostumados a ver apenas
pela mídia, foi muito gratificante poder visitá-los! Pra finalizar, em especial
gostaríamos de agradecer os caras que tornaram possível essa apresentação: ‘O
Vento Florestal’, Thiago ‘Magrão’, Marcelo ‘Metal army’ e o Murilo ‘The
Commander’.”
A BRUTAL MORTICÍNIO nasceu nas cidades de Novo Hamburgo e campo Bom, ambas
pertencentes ao estado do Rio Grande do Sul, e pratica um Black Metal ríspido e
versado em nossa língua natal. Suas principais referências musicais e
ideológicas estão exemplificadas em nomes da estirpe de Sarcófago, Hellhammer e
Darkthrone.
Em paralelo, a BRUTAL MORTICÍNIO continua os shows em suporte ao seu debut
álbum, “Despertar Dos Chacais; O Outono Dos Povos”. Para maiores informações de
como reservar uma data para qualquer cidade do Brasil, basta entrar em contato
através do e-mail
contato@msmetalpress.com.
ANGRA: confira título, arte da capa e track list do novo álbum do grupo
Depois de muito mistério, a
banda paulistana ANGRA anunciou o título oficial do seu sétimo
álbum gravado em estúdio: “Aqua”. Este será o primeiro trabalho em
quatro anos e celebra o retorno do baterista Ricardo Confessori ao line up
do grupo.
“Aqua”, que significa “água” em Latim, representa a continuidade do
estilo único que projetou o ANGRA no mercado mundial. Sua
incrível habilidade de mesclar as mais inusitadas formas musicais, transcendendo
do Erudito ao Metal, do Folclórico ao Moderno,
do Pop ao Experimental, assume hoje um patamar de relevância
incontestável, descrito em cada detalhe que permeia a atual obra.
A experiência de músicos da estirpe de Eduardo Falaschi (vocalista), Rafael
Bittencourt e Kiko Loureiro (guitarristas), Felipe Andreoli (baixista) e Ricardo
Confessori (baterista) é um dos aspectos que saltam imediatamente aos ouvidos
após uma breve audição de “Aqua”. Instrumentistas estes, que em um
importante momento de suas carreiras, encontraram o ponto culminante estilístico
unindo execução precisa, bom gosto, experimentalismo consciente, agregados a
temas cativantes.
O conceito e as atmosferas musicais do novo disco, assim como nos principais
clássicos da discografia do ANGRA, são fundidos por um conteúdo
rico e envolvente. A composição do full lenght foi diretamente
inspirada na peça “A Tempestade”, última escrita pelo poeta William
Shakespeare, evidenciada aqui através de um ângulo épico que se contrapõe ao seu
lado sombrio. “Mergulhamos de cabeça no último legado deixado por
Shakespeare para criarmos ‘Aqua’. Além das inúmeras qualidades deste texto,
descobrimos, após lê-lo algumas vezes, que o elemento ‘água’ é um dos
personagens principais da história. Ele transforma-se em seus ciclos e modifica
as coisas ao seu redor. Representa o estado de ira nos picos da maré e das
tormentas, em seguida, o perdão e a sabedoria na calmaria. Tudo acontece depois
de uma tempestade enorme que ocorre no mar, nas encostas de uma ilha. Enquanto
as águas selvagens vêm de cima e de baixo, um navio e sua tripulação estão
lutando para não naufragarem. Partindo daí, desenvolvemos uma narrativa bastante
interessante e que certamente prenderá a atenção do ouvinte”, declarou o
guitarrista Rafael Bittencourt.
A produção de “Aqua” foi levada a cabo por uma nova equipe,
reafirmando a conduta voltada para a renovação proposta pelo quinteto. Além de
possuir a assinatura dos próprios músicos do ANGRA, o disco
contou com a co-produção de Brendan Duffey e Adriano Daga (Norcal Studios,
também responsáveis pela mixagem), além de Maor Appelbaum, incumbido de
masterizar a obra no Maor Appelbaum Mastering Studios, na Califórnia
(EUA).
Todo o conceito gráfico de “Aqua” foi criado pelo renomado artista
brasileiro Gustavo Sazes, contando com a supervisão dos guitarristas Rafael
Bittencourt e Kiko Loureiro. “Trabalhamos com a Isabel de Amorim desde o
álbum ‘Fireworks’, por isso achamos prudente mudarmos todo o direcionamento
artístico para esse novo CD. Partindo desse princípio, encontramos no portfólio
do brasileiro Gustavo Sazes o que buscávamos. Ele, na realidade, já é o
responsável pelo design do nosso site, então, acredito que sua escolha tenha
sido bastante natural”, afirmou Kiko Loureiro.
"Aqua" será lançado primeiramente no Japão dia 31 de julho via
JVC/Victor e, posteriormente será disponibilizado na Europa pela SPV/Steamhammer.
Todavia, no Brasil o álbum sairá de forma independente no dia 17 de agosto.
“Para o mercado internacional precisamos do suporte de selos de estrutura, nesse
aspecto, a SPV e a JVC sempre cumpriram muito bem as suas respectivas funções na
divulgação dos nossos lançamentos anteriores. Mas para o Brasil optamos por
mudar dessa vez. Lançaremos de forma independente para termos controle sobre
tudo que envolve esse CD”, informou o vocalista Edu Falaschi.
Após o lançamento oficial de "Aqua", o ANGRA
seguirá para sua próxima turnê mundial. Para maiores informações de como ter um
show do grupo em sua cidade, basta contactar a agência Base2 no
telefone +55 11 3673 2758 ou no emailshows@base2producoes.com.brEste
endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o
JavaScript para visualizá-lo. .
Aqua Track List:
01. Viderunt Te Aquæ
02. Arising Thunder
03. Awake From Darkness
04. Lease Of Life
05. The Rage Of The Waters
06. Spirit Of The Air
07. Hollow
08. A Monster In Her Eyes
09. Weakness Of A Man
10. Ashes
Notas oficiais das bandas: Angra, Pandora101, Mantris, Maestrick, Daniel Piquê,
Still Alive, Sized e Mordeth.
Para notícias mais dinâmicas, sigam o Twitter: http://twitter.com/msmetalpress
Sejam nossos amigos no MySpace: http://www.myspace.com/msmetalpress
PANDORA101: grupo libera trecho de música inédita para download
A
banda paulista PANDORA101 encontra-se em avançado processo de composição do seu
novo álbum de inéditas, sucessor de “Hourglass” (2009). Como prévia do material,
o grupo disponibilizou em seu site oficial um trecho de “Aurora Glade”, canção
que mantém intacto o direcionamento musical proposto pelo quarteto desde sua
fundação em 1999, e que possui letra assinada pelo poeta e mestre da USP
Leonardo Antunes.
Segundo o vocalista e guitarrista Nando Moura: “Estamos muito empolgados com o
resultado que estamos obtendo com as novas músicas. Por conta disso, resolvemos
soltar algo aos nossos fãs como prévia do que será nosso próximo disco. ‘Aurora
Glade’ representa um PANDORA101 mais melódico e ao mesmo tempo mais pesado, com
muitos vocais rasgados! Vale destacar que, dessa vez, contamos com a
participação de um coral feminino para servir de contraste com o peso do Metal
Progressivo.”
O terceiro álbum do PANDORA101, que ainda não possui título definido, tem
previsão de lançamento para o final do corrente ano em todo o território
nacional.
Link: http://www.pandora101.com/portindex.htm
MAESTRICK: disponibilizado novo capítulo de sua série de vídeos
A banda paulista MAESTRICK, que inaugurou recentemente o seu canal oficial no
YouTube, acabou de disponibilizar o segundo capítulo da série de vídeos que
retrata todo o processo de produção do seu primeiro álbum de estúdio, “Unpuzzle!”.
O segundo capítulo da série já se encontra disponível e visa apresentar o
produtor que assinou o trabalho, Gustavo Carmo (Vers’Over, Imago Mortis, William
Shakespeare’s Hamlet). “A proposta desse segundo episódio foi a de apresentar ao
grande público o trabalho de Gustavo Carmo. Ele é um profissional dos mais
gabaritados que temos no cenário nacional, além de ser uma pessoa fantástica.
Aprendemos muito com ele e está sendo muito prazeroso dividir isso com o nosso
público”, afirmou o vocalista Fabio Caldeira.
A MAESTRICK, atualmente, além de contar com a experiência do vocalista e
pianista Fábio Caldeira, apresenta em suas fileiras músicos da estirpe de Renato
Somera (contra baixo), Danilo Augusto (guitarra), Maurício Figueiredo (guitarra)
e Heitor Matos (bateria).
Link: http://www.youtube.com/maestrickofficial
MANTRIS: guitarras prontas e já sendo mixadas por Ricardo Confessori
A banda MANTRIS vem trabalhando na gravação do seu novo álbum de estúdio,
“Psychic Connection”, desde o início do mês de março, com sessões ocorrendo nos
estúdios Norcal (São Paulo) e Estúdio 45 (Campo Grande). O material encontra-se
em avançado processo de mixagem, com o foco atual voltado para as guitarras
registradas por Beto Lins.
Segundo palavras de Beto: “As guitarras do álbum estão finalmente prontas e já
sendo mixadas por Ricardo Confessori. Passei três dias no Estúdio 45, em Campo
Grande, registrando as guitarras do disco. Deste álbum, apenas a bateria e a voz
serão gravadas no Norcal. Ricardo sugeriu muitas idéias de peso para a guitarra,
como afinações mais baixas e dobras de vozes dos acordes das harmonias. Criamos
muitas cadências para a voz de Raphael Abreu, que deve registrar sua parte agora
no mês de junho. Estamos muito ansiosos para finalizar este álbum, que está
sendo uma perfeita experiência para a nossa carreira.”
"Psychic Connection" conterá dez faixas do que existe de mais tradicional no
Heavy Metal, e a sua produção do está a cargo do experiente baterista Ricardo
Confessori (Angra e Shaman). O material tem previsão de lançamento para o
segundo semestre do ano corrente, em todo território nacional.
Para conferir um vídeo inédito do guitarrista Beto Lins desempenhando seu
trabalho em estúdio, basta visitar o MySpace oficial do grupo.
Link: http://www.youtube.com/user/Mmantris
ANGRA: Débora Reis participando das gravações do novo álbum
A vocalista Débora Reis foi a última musicista convidada para participar do novo
álbum de estúdio da banda ANGRA. Contando com um vasto currículo nos mais
variados segmentos da música brasileira, a cantora registrou sua participação no
último dia 02 de junho no Norcal Studios, em São Paulo. “Precisávamos de uma voz
feminina que desse uma conotação única na narrativa do álbum, e encontramos em
Débora o que buscávamos. Ela é uma profissional que já trabalhou ao lado de
nomes consagrados da MPB, e isso contou muito a seu favor em estúdio. Só temos
muito que agradecer a ela pela sua contribuição, com a certeza que os fãs
aprovarão de imediato”, afirmou o guitarrista Rafael Bittencourt.
Débora Reis teve a oportunidade de dividir seu talento com grandes nomes da MPB
no decorrer de sua carreira. Ela atuou como backing vocal de Rita Lee na turnê
do disco "3001", além de participar em alguns títulos das discografias do Skank,
Paulo Miklos, Nuno Mindelis, Rita Lee, Trio Mocotó, Otto, entre outros. Hoje
participa de diversos jingles publicitários, tanto como cantora quanto locutora.
É vocalista da Orquestra Heart Breakers desde o ano de 1999, e com ela já teve a
honra de dividir o palco com Elza Soares, Carlinhos Brown e Milton Nascimento.
O novo álbum do ANGRA, que possui a produção assinada pelos próprios músicos,
tem previsão de lançamento para o início do mês de agosto do corrente ano.
DANIEL PIQUÊ: lançando promoção exclusiva para o Twitter
O guitarrista mineiro DANIEL PIQUÊ está lançando uma promoção muito especial
para os seus seguidores no Twitter. O artista sorteará as últimas cópias
disponíveis do CD de estréia “BOO!!”, antes de partir para se concentrar na
composição do seu sucessor.
Para participar é muito fácil, basta seguir o guitarrista DANIEL PIQUÊ em seu
profile oficial no Twitter e escreva exatamente essa mensagem em seu profile:
Promoção, eu quero o #CDBoo!! @danielpique. No dia 24 de junho, a equipe Ms
Metal Press fará o sorteio que será anunciado no Twitter do próprio músico.
Observações:
01. Escreva quantas vezes quiser. Quanto mais mensagens, mais chance de ganhar.
02. Serão desclassificados os participantes que não seguirem o profile oficial
do DANIEL PIQUÊ e não escreverem exatamente o que foi solicitado, boa sorte!
“BOO!!” é o álbum de estréia do guitarrista DANIEL PIQUÊ, produzido pelo artista
juntamente com Brendan Duffey e Adriano Daga, esses últimos ainda foram
responsáveis pela mixagem e masterização da obra no Norcal Studios 2009. Além de
Daniel, os músicos que registraram o CD foram: Billy Sheehan (baixo), Mike
Mangini (bateria), Fábio Laguna e Yaniel Matos (teclados); em pouco mais de 29
minutos no melhor estilo Open Music.
Link: http://twitter.com/danielpique
STILL ALIVE: Marcelo Moreira finaliza sessões de bateria do debut álbum
A banda carioca STILL ALIVE, juntamente com o produtor Edu Falaschi (Artemis,
Almah, Symbols), encontram-se no Norcal Studios (São Paulo) desde o último dia
sete de junho, registrando seu primeiro álbum de inéditas.
O experiente baterista Marcelo Moreira (Almah, Burning In Hell) foi contratado
pelo grupo para realizar as sessões do instrumento. "Estamos sem um baterista
fixo atualmente, e o Edu Falaschi nos indicou a contratação do Marcelo Moreira
para não atrasarmos o início do processo de gravação. Todos da banda estamos
muito satisfeitos com os trabalhos em estúdio! Em apenas dois dias o Marcelo
fechou todas as músicas do álbum, mostrando acima de tudo que além de bastante
técnico, é um profissional muito sério no que se propõe a fazer. A bateria está
matadora e com uma pegada incrível, exatamente como nós queríamos. Agora é
aguardar as próximas gravações para podermos mostrar a todos como o CD está
ficando surpreendente”, relatou o vocalista Walter Campos.
A STILL ALIVE continuará em estúdio durante os meses de junho e julho,
trabalhando no material que ainda não possui título definido. Seu lançamento
está previsto para o final do segundo semestre do corrente ano, em todo
território nacional.
MORDETH: confira novas datas de sua atual turnê
A banda paulista MORDETH, que se encontra em processo de divulgação do EP
“Robotic Dreams”, continua anunciando novas datas da sua atual turnê. Desta
feita, as cidades paulistas de Rio Claro e Bauru receberão os paulistas nos dias
18 de junho e 11 de setembro, respectivamente.
“Robotic Dreams” foi lançado na Nova Zelândia através dos selos Satanica Records
e Fall Of Eden Records. Para maiores informações de como adquirir o supracitado
lançamento, basta enviar um e-mail para contato@msmetalpress.comEste endereço de
e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para
visualizá-lo. .
Serviço:
Mordeth - Robotic Dreams Tour
Data: 18 de junho (sexta-feira)
Local: D’ Vinci Music Bar
Endereço: Rua 2, Avenidas 5 e 7
Horário: 23h00
Cidade: Rio Claro/SP
Ingressos: R$ 7,00
Informações: contato@msmetalpress.com
Data: 11 de setembro
Local: Pub Area 51
Endereço: Av. Duque de Caxias, Quadra 8
Horário: 22h00
Cidade: Bauru/SP
Ingressos: R$ 10,00
Informações: (14) 9761-8767
SIZED: confira novas datas da ‘Confronting the Mirror World Tour’
Em suporte ao lançamento do seu primeiro álbum de estúdio, “Confronting The
Mirror”, a banda catarinense SIZED está montando a agenda da sua atual turnê,
que começará com datas pelo território brasileiro e se estenderá para o
continente europeu no próximo ano.
“Confronting The Mirror” é um típico álbum de Thrash Metal da antiga escola,
possuindo como principais referências os também brasileiros do Sepultura e
Korzus. “A turnê desse álbum vai ser bastante abrangente. Começaremos pelo
Brasil, mas a nossa intenção é a de cair nas estradas do velho mundo o quanto
antes. Se acontecer ainda em 2010, tudo bem. Mas, tendo como base o nosso
planejamento, deveremos estar embarcando pro velho mundo no início de 2011”,
informou o baixista Quira.
A SIZED continua montando sua agenda e para maiores informações de como reservar
uma data da “Confronting The Mirror World Tour 2010/2011”, basta enviar um
e-mail para contato@msmetalpress.com Este endereço de e-mail está protegido
contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
Datas Confirmadas:
Data: 18 de junho
Local: Bar do Buda
Horário: 22h00
Cidade: Tubarão/SC
Ingressos: R$ 10,00
Informações: contato@msmetalpress.com Este endereço de e-mail está protegido
contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Data: 19 de junho
Local: Masmorra Metal Bar
Horário: 23h00
Cidade: Novo Hamburgo/RS
Ingressos: R$ 10,00
Informações: contato@msmetalpress.com Este endereço de e-mail está protegido
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Data: 20 de junho
Local: Garagem Hermética
Horário: 22h00
Cidade: Porto Alegre/RS
Ingressos: R$ 7,00 (antecipado) e R$ 10,00 (no local)
Informações: http://www.aplace.com.br
Data: 26 de junho
Local: Donna D Pub
Horário: 22h00
Cidade: Blumenau/SC
Ingressos: R$ 10,00
Informações: (47) 8469-8979
GOLPE
DE ESTADO NO PROGRAMA ESPAÇO MUSICAL
No próximo domingo, dia 13 de junho, haverá a gravação do programa Espaço
Musical com o Golpe de Estado, a ser exibido nos dias 15 e 18 deste mês nos
canais 12 e 27 da NET ABC. A gravação é aberta ao público e será realizada
em São Bernardo do Campo.
Data: 13/06/2010 (Domingo) Local: Bar Gruta do Acaiá Endereço: Rua Terezinha Setti, 204, Centro , São Bernardo do Campo-SP
(travessa da Rua Jurubatuba, atrás do Coop) Início: 18h Entrada: R$ 5,00
Programa Stay Heavy com reprises
em novos horários e transmissão online pela Rede NGT!
A Rede NGT,
emissora que transmite o Stay Heavy
desde 2005, realizou uma modificação em
sua grade de programação, e agora a
reprise do programa que ia ao ar às
quartas-feiras passou a ser exibida às
sextas-feiras. Confira os horários
atuais de exibição:
- Domingo às 22h00 (inédito)
- De quarta para quinta-feira às 3h00 da
manhã (reprise)
- Sexta-feira às 22h00 (reprise)
Desde o final de 2009 a NGT passou a
transmistir sua programação também
online. Para conferir o Stay Heavy
nestes horários diretamente pelo site da
emissora basta acessar:
www.redengt.com.br.
A programação da Rede NGT é veiculada em
diversas cidades, de norte a sul do
Brasil (SP, RJ, ES, MG, RS, SC, BA, PE,
CE, RO), além de
antena parabólica digital para todo o
país! Veja abaixo a relação completa de
cidades, canais e como sintonizar a
emissora pela parabólica.
Para sintonizar a Rede NGT através
da sua parabólica é necessário
possuir um receptor digital
(Ana-Digi) que esteja habilitado
para receber o sinal do satélite
Brasilsat B4, em canal digital.
Veja abaixo as especificações
necessárias para obter o sinal:
FREQUÊNCIA 4180 MHz
POLARIZAÇÃO Vertical
SYMBOL RATE (SR) 3263 Kbps
FEC 3/4
PID ÁUDIO 0220
PID VÍDEO 0200
PID PCR 0200
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Com filme, banda de garotas The Runaways recebe
agora atenção que lhe foi negada quando estava ativa
GARY GRAFF
The New York Times Sindycate
Joan Jett (esq) e Cherie Currie das Runaways em foto de divulgação
FOTOS DO FILMELETRAS DO RUNAWAYSOUÇA RUNAWAYSÉ justo dizer que as Runaways não
foram um sucesso desenfreado.
Formado em 1975 e extinto quatro anos depois, o grupo foi inovador –uma banda de
rock com cinco mulheres, ainda mais adolescentes– mas por muitos anos não teve
muito o que mostrar. A banda nunca teve um álbum que chegasse acima do 172º
lugar na parada da "Billboard". Não havia sucessos e os críticos as odiavam: a
guitarrista e compositora Joan Jett lembra de uma jornalista desprezando a banda
como “vagabundas inúteis”.
“Não havia respeito”, diz Jett. “Todo mundo achava que aquilo era um artifício,
não uma coisa real.” Trinta e cinco anos depois, essa percepção mudou.
Graças a um novo filme sobre a banda, “The Runaways”, estrelado por Kristen
Stewart como Jett e Dakota Fanning como a vocalista Cherie Currie, o grupo está
recebendo a atenção que lhe foi negada quando estava ativo.
Uma nova versão da autobiografia de Currie, “Neon Angel: A Memoir of a Runaway”
(1989), na qual o filme em parte se baseia, acaba de ser publicada, e Jett
aprontou uma nova compilação de sucessos “Greatest Hits”, que inclui uma
regravação de 1984 do primeiro single das Runaways, “Cherry Bomb” (1976), e
novas versões de “You Drive Me Wild” (1976) e “School Days” (1977) do grupo. A
trilha sonora do filme inclui três gravações das Runaways, uma faixa solo de
Jett e quatro canções das Runaways gravadas por Fanning e Stewart, com Jett e
Currie ajudando no estúdio.
Trailer de "The Runaways"“É simplesmente irreal”, diz Currie, 50 anos. “Eu ainda
preciso me beliscar. Eu não acredito que isso está acontecendo. Isto é algo que
fiz por pouco mais de dois anos e foi muito bacana na época, mas agora parece
ter adquirido toda uma vida própria.”
“Certamente me faz sorrir”, diz Jett, 51 anos, que conseguiu maior sucesso como
artista solo, mais notadamente com o hino “I Love Rock ‘n’ Roll” (1982). “Isso
reforça meu amor pela banda e o fato de considerá-la uma banda muito importante,
independente do nível do nosso sucesso nos Estados Unidos. Apenas reforça meu
amor por toda aquela época, pela banda e pelo que fizemos.”
Narrativa paralela
Uma co-produtora do filme, Jett é rápida em apontar que “The Runaways” não é um
documentário.
“Não é uma reencenação dos fatos”, ela diz. “O que fizemos foi basicamente pegar
elementos da história das Runaways e criar uma narrativa paralela.”
A história real, como contada em “Neon Angel” e no documentário “Edgeplay”
(2004), certamente está repleta de drama ao estilo de Hollywood.
A banda começou quando Jett, que cresceu em Long Island antes de se mudar para
Los Angeles, foi apresentada a baterista Sandy West pelo produtor Kim Fowley,
cujos créditos incluem sucessos com Hollywood Argyles, Napoleon XIV e outros.
Elas começaram a tocar como um trio, com a futura baixista das Bangles, Micki
Steele, até que Fowley –convencido das possibilidades comerciais de uma banda de
rock só de garotas– assumiu o comando da formação da banda e de seu som. A
guitarrista Lita Ford foi rapidamente acrescentada e Currie foi contratada após
um teste, durante o qual Jett e Fowley compuseram “Cherry Bomb” na hora para que
ela cantasse.
Com Jackie Fox no lugar de Steele, o grupo começou a ganhar certo impulso no
mercado, mas rapidamente se transformou em uma presença polarizadora, devido ao
que a “The Rolling Stone Encyclopedia of Rock & Roll” chama de “badalação,
manipulação e por estarem ligeiramente à frente de seu tempo”.
“Nós éramos sensuais demais para as feministas”, diz Jett, “mas por outro lado
nós não podíamos fazer aquilo porque (a cena de rock) era um espaço dominado
pelos homens. As pessoas simplesmente não sabiam lidar com esta banda de
garotas”.
Kenny Laguna, um antigo companheiro de Jett e co-produtor de “The Runaways”,
concorda que o gênero foi fundamental para o fracasso da banda.
“Os jornalistas, o pessoal das rádios e os executivos... eles estavam muito
irritados a respeito”, ele diz. “Eles estavam furiosos. Era como se não
gostassem da ideia de garotas invadindo um espaço masculino. Até mesmo as
mulheres jornalistas –elas estavam irritadas pela simples existência (das
Runaways).”
Mas Fowley conseguiu uma considerável atenção da mídia para a banda,
principalmente explorando Currie, 16 anos, como isca. O figurino da cantora, com
espartilhos reveladores e macacões agarrados, segundo a revista “Bomp!”, faziam
com que ela se parecesse a “filha perdida de Iggy Pop e Brigitte Bardot”. Em
grande parte ignoradas em casa, as Runaways foram abraçadas pelos punks na
Europa e no Japão, onde eram populares o bastante para gravarem um álbum ao vivo
em 1977.
Separação
Dentro da banda, entretanto, os problemas só cresciam. O uso de drogas era
desenfreado e a postura autoritária de Fowley mantinha todos irritados. Algumas
integrantes da banda se ressentiam da atenção dada a Currie como vocalista, e
não ajudou o fato do gerente de turnê ter engravidado Currie. Era apenas questão
de tempo para as coisas começarem a se desfazer.
“Eu me arrependo bastante de ter deixado a banda”, diz Currie, que abandonou as
companheiras em 1977 durante uma sessão de fotos promocionais. “Foi apenas
recentemente que Joan me disse que ficou muito chateada com minha saída. Eu
achava que todos queriam que eu saísse. Você meio que dá um suspiro de alívio ao
perceber que não era a única descontente com a situação.”
Currie iniciou uma carreira solo e de atriz –ela co-estrelou com Jodie Foster em
“Foxes” (1980)– e as Runaways seguiram em frente, com Jett assumindo os vocais.
O grupo posteriormente rompeu com Fowley, gravou mais dois álbuns e trocou
várias vezes de baixista antes de se separar em abril de 1979. Posteriormente,
as integrantes da banda e suas famílias processaram Fowley por uma participação
mais justa nos ganhos das Runaways.
O grupo caiu rapidamente na obscuridade e as integrantes seguiram seus próprios
caminhos. Jett foi a mais bem-sucedida, ao emplacar uma série de sucessos, foi a
primeira artista do sexo feminino a abrir seu próprio selo, a Blackheart Records,
e também co-estrelou com Michael J. Fox em “Luz da Fama” (1987) e apareceu na
remontagem da Broadway de “The Rocky Horror Show” (2000). Ford também teve uma
carreira solo brevemente bem-sucedida, incluindo um dueto com Ozzy Osbourne,
“Close My Eyes Forever” (1988).
A estrada de Currie foi mais turbulenta. Ela gravou um álbum solo e gravou com
sua irmã gêmea, Marie, e conseguiu mais alguns papéis como atriz, mas também
lutou contra o vício em drogas, que ela finalmente superou nos anos 80. Ela se
tornou uma conselheira sobre vício em drogas, uma personal trainer e uma
escultora com serra, além de ter tido um filho, Jake, durante seu casamento com
o ator Robert Hays.
Currie escreveu originalmente “Neon Angel: The Cherie Currie Story” em uma forma
contida, como um livro para os jovens, mas recentemente decidiu revisar o livro,
incluindo os detalhes mais lascivos deixados de fora da versão original e o
direcionando para leitores adultos.
Dakota Fanning e Kristen Stewart cantam "Cherry Bomb"“Eu cresci”, explica Currie,
que trabalhou com o escritor Tony O’Neill. “Eu escrevi aquele primeiro livro
quando tinha 27 anos e, de repente, me vendo quarentona e com um filho
adolescente, eu quis fazer isso de novo, mas de uma perspectiva diferente. Foi
realmente difícil. Eu voltei de novo àqueles lugares. Eu mal podia acreditar em
quanto deixei de fora, e tudo voltou em detalhes vívidos, assustadores."
“Eu percebi que ao fazer isso e escrever todas as histórias, eu estava me
purgando de tudo.”
Isso também ajudou a renovar seu apreço pela música das Runaways, ela diz.
“Eu comecei a ouvir os discos de novo e a assistir aos vídeos”, diz Currie, “e
fiquei espantada em quão boa era a banda, quão mágicas nós cinco éramos e o que
realizamos. Eu senti que não fomos apenas algo fugaz e que realmente
significamos algo”.
Tanto ela quanto Jett eram presenças regulares no set de filmagem, trabalhando
estreitamente com as atrizes que as interpretavam.
“Kristen estava totalmente imersa nisso”, diz Jett. “Eu acho que ela sentiu um
peso e uma responsabilidade em me interpretar corretamente. Ela levou muito a
sério, me observando e fazendo todo tipo de pergunta, sobre meu modo de falar, e
até imitar minha linguagem corporal, vendo minha postura, o modo como toco
guitarra. Ela realmente se esforçou para fazer direito.”
Currie diz que Fanning já era sua atriz favorita antes mesmo de ser escalada
para “The Runaways”.
“Nós passamos muito tempo juntas”, lembra a cantora. “Ele foi até minha casa.
Nós cantamos cada frase juntas para assegurar que ela pegasse meu modo de
cantar, meus maneirismos. Ela estudou todos os vídeos e passamos muito tempo
juntas discutindo como eu realmente me sentia na época.”
“Ela é brilhante”, diz Currie. “Ela pegou tudo rapidinho. Ela foi
impressionante.”
“The Runaways” também colocou Jett e Currie juntas em um estúdio pela primeira
vez desde 1977.
“Foi como se o tempo tivesse parado, como se os últimos 30 anos não tivessem
acontecido”, lembra Currie. “Nós estávamos no ponto. Foi incrível. Nós nos
divertimos bastante.”
Para ambas as mulheres “The Runaways” é mais do que um filme –é uma chance das
Runaways receberem o apreço e o respeito que lhes foi originalmente negado.
“É um alívio e uma bênção”, diz Cherrie, “porque nós passamos por tanta coisa
juntas e sermos reconhecidas agora, 35 anos depois, é algo tremendo”.
(Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills, Michigan)
O lendário vocalista de heavy metal Ronnie
James Dio (DIO, HEAVEN & HELL,
Black Sabbath, RAINBOW) foi diagnosticado com estágios
iniciais de câncer de estômago e está
recebendo tratamento na Clínica Mayo em Minnesota, EUA.
Sua
esposa e
empresária Wendy
Dio emitiu a seguinte atualização sobre a condição de
Ronnie:
"Bem, tem sido um mês muito cansativo.
Após todos esses testes sem fim em Los Angeles, nós voamos
para a Clínica Mayo, em Minnesota, e logo que chegamos,
recebemos um telefonema do Hospital MD Anderson dizendo que
tínhamos um horário marcado com o médico que inicialmente
desejávamos, por isso, em seguida, viajamos para clínica em
Houston, e, naturalmente, MAIS testes, mas o Ronnie acabou
recebendo o primeiro tratamento de quimioterapia na
quarta-feira, e tudo está indo muito bem.
Eu gostaria de agradecer ao Tony Martell
da fundação T.J. Martell, o Dr. Stuart Aaronson do Mount
Sinai, Lindsay Brown e Mike Carden da gravadora Eagle
Records, e os nossos sinceros agradecimentos ao Dr. Sandeep
Kapoor, por ter nos ajudado no hospital MD Anderson, e
também aos nossos amigos Geezer e Gloria Butler, que voaram
até Houston para ficar com o Ronnie enquanto ele fazia a
quimioterapia.
Eu e o Ronnie estamos totalmente
espantados pela quantidade de desejos de melhoras que temos
recebido de amigos e fãs - estamos lendo todos eles. Alguns
nos fazem rir, alguns nos fazem chorar, mas todos eles são
tão cheios de
amor que nos dá muito apoio e faz o Ronnie ficar ainda
mais determinado a lutar nesta batalha e vencer.
Obrigada a todos pelas preces e energia
positiva."
De acordo com o site do fã clube oficial
do
Black Sabbath (Black-Sabbath.com), os fãs podem enviar
cartões e mensagem de melhora ao Ronnie James Dio através do
endereço oficial do fã clube:
Dio Fan Club
12400 Ventura Boulevard, Suite 624
Studio City, CA
91604
Cartunista Marcio Baraldi anuncia
data da festa de lançamento do novo livro do
Roko-Loko
Escrito por Gisele Santos
Roko-Loko
está prestes a completar 15 anos de existência nas
páginas da Revista Rock Brigade – uma das mais
antigas publicações de rock do país. E pra comemorar
será realizada a festa de lançamento do novo livro
“Roko-Loko: Hey Ho, Let’s Go!” (quarto do personagem
roqueiro e 12º da carreira do cartunista Marcio
Baraldi) dia 05 de dezembro, das 14h às 19h, no Bar
Blackmore (SP), que contará com divertidas atrações
– como acontece anualmente no Festão do Baraldão:
mágicos e caricaturistas entretendo os público,
computadores para jogar o game do Roko-Loko, show
com as bandas Exxótica e Cracker Blues, stand de
revistas do Quarto Mundo, autógrafos do Baraldi,
além de comes e bebes na faixa. Entrada grátis!
Durante o evento também acontecerá
a entrega da segunda edição do Prêmio Bigorna – que
tem como principal objetivo divulgar e valorizar as
Histórias em Quadrinhos produzidas no Brasil e os
profissionais da área: roteiristas, desenhistas e
editores. E por falar em Prêmio, os escolhidos deste
ano serão anunciados em breve, no site Bigorna.net.
Com toda certeza dia 05 de dezembro será dia de
Festa do Quadrinho Nacional! Imperdível!
Sobre Roko-Loko: Hey Ho, Let’s Go!
Com prefácios dos jornalistas
Franco de Rosa e Sidney Gusman, o novo livro do
Baraldi reúne todas as HQs e tiras de Roko-Loko e
sua inseparável namorada Adrina-Lina, produzidas e
publicadas entre 2004 e 2006, tudo em ordem
cronológica. Uma das histórias hilárias é a paixão
desenfreada de Roko por Tarja Turunen, ex vocalista
da banda finlandesa Nightwish. Há também a
emocionante aventura mitológica com o poderoso Tor e
Mestre Raulzito, o guia espiritual do Roko-Loko,
além de uma versão impressa do jogo “Roko-Loko no
Castelo do Ratozinger”, a qual o leitor poderá
ajudar o personagem entrar no castelo de seu
arqui-inimigo Ratozinger e salvar sua musa
Adrina-Lina. Em outras histórias acontecem infinitas
trapalhadas divertidas do jovem roqueiro ao lado de
bandas históricas como Helloween, Judas Priest,
Angra, Korzus, Slayer, Metallica, e muito mais! Tudo
com as marcas “mais que registradas” do Baraldi:
muita cor, muita ação, muito humor!
“Roko-Loko Hey Ho, Let’s Go” é
mais um lançamento do "GRRR!...(Gibi Raivoso,
Radical e Revolucionário!)", selo criado pelo
próprio Baraldi.
Serviço:
Festão do Baraldão
Lançamento do livro “Roko-Loko: Hey Ho, Let’s Go!”
Data: 05 de dezembro – sábado – das 14h às 19h
Bandas: Exxótica e Cracker Blues
Local: Bar Blackmore (Alameda dos Maracatins,1317 -
Moema - SP/SP)
Informações: 11- 5041-9340
Entrada: grátis
Censura: livre
Capacidade da Casa: 300 pessoas
Estacionamento com manobrista na porta
Com disco novo nas lojas, Lynyrd Skynyrd diz que poderia
viver de "Sweet Home Alabama"
GARY GRAFF
The New York Times Sindycate
Os integrantes do Lynyrd Skynyrd: Mark Metejka, Gary
Rossingtonm Peter "Keys" Pisarczyk, Johnny Van Zant,
Robert Kearns, Rickey Medlocke e Michael Cartellone
No início do mais recente álbum do Lynyrd Skynyrd, "God & Guns"
(em português, Deus & Armas), o vocalista Johnny Van Zant canta que
"eu sinto o espírito na minha alma/ É algo, Senhor, que não consigo
controlar/ Eu nunca vou desistir enquanto estiver respirando". É uma
declaração de resistência que basicamente diz tudo que alguém
precisa saber a respeito do que motiva o grupo de rock sulista nos
últimos 45 anos.
Esta é, afinal, a banda que sobreviveu ao acidente aéreo em 1977
que matou três integrantes da banda –-incluindo o vocalista
original, Ronnie Van Zant, o irmão mais velho de Johnny–- e deixou o
grupo fora de atividade por uma década. E também testemunhou uma
longa série de mudanças de pessoal e mais mortes, incluindo neste
ano as do baixista Donald "Ean" Evans e do pianista Billy Powell.
Mas o Skynyrd resiste, voando alto como o "pássaro livre" de "Free
Bird" (1973), seu hino mais conhecido, e ainda tocando sucessos como
"Gimme Three Steps" (1973), "Sweet Home Alabama" (1974) e "What's
Your Name" (1977) para uma legião de fãs fieis celebrados em "Skynyrd
Nation", outra canção de "God & Guns", o primeiro álbum de material
inédito desde 2003.
"Eu sempre ouvi que o motivo para cair é aprender a se levantar e
seguir em frente", diz o guitarrista Gary Rossington, único
sobrevivente da formação original, que surgiu como os Noble Five em
1964 em Jacksonville, na Flórida, adotou em 1970 uma variação do
nome do professor de educação física do colégio --Leonard Skinner--
e ingressou no Salão da Fama do Rock and Roll em 2006.
LYNYRD SKYNYRD: "SKYNYRD NATION"
Ele diz que, quando a vida lhe dá uma mão ruim ou uma fratura
feia, tudo o que sabe é seguir em frente. "Era como nos sentíamos na
banda original e acho que isso ainda está no meu coração. Eu sei que
quando começamos, nós tínhamos o sonho de ser uma grande banda. Nós
sempre quisemos que nossa música fosse ouvida e esse sonho se
realizou. Então me sinto responsável por manter vivo o nome Skynyrd,
e agora o mantemos vivo com música nova".
Perdas e aprendizados
Material novo é crucial para manter o tipo de credibilidade que o
Lynyrd Skynyrd preza, concorda Van Zant. "Vamos dizer a verdade",
diz o cantor de 50 anos, "nós nem precisaríamos gravar outro álbum,
nunca mais. Nós poderíamos viver de 'Sweet Home Alabama' e 'Free
Bird', pois tenho certeza que para muitos fãs isso bastaria". Mas
para eles, como artistas, compositores e pessoas que querem dizer
algo, em intervalos de cerca de uns poucos anos é preciso apresentar
algo, diz Van Zant. "E acho que precisávamos gravar este 'God &
Guns'".
A última década certamente trouxe ao Lynyrd Skynyrd sua cota de
perdas e desafios. Em 2001, o baixista Leon Wilkeson, que estava na
banda desde 1972, morreu de enfisema e problemas no fígado. Seis
anos depois, o guitarrista Hughie Thomasson, que após contribuir
para "God & Guns" partiu para reformar seu grupo anterior, The
Outlaws, e sofreu um ataque cardíaco fatal.
Em 28 de janeiro deste ano, Billy morreu em casa em Jacksonville,
na Flórida, de ataque cardíaco. Evans, que substituiu Wilkeson na
banda, foi diagnosticado com câncer no final de 2008 e morreu em
maio. "Perder Billy e Evans foi duro para nós, para todos, cara",
diz Van Zant. "Nunca é fácil, mas eu já estou nesta banda há 22
anos. Qualquer grande família provavelmente perderia quatro pessoas
nesse intervalo de tempo e foi quantas pessoas eu perdi desde que
estou nela. Você lamenta, mas também aceita isso como parte da
vida".
Rossington diz que o falecimento de Billy foi particularmente
duro para ele. "Eu estive com ele por tanto tempo e somos uma
família", diz o guitarrista de 57 anos, cuja esposa, Dale
Krantz-Rossington, é uma das vocalistas de apoio da banda. "Nós
provavelmente passamos mais tempo juntos do que com nossas famílias.
Eu não me recordo de um tempo sem o Billy. É realmente difícil,
pessoalmente e para a banda. É trágico".
O guitarrista diz que tem sorte por ainda estar aqui. "Eu não
queria ser o último integrante original ou o último cara restante,
mas é o que aconteceu. É pesado. E toda vez que tocamos, eu sinto os
espíritos do outros conosco e eles estão ajudando e cuidando para
que tudo fique bem. Sinto que há muita gente naquele palco".
LYNYRD SKYNYRD: "STILL UNBROKEN"
"Ainda estamos de pé"
A perda de Billy e Evans incitou os outros músicos do Lynyrd Skynyrd
a concluírem "God & Guns", no qual o grupo vinha trabalhando há
vários anos. As duas canções finais também prestam tributo aos mais
recentes integrantes perdidos da banda, com "Storm" que inclui uma
menção a Evans e "Gifted Hands" saudando Billy.
"Eles fizeram parte do álbum e Hughie também, antes de falecer",
diz Rossington. "Então queríamos concluí-lo para eles. Eles queriam
que fosse lançado e queriam que a banda continuasse, então isso nos
deu um chute no traseiro para nos mexermos e finalmente
terminarmos".
Thomasson, Billy e Evans são ouvidos no primeiro single de "God &
Guns", "Still Unbroken", que foi iniciado na casa do guitarrista
Rickey Medlocke, em Fort Myers, na Flórida, e foi trabalhado em
sessões posteriores no início deste ano. "Ela meio que fala a nosso
respeito, a meu respeito em particular. É uma forma bacana de dizer
que ainda estamos em pé, que nada vai nos derrubar ou nos deter",
diz Rossington.
A música "Skynyrd Nation" surgiu quando Van Zant estava lendo as
mensagens postadas pelos fãs após a morte de Billy. "Uma delas
dizia: 'será que a nação Skynyrd vai continuar?'", ele se recorda.
"E eu pensei: 'uau, eu nunca pensei nisso como sendo uma nação, mas
realmente é'. Então liguei para Gary e para Rickey e disse: 'cara,
nós temos que compor uma canção chamada 'Skynyrd Nation''. E foi o
que fizemos".
Costumes sulistas
"God & Guns" também conta com uma boa dose do que Rossington chama
de "modo sulista" da banda, ou posturas conservadoras, de Estado
republicano. Canções como a faixa-título, "Simple Life", "Southern
Ways" e "That Ain't My America" endossam valores aceitos por alguns
e controversos para outros, mas os banda insiste que não está
buscando arrumar briga com quem discordar.
"Não é como as Dixie Chicks ou outros cuja postura é 'faça isso
ou aquilo'", diz Rossington. "Nós não queremos mudar a opinião de
ninguém. Nós acreditamos naquilo que acreditamos, não temos medo de
dizer isso, mostrar ou votar. Quando todos queriam Obama e mudança,
nós não queríamos mudança. Nós apenas queríamos que as coisas
permanecessem como costumavam ser, a boa e velha América de anos
atrás. Somos sulistas. Tudo permanece o mesmo por aqui. As pessoas
não saem atrás de todas as coisas novas, politicamente corretas".
Van Zant concorda. "Realmente não se trata de pregar para as
pessoas", diz o vocalista. "Nós apenas acreditamos que você deve ter
o direito de ter armas, de poder rezar e ter Deus em sua vida se
quiser. Foi baseado nisto que esse país foi construído".
Rossington e Van Zant sabem que essa postura irrita algumas
pessoas, mas após tantos anos trabalhando juntos, eles também
percebem que a honestidade que está na natureza da banda desde sua
criação faz parte de seu apelo. "Eu exponho essa posição desde o
início e digo algo a respeito em canções do Ronnie", diz Van Zant.
"Muita gente já me procurou e disse: 'sabe, cara, as palavras do seu
irmão me ajudaram a me tornar uma pessoa melhor'. Que bênção maior
Ronnie poderia ter deixado?".
O guitarrista diz que "o coração e alma" da música do Lynyrd
Skynyrd ainda fala para a "Nação Skynyrd", sobre a qual a banda
canta em "God & Guns". "Ronnie tinha um jeito de conversar com as
pessoas e colocar coisas nas canções que todos podiam entender e com
as quais podiam se relacionar. Eu acho que as pessoas respeitam isso
e o fato de termos seguido em frente apesar de todas as tragédias.
Mesmo sabendo que não são os integrantes originais, diz
Rossington, "nós tocamos toda a música original e acrescentamos
algumas das novas para podermos nos expressar no momento atual. Eu
acho que é apenas o amor das pessoas pela música, independente de
ser velha ou nova".
(Gary Graff é um jornalista free-lance baseado em Beverly Hills,
Michigan)
Tradutor:
George El Khouri Andolfato
Pitty divulga capa e título definitivo do novo disco
O terceiro
disco de
estúdio de
Pitty ganhou
seu título
definitivo:
"Chiaroscuro".
Depois de
uma
brincadeira
da cantora
com
internautas
envolvendo
outros dois
possíveis
nomes
--"Siga O
Coelho
Branco" e
"Entre o
Preto e o
Branco"--,
ela divulgou
nesta
sexta-feira
(10) a capa
de seu novo
trabalho.
Capa do novo disco de Pitty, "Chiaroscuro"
No início
da semana,
Pitty havia
divulgado em
seu Twitter
uma imagem
com a data
de
lançamento
do CD, que
será no dia
11 de
agosto,
contendo o
nome "Siga O
Coelho
Branco", mas
o boato do
título só
foi
desmentido
agora. O
sucessor de
"Admirável
Chip Novo"
(2003) e
"Anacrônico"
(2005) tem
11 faixas e
será lançado
em formato
CD, MP3 e
vinil.
A cantora
explica o
nome "Chiaroscuro":
"é uma
palavra
italiana
para 'claro
e escuro', e
também uma
das técnicas
de pintura
de Leonardo
Da Vinci". O
disco tem
produção de
Rafael Ramos
e foi
masterizado
em Los
Angeles pelo
engenheiro
Brian
Gardner, que
já trabalhou
com artistas
como David
Bowie, Foo
Fighters e
Prince.
A primeira
música de
trabalho,
"Me Adora",
já teve seu
clipe
filmado e
será lançada
no dia 14 de
julho,
inclusive na
Rádio UOL.
Pitty e
banda
gravaram o
disco no
estúdio Cabo
da
Goiabeira,
montado na
casa do
baterista
Duda
Machado.
Segundo a
cantora, a
pesquisa que
fez a
respeito dos
arranjos
vocais da
Motown, Stax,
Ronettes e
Beach Boys
influenciaram
na hora de
gravar os
backing
vocals.
A cantora
assina a
autoria de
todas as
músicas,
além de uma
parceria com
Fabio
Magalhães,
da banda
Cascadura,
na faixa
"Sob o Sol",
com letra
que traz
impressões
particulares
dos dois
músicos
baianos
sobre
Salvador. O
disco tem
influências
de soul,
tango,
bolero e até
música
erudita
"Literatura é
como cocaína, música é como
heroína", diz Iggy Pop
PARIS, França, 26 Mai 2009 (AFP) - "A literatura é
como a cocaína, e a música é como a heroína: a
primeira aguça o espírito, a segunda te idiotiza",
declara rindo Iggy Pop, lenda viva do rock
norte-americano, que acaba de lançar um disco
inspirado no romance "A possibilidade de uma ilha",
do francês Michel Houellebecq.
"A literatura é muito importante para mim. O livro
de Houellebecq ilustra coisas que eu tinha em mente
em relação ao sexo, à morte e ao sexo oposto",
explica o cantor, de 62 anos, em entrevista à AFP.
"Em minhas obras da juventude já havia muitos ecos
de Burroughs, Kerouac e Ginsberg", acrescenta.
O cantor e compositor norte-americano
Iggy Pop
Seu novo disco, que chegou às lojas na
segunda-feira, foi batizado em francês: "Préliminaires".
"Toda a intriga do romance é uma preliminar da
morte. E, na minha idade, cada ato é uma preliminar
da morte: compor ou não, trabalhar ou se divertir,
tentar ganhar dinheiro ou liberdade...",
exemplifica.
"Faça o que fizer, o relógio continua avançando, e
este é um tema muito forte na literatura francesa,
por exemplo no existencialismo", afirma Iggy Pop.
A princípio, 'A Iguana', como é chamado, queria
escrever apenas umas poucas músicas para um
documentário sobre a filmagem de um filme baseado no
livro de Houellebecq, dirigido pelo próprio
escritor. O projeto logo se tornou maior, devido à
admiração do roqueiro norte-americano pelo romance,
no qual clones e seitas aparecem como atores de uma
visão pessimista da condição humana.
"Eu me reconheci nessa história de crise dos 50
anos, com fundo de ficção centífica. Havia nela
paralelos com a minha vida: eu também tenho
cachorros, namoradas, passei temporadas na costa
espanhola, e Miami, onde eu moro, recebe convenções
de raelianos" (seita na qual o livro se inspira),
conta.
Por isso, o disco tem a mesma atmosfera de
melancolia dos romances de Houellebecq, que pode ser
sentida em uma estação balneária em pleno inverno.
"Quando li o livro, em sua tradução inglesa, estava
em Cabourg (costa da Normandia), era verão mas fazia
frio e eu tinha esse tipo de sentimentos", lembra
Iggy Pop, cujo verdadeiro nome é James Osterberg.
"Quando escrevi a música, me lembrei dessas
impressões e de minhas cenas favoritas".
"Depois, Michel Houellebecq me disse que essas
emoções eram muito fortes na música 'Spanish Coast',
e que ele gostava em particular de 'A Machine For
Loving', na qual junto música com suas palavras",
explica o cantor, precurssor do punk nas décadas de
60 e 70 com a banda The Stooges, cujo guitarrista,
Ron Asheton, morreu em janeiro deste ano.
Mais além da influência de Houellebecq, "Préliminaires"
é um disco francófilo. Começa e termina com uma
versão em francês de "Les Feuilles Mort", um clásico
da canção francesa cuja letra é um poema de Jacques
Prévert, e foi ilustrado pela artista
franco-iraniana Marjane Satrapi.
Iggy Pop emprestou sua voz a um
dos personagens de Satrapi na versão em inglês
do desenho animado "Persépolis", filme baseado
na autobiografia em quadrinhos homônima, e
voltará a trabalhar com ela em outro filme em
julho, desta vez, com atores de carne e osso.
Guns n'
Roses planeja turnê mundial para 2009
Redação iG Música
Segundo fontes da
indústria, Axl Rose pode voltar aos palcos no
segundo semestre
Longe dos
holofotes desde o lançamento de Chinese
Democracy, Axl Rose pode estar saindo da
toca. De acordo com o site da Rolling Stone
norte-americana, o Guns n' Roses planeja uma
turnê mundial para divulgar o álbum, com início
no segundo semestre.
Fontes de
companhias promotoras de shows teriam informado
à revista que o grupo voltará a tocar nos
Estados Unidos durante o verão do hemisfério
norte. Se o compromisso for confirmado, será a
primeira vez que o GNR se apresenta nos EUA
desde 1993, época da histórica turnê com o
Metallica.
O empresário da
banda, Irving Azoff, afirmou que existem
"grandes planos" para 2009. Apesar disso, os
boatos de que o grupo seria escalado para um
festival espanhol, em junho, deram em nada.
Axl não fez
aparições públicas nem shows para o lançamento
de Chinese Democracy. As poucas
entrevistas foram respondidas por email. Segundo
Azoff, o líder do grupo é "incompreendido". "Ele
é um profissional que trabalhou muito duro para
construir e manter um alto padrão criativo para
o Guns n' Roses", garantiu.
Traduzido por André Biasuz
|Traduzido de:
Blabbermouth
Pat Prince, do site Powerline
A.D., recentemente conduziu uma entrevista com a lenda sueca da
guitarra YNGWIE MALMSTEEN, que falou abertamente sobre seu gênio
difícil e sua postura considerada arrogante por alguns.
Powerline A.D.:
Você acha que compete com alguns guitarristas que estão por ai
na estrada hoje em dia?
Yngwie:
"Nunca. E não é porque eu sou arrogante… Eu só não tenho esse
habito de sair e comprar um álbum. Se eu estou escrevendo algo,
vou me focar nas
minhas composições. A última coisa que eu quero pensar enquanto
estou compondo ou gravando é o que as outras pessoas estão
fazendo por ai. Quando era pequeno eu tinha meus heróis
musicais, como Bach, Vivaldi e Paganini, mas nem eles eu ouço
mais".
Powerline A.D.:
Bem, certamente algum guitarrista lhe serviu de influência, como
Jimi Hendrix…
Yngwie:
"Não, isso não é verdade".
Powerline A.D.:
"Não? Eu li que quando criança você viu Hendrix na TV e foi esse
o impulso para você começar a tocar?"
Yngwie:
"Sim, eu tinha sete anos e vi ele na TV. No dia que ele morreu
mostraram um video dele colocando fogo em sua guitarra, e o
impacto da imagem me instigou a tocar. Não ouvi nada. Se você
ouvir meus álbuns, vai notar que não são influenciados por ele.
Talvez, quem sabe alguma balada.
Powerline A.D.:
Nenhuma influência dos guitarristas europeus como Michael
Schencker e Uli Roth?
Yngwie:
"Quando eu era muito, mas muito pequeno, tinha de 7 a 10 anos,
era Ritchie Blackmore. E depois disso, eu parei de ouvir
guitarristas, todos eles".
Powerline A.D.:
Nos anos 80, quando você veio para os EUA pela primeira vez para
tocar no STEELER, houve muito falatório. Me lembrou os anos 60
em Londres,quando escreviam nas paredes “Clapton is God” (N do
T: “Clapton é Deus”) por toda Londres. Como você lidou com as
altas expectativas do público no decorrer dos anos?
Yngwie:
"Eu aprendi muito cedo que elogios e criticas não podem ser
levadas ao pé da letra. A única coisa que sei é que eu sou meu
pior crítico. Ninguém me critica mais que eu mesmo. Sou muito
chato e perfeccionista. E, é claro que é ótimo quando as pessoas
curtem o que você faz. Todos os elogios são bem-vindos".
Powerline A.D.:
Qual é a sua opinião sobre o termo "Shredder"
(traduzido/adaptado para “Fritador”, embora o literal fosse
"triturar")?
Yngwie:
"Bem, você pode fritar ovos, fritar queijo, fritar muitas
coisas. Eu frito notas. Eu acho que é só um termo pois quando
vim pela primeira vez ao EUA ainda adolescente, as pessoas
chegavam e diziam: 'Hey, cara, você frita... Eu não sabia a
principio do que eles estavam falando, mas depois é claro que
entendi. Eu não me importo. Tudo é bom".
Powerline A.D.:
Depois do STEELER e do ALCATRAZZ, você foi chamado para outra
grande banda?
Yngwie:
"Teve algumas pessoas que me perguntaram sobre a possibilidade,
mas eu estou em bandas desde meus 10 anos na Suécia e sempre fui
o líder. Sempre fui o compositor, o guitarrista solo, o
vocalista. Eu era sempre o bom, mas quando vim para os EUA já
sabia que teria que dar uma desacelerada e passar por algumas
bandas para voltar a ser o líder de novo. Quando isso aconteceu,
eu voltei pra Suécia com o RISING FORCE. Eu sempre me
certifiquei que estaria numa posição em que teria o controle,
porque democracia simplesmente não funciona para mim. Eu sou um
ditador nato. É apenas como eu trato minha musica. Eu acho que
lido com ela como um pintor lida com seus quadros, mas com um
toque rock and roll. Algumas pessoas não entendem e eu
simplesmente encho o saco explicando, até que desisto".
Powerline A.D.:
Mas, se alguém como Axl Rose pedisse para você entrar no GUNS N´
ROSES – uma oportunidade única na vida - você iria?
Yngwie:
"Provavelmente não. Mas, estaria aberto a isso como convidado.
Quando eu participo em álbuns de outras bandas, sou o comandado.
Faço exatamente o que é pedido. Faço o que um profissional
faria. E fiz isso muito na minha carreira. Porém como
guitarrista da banda, acho que não. Mas, quem sabe. Nunca
sabemos o que nos reserva".
Powerline A.D.:
O que você prefere: vida na estrada com sua guitarra ou compor
no estúdio?
Yngwie:
"Bom, são situações bem diferentes. Eu adoro tocar ao vivo e o
som da banda quebrando tudo quando encontramos uma boa casa de
shows, é simplesmente ótimo. Eu tento conseguir essa atmosfera
em estúdio. Muitos tentam “copiar” o álbum quando tocam ao vivo.
Eu sou o oposto, gosto da pegada das arenas. Mas o estúdio é um
laboratório onde você pode ser um cientista maluco e mudar tudo
sempre. Eu simplesmente amo os dois. Poder tocar algo nos dois
ambientes é muito bom".
Kid
Vinil
é
uma
lenda.
Músico,
radialista,
crítico
musical,
apresentador
de
TV,
já
fez
de
tudo
no
mundo
da
música.
Mas
o
que
pouca
gente
sabe
é
que
Kid
possui
uma
das
coleções
mais
completas,
abrangentes
e
impressionantes
do
Brasil.
Nesta
longa
conversa
Kid
contou
como
surgiu
a
sua
paixão
pelo
rock,
apresentou
a
sua
coleção
e
deu
várias
dicas
de
grupos
que
valem
a
pena
conhecer.
Então
sente
na
cadeira,
puxe
o
bloco
de
anotações
e
curta
com
a
gente
as
histórias
de
Kid
Vinil.
No anos 70, em Londres
Nos anos 80 com o Magazine
Na Tower Records, em Londres
Com Glenn Hughes
Com Ian Gillan
Com Joey Ramone
Com Chris Robinson (Black Crowes)
Kid Vinil Xperience
Na Brasil 2000
Kid
Vinil,
antes
de
mais
nada
eu
gostaria
de
agradecer
a
você
por
esta
entrevista.
Para
começar
eu
gostaria
que
você
se
apresentasse
aos
nossos
leitores.
Bem,
meu
nome
verdadeiro
é
Antônio
Carlos,
mas
sou
mais
conhecido
como
Kid
Vinil.
Tenho
51
anos,
sou
brasileiro,
nascido
em
Cedral
(SP).
Comecei
minha
carreira
como
locutor
de
rádio
em
1979
na
extinta
Excelsior
FM.
Fiz
o
primeiro
programa
de
punk
e
new
wawe
do
rock
brasileiro.
O
apelido
Kid
Vinil
aconteceu
justamente
nessa
época
e
acabou
sendo
o
nome
do
meu
programa
de
rádio.
Na
época
eu
estava
me
formando
em
jornalismo.
Paralelo
à
minha
carreira
radiofônica
eu
tinha
minha
banda,
o
Verminose,
que
tocava
punk,
rockabilly
e
new
wave.
Por
volta
de
83
mudamos
o
nome
para
Magazine
e
estouramos
em
todo
país
com
os
hits
"Sou
Boy"
e
"Tic
Tic
Nervoso".
O
Magazine
é
uma
versão
mais
new
wave
e
mais
pop
do
Verminose.
A
banda
durou
até
85,
quando
junto
com
o
guitarrista
André
Christovan
eu
formei
o
Kid
Vinil
& Os
Heróis
do
Brasil.
Gravamos
apenas
um
disco
e o
grupo
acabou
em
89.
Nos
anos
noventa
fiz
um
disco
solo
na
RGE
e
reformamos
o
Magazine
para
shows,
e em
2002
gravamos
um
cd
da
volta
do
Magazine
pela
Trama
chamado
"Na
Honestidade".
Atualmente
me
apresento
com
a
banda
Kid
Vinil
Xperience,
que
toca
um
repertório
bem
variado,
inclundo
os
hits
do
Magazine,
novas
composições
e
algumas
covers.
Voltando
à
carreira
radiofônica,
já
estive
em
quase
todas
as
rádios
rock
de
SP e
fiz
programas
variados
durante
todos
esses
anos.
Mais
recentemente
estava
na
Brasil
2000,
onde
cheguei
até
a
cuidar
da
programação
durante
um
ano
e
fiz
diversos
programas.
Na
TV
apresentei
no
final
da
década
de
80 o
programa
"Boca
Livre"
da
TV
Cultura,
e
nos
anos
noventa
o
"Som
Pop".
Em
2000
apresentei
na
MTV
o
programa
"Lado
B".
Atualmente,
além
da
banda
sou
DJ
de
festas
de
"rock
alternativo"
e
festas
temáticas
de
"anos
80".
Sei
que
já
faz
algum
tempo,
mas
você
lembra
como
foi
o
seu
primeiro
contato
com
a
música
e,
mais
especificamente,
com
o
rock?
Foi
através
da
minha
familia.
Meu
pai
é fã
de
Elvis
e
meu
irmão
dos
Beatles.
Foi
assim
que
caí
na
vida.
Toda
grande
coleção
tem
o
que
eu
chamo
de o
seu
“ponto
zero”,
o
seu
marco
inicial.
Aquela
hora
em
que
nós,
colecionadores,
percebemos
que
somos
diferentes
dos
nossos
amigos,
que
apenas
“consomem”
música.
A
dedicação
é
maior,
o
investimento
é
maior,
o
cuidado
com
tudo
é
maior.
Quando
você
percebeu
que
estava
se
transformado
de
um
simples
fã
em
um
colecionador?
Acho
que
a
partir
do
momento
que
eu
comecei
a
ganhar
uma
grana
para
poder
ter
os
discos
que
eu
queria.
Mas
desde
o
inicio
da
decada
de
setenta
eu
sonhava
com
isso.
Guardava
todos
os
trocados
que
eu
tinha
para
comprar
os
LPs
importados
no
Museu
do
Disco
(loja
lendária
da
década
de
70
localizada
no
centro
de
SP)
Sacia
a
minha
curiosidade:
sei
que
a
sua
coleção
é
gigantesca,
mas
quantos
álbuns
no
geral
você
possui?
Não
sou
um
cara
organizado
que
sai
cadastrando
e
numerando
seus
discos,
pois
moro
num
apartamento
pequeno
e os
discos
ficam
espalhados
pela
casa
inteira,
mas
eu
calculo,
entre
LPs,
remixes
e
compactos
de 7
polegadas,
uns
10
mil
vinis,
e
CDs
também
estou
próximo
de
mais
dez
mil
(originais).
Imaginei
que
seriam
milhares,
mas
é
realmente
um
acervo
impressionante.
Para
dizer
a
verdade,
o
maior
que
já
publicamos
aqui
na
Collector´s
Room.
Entre
todos
estes
itens,
de
quais
grupos
você
possui
mais
material?
Talvez
de
bandas
mais
famosas
e
que
desfrutam
de
uma
discografia
grande,
como
Beatles
e
Rolling
Stones,
isso
incluindo
bootlegs,
edições
raras,
etc.
Além
dos
CDs,
vinis
e
DVDs,
com
certeza
você
possui
diversos
outros
itens
na
sua
coleção,
certo?
Na
verdade,
devido
ao
tamanho
do
lugar
onde
moro,
não
daria
para
comportar
mais
coisas
além
do
que
mais
gosto,
que
são
meus
vinis,
CDs
e
DVDs.
Tenho
revistas
de
rock
tipo
Mojo,
Record
Collector,
NME,
Uncut
e
outras
mais
underground,
mas
não
dá
para
colecionar,
quando
vejo
que
tá
ocupando
espaço
eu
me
desfaço
delas.
Outras
bugigangas
relacionadas
ao
rock,
acho
que
não,
nunca
me
interessei
em
colecionar
peças
de
museu,
ou
guitarra
de
alguém,
prefiro
o
disco.
Imagino
que
as
pessoas
não
começaram
a
chamar
você
de
Kid
Vinil
à
toa.
Conta
para
nós
qual
é a
origem
e
como
surgiu
este
apelido.
Na
verdade
o
apelido
surgiu
por
causa
do
programa
de
rádio
em
79.
Eu
tinha
voltado
de
Londres
e
tinha
visto
toda
aquela
movimentação
punk
por
lá,
daí
queria
fazer
o
programa
de
rádio,
então
precisava
de
um
apelido.
Pensamos
em
"Kosmo
Vinyl",
que
era
o
nome
do
tour
manager
do
The
Clash,
mas
seria
muita
cara
de
pau
roubar
o
nome
do
cara,
daí
fiz
uma
composição.
Tinha
um
DJ
da
BBC
Radio
chamado
Kid
Jensen,
então
eu
emprestei
dos
dois
e
criei
o
“Kid
Vinil”,
que
por
acaso
ficou
legal,
pois
eu
era
um
aficcionado
por
vinil.
Eu
costumo
dizer
que,
apesar
do
amplo
horizonte
que
a
música
nos
proporciona,
abrindo
as
nossas
cabeças,
o
rock
ainda
é,
sem
dúvida,
o
estilo
mais
apaixonante
que
existe.
Neste
sentido,
você
consegue
contar
para
gente
como
foi
a
sua
história,
a
sua
trajetória
dentro
do
rock
and
roll?
Primeiro
foi
Elvis,
Paul
Anka
e
depois
Beatles
e
Stones.
Mais
tarde,
quando
eu
tinha
meus
12
anos,
comecei
a
ouvir
Hendrix
e
Janis
Joplin,
aos
quatorze
Black
Sabbath
e
Led
Zeppelin,
Slade,
Alice
Cooper,
The
Who,
Neil
Young
e
toda
geração
Woodstock.
Aos
dezoito
conheci
Frank
Zappa,
me
aprofundei
em
Bob
Dylan,
Jefferson
Airplane,
Grateful
Dead
e
toda
a
geração
psicodélica
californiana.
Aos
20
anos
comecei
a me
interessar
por
jazz
rock
e
ouvir
de
Miles
Davis
a
Chick
Corea,
Mahavishinu
Orchestra
e
Weather
Report.
Mergulhei
no
rock
progressivo
do
King
Crimson,
Emerson
Lake
&
Palmer,
Yes,
Pink
Floyd,
Genesis
e
toda
geração
progressiva.
Em
74,
cansado
de
tudo
isso,
comecei
a
ouvir
David
Bowie,
Lou
Reed,
Stooges,
MC5,
T.
Rex
e
Patti
Smith.
Alguns
anos
depois
caí
de
cabeça
no
punk
e na
new
wave
do
Television,
Blondie,
Elvis
Costello,
Ramones,
Clash,
Vibrators,
Pistols,
etc.
Daí
vieram
outras
tendências,
o
pós
punk
do
PIL
e do
Gang
of
Four,
os
anos
oitenta
de
Siouxsie,
Cure,
U2,
Joy
Division,
New
Order,
Echo,
Smiths,
etc.
Nos
anos
noventa
o
grunge
do
Nirvana
e
Mudhoney
e o
britpop
do
Suede,
Pulp,
Blur
e
Oasis,
até
os
dias
de
hoje,
quando
ouço
Arctic
Monkeys
e
gosto
de
verdade,
como
continuo
gostando
de
Sonic
Youth.
Vamos
voltar
um
pouco
no
tempo
então:
qual
foi
o
primeiro
álbum
que
você
comprou?
Aos
onze
anos
de
idade
comprei
a
trilha
do
filme
"Yellow
Submarine"
dos
Beatles,
porque
vi o
filme
e
adorei
a
trilha.
Qual
o
item
que
você
considera
o
mais
raro
da
sua
coleção?
Hoje
fica
diíícil
especificar
algum
item
raro,
pois
quase
tudo
sai
em
CD e
o
vinil
acaba
perdendo
um
pouco
o
seu
valor.
Mas
tem
coisas
que
mesmo
tendo
sido
editadas
em
CD
ainda
valem
em
vinil,
como
os
títulos
lançados
pelo
selo
inglês
Vertigo
durante
o
final
dos
anos
60 e
começo
dos
70.
Um
dos
que
eu
considero
precioso
é
uma
banda
chamada
Dr
Strangely
Strange,
o
disco
chama-se
"Heavy
Petting",
a
capa
foi
feita
pelo
Roger
Dean
(que
fazia
as
capas
do
Yes)
e
lutei
para
conseguir
uma
cópia
no
eBay,
que
me
custou
mais
de
100
dólares.
Kid,
todo
colecionador
sonha,
ou
já
pensou,
naquele
dia
em
que
vai
chegar
a
uma
loja
e
comprar
todos,
literalmente
todos,
os
álbuns
que
tem
vontade.
Infelizmente,
na
vida
real
isso
fica
um
pouco
mais
difícil
(risos),
mas
a
gente
continua
sonhando.
Então,
qual
foi
o
maior
número
de
álbuns
que
você
comprou
de
uma
única
vez?
Isso
foi
há
uns
três
anos
atrás,
quando
eu
trabalhava
na
Trama
e na
MTV.
Viajei
para
Londres
e
fui
num
atacadista
de
discos
raros
da
década
de
setenta
principalmente
(mas
relançamentos
em
vinil).
Tem
um
selo
italiano
chamado
Akarma,
que
lança
tudo
em
vinil
e
CD,
eles
devem
ter
uns
200
títulos
no
catálogo,
lembro
que
comprei
todos
os
LPs
e os
CDs.
Como
jornalista,
apresentador,
músico
e
referência
em
rock,
você
recebe
muito
material
de
gravadoras
e
artistas,
e
com
certeza
muitos
destes
itens
não
são
do
seu
gosto
pessoal.
Você
guarda
todo
este
material
promocional,
ou
fica
só
com
o
que
realmente
curte
e
repassa
o
restante?
Realmente
fico
somente
com
aquilo
que
me
interessa,
apesar
que
as
gravadoras
já
sabem
do
meu
gosto
musical
e se
preocupam
em
me
mandar
só
as
coisas
de
rock
que
sabem
que
eu
gosto.
Nunca
me
mandaram
discos
de
axé
ou
samba,
aaaargh...
Apesar
de
receber
todo
este
material,
você
ainda
continua
comprando
itens
para
a
sua
coleção?
Se
sim,
quantos
álbuns
em
média
você
compra
por
mês?
Hoje
eu
compro
muito
menos
discos,
geralmente
compactos
de 7
polegadas
(o
chamado
compacto
simples)
pelo
correio
das
bandas
estreantes
inglesas.
Tudo
que
é
banda
na
Inglaterra
lança
suas
primeiras
músicas
em
compacto
de
vinil.
Além
dos
compactos
às
vezes
compro
algum
CD
que
eu
sei
que
não
vai
ser
lançado
aqui.
Qual
o
item
que
você
tem
mais
ciúmes,
tem
um
carinho
especial
e
não
venderia
de
jeito
nenhum?
Eu
tenho
ciúme
de
todos
os
meus
discos,
jamais
vendo
ou
me
desfaço
de
qualquer
um
deles,
não
sei
especificar
um
em
especial.
Entre
todos
os
itens
que
você
possui,
quais
foram
os
que
deram
mais
trabalho
para
conseguir?
Alguns
itens
eu
entrei
em
leilões
no
eBay,
como
o
"Yardbyrds
Live"
de
1968
(esse
disco
é
considerado
um
embrião
ao
vivo
do
Led
Zeppelin,
pois
tem
Jimmy
Page
na
guitarra),
é
bastante
raro
e
custou
para
conseguir.
Alguns
títulos
do
selo
Vertigo
(Ramases,
Still
Life),
os
lançamentos
limitados
em
vinil
do
selo
Shadocks
da
Alemanha
(esse
selo
chegou
até
a
lançar
coisas
obscuras
do
rock
brasileiro
como
Sound
Factory,
Geração
Bendita,
Paebiru,
Bango).
A
minha
coleção
de
vinis
do
Canned
Heat,
a
minha
banda
favorita
de
blues
psicodélico.
Outra
coleção
de
vinis
que
eu
prezo
muito
e
sofri
para
conseguir
todos
foi
do
grupo
canadense
The
Guess
Who,
que
era
uma
banda
pop
da
década
de
sessenta
e
que
nos
anos
setenta
deu
origem
ao
BTO
(Bachman
Turner
Overdrive).
Apesar
de
tudo
o
que
você
possui,
existem
alguns
álbuns
que
você
deseja
e
ainda
não
conseguiu
para
a
sua
coleção?
Na
verdade
exitem
alguns
do
selo
Vertigo
que
me
faltam,
mas
custam
muito
caro,
como:
Manfred
Mann
-
Chapter
Tree
-
Volumes
One
&
Two
Legend
-
Legend
Nirvana
-
Local
Anesthetic
(esse
era
o
Nirvana
progressivo)
Kid,
você
possui
algum
lugar
específico
para
guardar
a
sua
coleção?
E,
além
disso,
tem
alguma
dica
de
como
conservar
todos
estes
itens?
Como
eu
falei
anteriormente,
moro
num
minúsculo
apartamento
e
meus
discos
estão
espalhados
em
várias
estantes,
cada
uma
tem
uma
ordem
que
só
eu
entendo.
Outra
parte
está
em
caixas
e
daí
vira
uma
puta
zona.
Conservação
também
fica
difícil
pela
quantidade,
só
evito
local
úmido
e
coloco
sempre
capinhas
de
plástico
para
protegê-los
melhor.
Limpeza
no
máximo
uma
flanela
umedecida
com
água,
simplesmente
para
tirar
o
pó.
Eu
queria
que
você
fizesse
agora
um
top#5
com
os
itens
do
seu
acervo
que
você
mais
curte.
Neil
Young
- On
The
Beach
Alice
Cooper
-
Easy
Action
Aphrodites
Child
-
666
The
Faces
- A
Nod
Is
Good
As
Wink
To A
Blind
Horse
Slade
-
Slade
Alive
Tenho
certeza
de
que
você
já
fez
esta
lista,
mas
vou
perguntar
do
mesmo
jeito:
para
você,
quais
são
os
dez
melhores
álbuns
de
todos
os
tempos?
Beatles
-
White
Album
Rolling
Stones
-Exile
On
Main
Street
Sex
Pistols
-
Never
Mind
The
Bollocks,
Here´s
The
Sex
Pistols
The
Clash
-
London
Calling
The
Smiths
-
The
Queen
Is
Dead
David
Bowie
-
Ziggy
Stardust
And
The
Spiders
From
Mars
Bob
Dylan
-
Blonde
On
Blonde
Lou
Reed
-
Berlin
Stone
Roses
-
Stone
Roses
Oasis
-
Definitely
Maybe
Sonic
Youth
-
Daydream
Nation
Pixies
-
Surfer
Rosa
Podem
ser
doze?
Podem
sim.
E
atualmente,
nos
últimos
dois,
três
anos,
que
grupos
tem
chamado
a
sua
atenção?
E
mais,
que
grupos
você
tem
ouvido
atualmente
e
que
destacaria
para
os
nossos
leitores?
-
Bell
Rays
-
Dirtbombs
-
Drive
By
Truckers
-
Arcade
Fire
-
Hard
Fi
-
The
Kooks
-
Detroit
Cobras
-
Forward
Russia
-
Guillemots
-
The
Cirbs
-
The
Spinto
Band
-
The
Rakes
-
Wolfmother
- We
Are
Scientists
-
The
Pipettes
-
The
Editors
-
Secret
Machines
-
Band
Of
Horses
-
The
Elected
-
Islands
Certamente,
no
meio
de
todo
este
acervo,
deve
existir
alguns
itens
que
você
olha
e
pensa
“nossa,
porque
eu
comprei
este
disco?”.
Então,
vamos
lá:
qual
é o
item
mais
estranho
da
sua
coleção,
e
também
que
álbuns
as
pessoas
ficariam
surpresas
em
saber
que
você
possui?
Meu
gosto
é
bem
variado,
tenho
blues,
jazz,
country,
folk.
Uma
vez
o
Massari
veio
fazer
uma
matéria
em
minha
casa
para
a
MTV
e
viu
um
disco
da
dupla
Sony
&
Cher
e um
da
Cher
e
ele
achou
muito
estranho
eu
gostar
da
Cher,
mas
na
verdade
eu
curto
a
Cher
na
década
de
60,
antes
dela
fazer
sucesso
no
cinema,
quando
ela
cantava
baladas
como
"I
Got
You
Babe",
que
mais
tarde
o
UB40
regravou
com
a
Chrissie
Hynde
dos
Pretenders.
Tenho
coisas
bizarras
em
vinil,
como
as
trilhas
dos
filmes
B do
Russ
Meyer.
A
Collector´s
Room
tem
apresentado
diversas
coleções
imensas,
verdadeiros
acervos
históricos,
literalmente
impressionantes.
Qual
a
sua
opinião
a
respeito
destes
fãs
dedicados
que
possuem,
na
maioria
das
vezes,
mais
material
do
que
os
próprios
integrantes
dos
grupos
dos
quais
são
fãs?
Nunca
fui
muito
chegado
em
fanatismo,
gosto
de
ter
sim
os
discos
mais
importantes
de
um
grupo
ou
artista,
o
resto
eu
dispenso,
mas
tudo
bem,
"cada
louco
com
a
sua
mania".
O
rock
já
está
aí
há
mais
de
cinquenta
anos,
e
passou
por
diversas
fases
neste
tempo
todo.
Sendo
assim,
eu
gostaria
que
você
indicasse
aos
nossos
leitores
os
álbuns
que
você
recomenda
das
décadas
de
sessenta
até
hoje.
Anos
60
The
Who
-
Sell
Out
The
Kinks
-
Face
To
Face
The
Yardbyrds
-
Having
A
Rave
Up
The
Beatles
-
Revolver
The
Rolling
Stones
-
Their
Satanic
Majesties
Request
Bob
Dylan
-
Highway
61
Revisited
Jefferson
Airplane
-
Surrealistic
Pillow
Grateful
Dead
-
Anthem
Of
The
Sun
Frank
Zappa
-
Freak
Out!
Pink
Floyd
-
The
Piper
At
The
Gates
Of
Dawn
The
Velvet
Undreground
-
The
Velvet
Underground
Led
Zeppelin
-
Led
Zeppelin
I
Anos
70
Badfinger
- No
Dice
Black
Sabbath
-
Master
Of
Reality
Lou
Reed
-
Rock
And
Roll
Animal
Alice
Cooper
-
Killer
New
York
Dolls
-
New
York
Dolls
MC5
-
Kick
Out
The
Jams
Stooges
-
Stooges
Ramones
-
Ramones
Patti
Smith
-
Horses
The
Clash
-
The
Clash
Sex
Pistols
-
Never
Mind
The
Bullocks
David
Bowie
-
Aladin
Sane
T.
Rex
-
Electric
Warrior
Roxy
Music
-
Roxy
Music
King
Crimson
-
Starless
And
Bible
Black
Anos
80
Elvis
Costello
-
Get
Happy
Devo
-
Freedom
Of
Choice
Dexys
Midnight
Runnes
-
Too
Rye
Ay
Joy
Division
-
Closer
Gang
Of
Four
-
Solid
Gold
Siouxsie
And
The
Banshees
-
Kaleidoscope
The
Cure
-
The
Top
U2
-The
Unforgetable
Fire
Depeche
Mode
-
Speak
&
Spell
Human
League
-
Dare
Gary
Numan
-
Telekon
Soft
Cell
-
Non
Stop
Erotic
Cabaret
PIL
-
The
Flowers
Of
Romance
The
Stranglers
- La
Folie
Xtc
-
English
Settlement
Anos
90
Stone
Roses
-
Stone
Roses
Teenage
Fanclub
-
Bandwagonesque
Nirvana
-
Nevermind
Mudhoney
-
Every
Good
Boy
Deserves
Fudge
Soundgarden
-
Badmotorfinger
Sonic
Youth
-
Dirty
Pixies
-
Bossanova
The
La´s
-
The
La´s
Happy
Mondays
-
Pills
And
Thrills
And
Bellyaches
Beastie
Boys
-
Ill
Comunication
Primal
Scream-
Screamadelica
Pulp
-
His
And
Hers
Smashing
Pumpkins
-
Gish
Blur
-
Parklife
Oasis
-
What´s
The
Story
Morning
Glory
Super
Furry
Animals
-
Fuzzy
Logic
Boo
Radleys
-
Giant
Steps
My
Bloody
Valentine
-
Loveless
Pavement
-
Slanted
And
Enchanted
Anos
00
Strokes
- Is
This
It
Arcade
Fire
-
Funeral
Interpol
-
Turn
On
The
Bright
Lights
Belle
And
Sebastian
-
Fold
Your
Hands
Child,
You
Walk
Like
A
Pesant
The
Libertines
- Up
The
Bracket
The
Coral
-
The
Coral
The
Rakes
-
Capture/Release
Hard-Fi
-
Stars
Of
Cctv
The
Ordinary
Boys
-
Brassbound
Black
Mountain
-
Black
Mountain
Wolfmother
-
Wolfmother
Bloc
Party
-
Silent
Alarm
Ladytron
-
Witching
Hour
Silver
Jews
-
Tanglewood
Numbers
The
Magic
Numbers
-
The
Magic
Numbers
Kaiser
Chiefs
-
Employment
The
Futureheads
-
The
Futureheads
The
Flaming
Lips
- At
War
With
The
Mystics
Mystery
Jets
-
Making
Dens
Editors
-
The
Back
Room
Maximo
Park
- A
Certain
Trigger
Eu
me
lembro
que,
quando
comecei
a
ouvir
música,
em
meados
dos
anos
oitenta,
me
chamou
a
atenção
aquele
cara
ruivo,
gordinho
e de
bigode
que
liderava
uma
banda
que
cantava
o
hit
“eu
sou
boy,
eu
sou
boy,
eu
sou
boy”.
Como
foi
para
você
a
experiência
com
o
Magazine,
transformando-se
de
jornalista
em
músico,
indo
para
a
frente
das
câmeras?
Foi
um
processo
natural,
pois
a
banda
corria
paralela
à
minha
carreira
no
rádio
e na
TV.
Acho
que
trabalhar
com
rádio
ajudou
bastante,
pois
aprendi
a
improvisar
e de
certa
forma
atuar
foi
um
passo
à
frente.
É
palpável
a
sua
paixão
pela
música.
A
sua
coleção
é
uma
das
mais
respeitadas
do
Brasil.
Qual
é a
sensação
que
você
sente
ao
parar
e
olhar
para
todo
este
acervo
reunido
ao
longo
de
todos
estes
anos?
Eu
adoro
essa
minha
coleção,
cada
disco
tem
uma
história.
É
engraçado
quando
começo
a
olhar
e
procurar
algum
disco
e
vejo
os
outros
e
começo
a
lembrar
como
consegui,
onde,
em
que
circunstâncias.
É um
pedaço
da
minha
vida.
Este
amor
pela
música
já
fez
você
atuar
em
diversas
áreas.
Músico,
jornalista,
escritor,
apresentador,
radialista.
Qual
destas
atividades
te
deu
mais
prazer?
Eu
adoro
fazer
rádio,
sempre
gostei.
Hoje
estou
fora
do
rádio,
mas
gostaria
muito
de
voltar,
pois
as
emissoras
estão
cada
vez
mais
pobres
em
termos
de
programação.
Pode
parecer
um
ranço
meu,
ou
até
mesmo
imaturidade,
mas
eu
não
consigo
ver
na
cena
musical
brasileira,
e
estamos
falando
somente
sobre
rock,
uma
qualidade,
uma
variedade
e
uma
riqueza
musical
tão
grande,
ou
equivalente,
às
cenas
inglesas
e
americanas,
por
exemplo.
Você
tem
uma
visão
muito
mais
completa
e
abrangente
que
a
minha,
isso
não
se
discute,
mas
o
que
eu
queria
saber
é se
você
também
sente
isso
em
relação
ao
cenário
rock
and
roll
brasileiro,
e a
que
atribui
isso?
Hoje
o
rock
brasileiro
tenta
sair
desse
marasmo
que
ele
entrou
nos
anos
noventa,
algumas
boas
bandas
estão
se
destacando
até
lá
fora.
Vocês
sabem
que
o
Cansei
de
Ser
Sexy
assinou
com
a
Sub
Pop,
mas
ainda
é
pouco.
Gosto
do
Jumbo
Elektro,
Mombojó,
da
Karine
Alexandrino,
enfim
existem
algumas
boas
propostas
espalhadas
pelo
país.
Mas
a
maioria
ainda
está
nessa
de
hardcore
ruim,
emocore
e
outras
chatices
que
já
encheram
o
saco.
O
conhecimento
musical
dessa
nova
geração
é
muito
limitado
infelizmente,
porque
eles
não
se
interessam
em
pesquisar
ou
ir
fundo
na
matéria.
Uma
pena!
Pessoas
como
nós,
que
já
não
tem
mais
vinte
e
poucos
anos,
estão
órfãos
de
uma
programação
musical
de
qualidade
na
TV.
A
MTV
possui
uma
programação
totalmente
“teen”,
e é
praticamente
impossível
para
na
frente
da
TV e
assistí-la
por
muito
tempo.
Você
não
sente
vontade
de
desenvolver
algum
programa
para
este
público
mais
maduro,
que
possui
um
conhecimento
musical
e
não
consome
qualquer
coisa
que
a
mídia
apresenta?
Com
certeza,
vivo
pensando
nisso,
mas
está
dificil
viabilizar
em
alguma
emissora
de
TV.
O
interesse
deles
sempre
bate
na
breguice.
Quando
alguém
acreditar
e
bancar
uma
proposta
dessas
eles
vão
ver
que
dá
resultado.
O
dificil
é
convencer
alguém.
Eu
tentei
fazer
isso
na
Brasil
2000,
mas
as
pessoas
viviam
em
outra
realidade
e
não
queriam
saber
de
cultura
musical,
era
um
querendo
derrubar
o
outro
o
tempo
todo,
briga
de
poder
e
nessas
eu
acabei
caindo.
Como
já
falamos
antes,
você
já
realizou
inúmeras
coisas
dentro
da
música.
Apresentador,
crítico,
músico,
radialista.
Na
boa,
o
nome
Kid
Vinyl
é
praticamente
uma
“lenda
viva”
na
música
brasileira.
O
que
você
ainda
gostaria
de
realizar
em
relação
à
música?
Uma
coisa
parecida
com
o
que
eu
disse
acima,
ter
o
controle
"total"
sobre
a
programação
de
uma
rádio,
ou
ter
um
programa
de
TV
decente,
sem
interferências
comerciais.
Você
já
está
há
muito
tempo
trabalhando
com
música.
Como
você
vê a
evolução
do
cenário
musical
brasileiro
nos
últimos
vinte,
trinta
anos,
de
praticamente
insignificante
na
época
do
primeiro
“Rock
In
Rio”
(1985)
ao
estágio
atual,
com
milhões
de
fãs,
veículos,
selos
e
lojas
especializadas?
O
que
você
acha
que
está
melhor
ou
pior
agora,
e o
que
ainda
precisa
melhorar?
Certas
coisas
melhoraram,
como
a
estrutura
de
shows.
As
pessoas
se
organizaram,
os
selos
independentes
vieram
com
força
maior,
a
internet
ajuda,
e
muito.
Mas
o
que
decaiu
bastante
foi
a
qualidade
musical
nas
rádios
e na
programação
das
emissoras
de
televisão.
Até
a TV
a
cabo,
que
seria
uma
alternativa,
está
parecida
com
a TV
comercial,
sem
qualidade
nenhuma
e
apostando
em
programas
cada
vez
piores.
Vide
"American
Idol"
e
"Top
of
The
Pops",
por
exemplo.
Tiraram
o
fabuloso
"Later"
do
Jools
Holland
e
colocaram
no
lugar
o
“Top
of
the
Pops”
(e
isso
é só
um
exemplo).
O
formato
“single”
é um
dos
proferidos
dos
coleiconadores,
seja
pela
quantidade
limitada
com
que
são
lançados,
seja
pelas
versões
e
músicas
inéditas
que
muitos
possuem.
Porque
você
acha
que
o
“single”
não
vingou
no
Brasil?
O
preço
de
um
single
na
Inglaterra
está
entre
uma
e
duas
libras,
assim
como
o 7
polegadas.
Aqui
queriam
cobrar
quase
o
preço
do
CD
normal,
nunca
daria
certo.
Se o
single
vende
na
Inglaterra
é
porque
ele
é
barato
e
atrativo
(músicas
inéditas,
duas
partes,
DVD
single,
etc).
O
mercado
brasileiro
tá
todo
errado,
a
começar
pelo
preço
do
CD,
que
não
precisava
custar
40
reais.
Na
Inglaterra
um
CD
custa
40
reais,
nos
EUA
custa
12/15
dólares,
mas
lá
os
caras
tem
poder
aquisitivo
para
pagar
esse
preço,
aqui
é
roubo!!!
São
Paulo
constantemente
é
citada
como
uma
das
cidades
mais
desejadas
pelos
colecionadores,
não
só
brasileiros,
mas
em
todo
o
mundo.
A
que
você
atribui
esta
quantidade
enorme
de
lojas,
de
sebos,
a
própria
Galeria
do
Rock
(que
só
existe
aqui),
voltadas
totalmente
para
o
público
consumidor
de
música?
Muita
música
brasileira
antiga
(bossa
nova,
anos
setenta,
soul,
etc)
é
procurada
pelo
mercado
americano,
japonês
e
europeu.
A
Galeria
do
Rock
é um
"oásis"
na
vida
dos
paulistanos,
pois
somos
felizardos
em
termos
um
lugar
como
aquele
para
encontrar
quase
tudo
que
procuramos.
Os
sebos
são
importantes
porque,
como
eu
disse,
com
os
preços
exorbitantes
nas
lojas
normais
a
única
alternativa
são
os
sebos,
que
vendem
pela
metade
do
preço
ou
até
menos.
Eu
sou
um
consumidor
de
música
há
mais
de
vinte
anos.
Durante
todo
este
tempo
tive
contato
com
as
mais
diversas
publicações,
dezenas
de
pessoas
que,
de
alguma
maneira,
estiveram
ou
ainda
estão
envolvidas
com
o
rock
e
com
o
metal.
Quem
você
considera
referência
no
cenário
atual,
onde
um
leque
muito
maior
de
opções
é
colocado
à
disposição
dos
fãs
de
música?
Continuo
lendo
as
revistas
inglesas
Record
Collector,
Mojo
e
Uncut.
Das
publicações
independentes
gosto
das
inglesas
Artrocker,
Plan
B e
Clash.
A
título
de
informação
entro
sempre
nos
sites:
www.nme.com
www.cmj.com
www.xfm.co.uk
www.bbc.co.uk/radio1
(programas
Zane
Lowe
e
Steve
Lamaq)
www.woxy.com
Lojas
que
frequento
os
sites
e
compro
pelo
correio:
Nestes
anos
todos
de
trabalho
e
envolvimento
com
a
música
você
conheceu
muitas
pessoas,
viveu
e
presenciou
diversas
histórias
interessantes.
Eu
gostaria
que
você
nos
dissesse
quais
foram
os
momentos
mais
gratificantes
e
inesquecíveis
de
todos
estes
anos
dedicados
à
música.
Um
dos
últimos
foi
na
Trama,
quando
lancei
os
CDs
do
Belle
&
Sebastian
e
depois
vim
conhecê-los
quando
vieram
para
o
Free
Jazz,
e
qual
não
foi
minha
surpresa
quando
eles
lançaram
o
primeiro
DVD
e,
quando
eles
mostraravam
o
Brasil,
me
colocaram
anunciando
eles
na
MTV,
foi
gratificante!
Conhecer
os
caras
do
Teenage
Fanclub
(uma
das
minhas
bandas
favoritas
dos
anos
noventa).
Ter
lançado
todos
os
CDs
do
Frank
Zappa
pela
Eldorado
na
década
de
90.
Ter
assistido
ao
Clash
ao
vivo
na
tour
do
álbum
"London
Calling"
e
quase
vinte
anos
depois
entrevistar
o
Joe
Strummer
para
o
Lado
B.
ANTERIORES:
Qual a sua opinião
sobre o novo álbum
do Metallica?
Esta página foi
atualizada às 8h do
dia 12/9/2008.
Você já ouviu o
álbum?
1.
Sim. Baixei
de sites de
downloads
ilegais e
ouvi todo o
álbum.
79,47%
2.
Sim. Ouvi os
trechos e
faixas
liberadas
oficialmente
pela banda.
19,29%
3.
Não. Vou
esperar o
lançamento
oficial.
01,23%
O álbum remete a
alguma fase anterior
da banda?
1.
Sim. Remete
a todos os
trabalhos
anteriores
da banda.
45,83%
2.
Sim. Remete
aos álbuns
clássicos
como "Master
Of Puppets".
33,17%
3.
Não. É algo
totalmente
novo.
13,42%
4.
Não sei
responder.
03,70%
5.
Sim. Remete
aos
trabalhos
mais
recentes
como "St.
Anger".
Pearl Jam
arrecada 3 milhões de dólares para
caridade
04/07
- 16:53 Redação iG
Música
Em
show realizado na última terça-feira
(01/07), em Nova York, o Pearl Jam
arrecadou US$ 3 milhões para a
organização de combate à pobreza
Robin Hood Foundation. A
apresentação aconteceu no Beacon
Theater, com capacidade para 2.800
pessoas, e contou com hits como
“Even Flow”, “Given To Fly” e “Alive”,
além de covers de Neil Young (“Harvest
Moon”) e Bob Dylan (“Masters of War”).
Durante o show, Eddie Vedder ainda
criticou o atual presidente
norte-americano e sua insistência na
Guerra do Iraque e disse ao público,
que chegou a pagar U$ 2.250 para
assistir à apresentação, que a
próxima vez em que o Pearl Jam
voltar a Nova York haverá um novo
líder na Casa Branca.
A
banda, que encerrou neste show uma
mini-turnê pelos Estados Unidos,
agora começa a preparar seu próximo
disco, que será produzido por
Brendan O’Brien. Vedder parte em uma
turnê solo em agosto, para divulgar
a trilha sonora que compôs para o
mais recente filme de Sean Penn, “Na
Natureza Selvagem”.
Jon Lord: "Bolin era bom, mas não era um Blackmore"
O repórter Mick Burgess, da Metal Express Radio, recentemente
conversou com o ex-tecladista do DEEP PURPLE, Jon Lord, que,
dentre outras coisas, falou sobre a época em que Blackmore
decidiu sair da banda.
Quando David Coverdale e Glenn Hughes entraram no lugar de Ian
Gillan e Roger Glover, “Burn” era um forte album na tradição
clássica do DEEP PURPLE. David e Glenn mostraram mais que uma
influência, com “Stormbringer” seguindo um direcionamento mais
"Soul"?
Lord: "Nós realmente tivemos uma grande mudança quando David e
Glenn Hughes entraram e fizemos um álbum muito bom em 'Burn' e
eu pensei que isso continuaria com a tradição do DEEP PURPLE
muito bem. David e Glenn certamente tiveram mais que uma simples
influência no 'Stormbringer' pela simples razão que Ritchie
perdera seu foco na banda assim que teve a idéia de montar o
RAINBOW e ele não sentiu que David e Glenn eram as pessoas
certas para continuar ao lado dele, que decidiu sair. Ele
poderia ter sido mais ativo durante a gravação do 'Stormbringer'
e então esse álbum poderia ter saído melhor, não que seja ruim,
mas podia ser melhor. É um álbum um pouco confuso, a partir do
pressuposto que os fãs ficaram um pouco confusos com ele. Eu
acho que Ritchie perdeu uma parte da energia tentando lidar com
o trem desgovernado que era Glenn Hughes. Está bem documentado
que Glenn teve seus problems com drogas e álcool e graças a Deus
ele se livrou desses problemas, mas naquele tempo ele era um
pouco relaxado nesse ponto e difícil de lidar, e acho que
Ritchie se encheu”.
Como ficou a banda com a saída de Ritchie?
Lord: “Pra mim, as coisas mudaram irreparavelmente. Minha
química de palco com Ritchie era parte da energia que liderava a
banda e era levada até o estúdio. Você pode escutar que não é o
mesmo com Tommy [Bolin]. Mesmo sendo um grande guitarrista ele
não era um Blackmore. Ele e eu não nos ligávamos no palco. No
estúdio foi tudo bem assim como ele era mais controlável, mas no
palco eu comecei a ficar sem energia para lidar com problemas
com drogas que estavam acontecendo com Glenn e o caro Tommy”.
TheMetalWeb.com
entrevistou recentemente o frontman do SOULFLY/CAVALERA
CONSPIRACY, Max Cavalera, que explicou como ele
e o irmão Igor se reuniram após doze anos sem se
falar.
TheMetalWeb.com: Você declarou que o “Cavalera Conspiracy” é um projeto diferente de tudo que
já fez. O que, especificamente, nesse projeto
faz você se sentir assim em comparação aos
anteriores?
Max Cavalera:
"Acho que o principal é a atual situação. Antes
de entrarmos na música, o fato de estar tocando
com Igor (baterista do Cavalera) depois de doze
anos sem nos falarmos, é incrível pra mim. Seria
uma jogada de marketing perfeita, e de uma certa
forma até é, mas não foi com essa intenção.
Realmente não nos falávamos, não conversávamos,
não nos víamos há doze anos. É muito
emocionante. A última vez que vi o Igor em um
ônibus de turnê foi na Inglaterra depois de um
show lotado e desde então ficamos sem nos ver
por doze anos. Eu o vi em Phoenix, durante uma
apresentação do SOULFLY em que tocamos juntos e
o projeto nasceu desse encontro. Então ainda
estou me acostumando com isso tudo. É uma
situação nova pra mim e tenho certeza de que
Igor sente o mesmo. Ficamos muito tempo sem nos
vermos, mas tem sido muito bom. Eu amo gravar.
Amo saber que os fãs gostam das gravações. Eles
realmente curtem o que fazemos. É muito legal".
TheMetalWeb.com: Falando sobre o seu irmão,
obviamente vocês se reuniram para que ele
colaborasse no seu atual trabalho 'Inflikted'.
Quando começaram a compor, foi um processo
natural ou você ficou apreensivo, especialmente
por estarem há doze anos sem trabalhar juntos e
sem se relacionarem? Deve ter sido um pouco
complicado no início.
Max Cavalera:
"Foi e não foi. Às vezes não lido bem com isso,
mas tem funcionado bem. É a pressão. É como na
primeira vez em que falei com Igor e no dia
seguinte estávamos no palco tocando 'Roots
Bloody Roots'. Você só sabe se vai funcionar ou
não quando estiver em frente à platéia. (risos)
É aquele tipo de coisa, você tem que fazer
funcionar de alguma forma. Não é muito
divertido, é muita pressão, mas você tem que
enfrentar. E quando você supera, tem um gosto
diferente. Você supera e sente que conquistou
alguma coisa. Não tem sido natural, mas tem sido
muito bom, mesmo com toda a pressão. Não
trocaria isso por nada. Estamos nos acostumando
um com o outro novamente e isso é um processo
lento. Toda vez que o vejo nos aproximamos mais,
conversamos mais e evitamos falar de assuntos
que não gostamos. Estou na defensiva em relação
a toda aquela m*. Fico longe daquilo tudo. Não
falo sobre nada que possa causar outra separação
e nem toco em determinados assuntos. Nossa
relação está melhor agora".
TheMetalWeb.com: Bem, além da música, vcs são
uma família. Não importa a indústria. Não
importa nada disso.
Max Cavalera:
"Sim, mas não é tão fácil (risos)".
TheMetalWeb.com: Não, eu sei disso. Às vezes,
coisas são ditas em momentos de raiva.
Max Cavalera:
"Todo mundo sempre dizia: 'você devia pegar o
telefone e ligar pra ele'. Muitas vezes eu quis
fazer isso, mas não é fácil. É como se você
estivesse assistindo a um filme. É muito fácil
estar assistindo a um filme, como o fim de
'Gladiador', e dizer: 'Mate o cara!' (risos).
Você está sentado, com a sua pipoca, e é muito
fácil falar 'mate o cara'. Mas para fazer isso
realmente, é outra coisa. É completamente
diferente. Por um lado, estou feliz por termos
ficado separados esse período porque nossa
relação está mais forte agora. Isso fez com que
a nossa vida ficasse mais interessante, de uma
maneira estranha. É mais interessante tocar com
ele agora. Se nós nunca tivéssemos nos separado,
acho que pareceria só mais um álbum, mais uma
turnê, como milhões de coisas que já fizemos.
Teria se tornado só mais um trabalho".
TheMetalWeb.com: Bem, nesse meio tempo, vocês
amadureceram também. Estão mais velhos.
Max Cavalera:
"Mais velhos, não mais sábios! (risos)"
TheMetalWeb.com: Foi você quem disse isso e não
eu (risos). Como aconteceu a participação de Rex
Brown (DOWN, PANTERA) na faixa “Ultra-Violent”?
Max Cavalera:
"Foi demais! Foi do nada. Ninguém planejou.
Estávamos no estúdio quando um amigo nosso
chegou e comentou que o Rex estava na cidade.
Pedi o número dele e disse que eu e Igor
gostaríamos de falar com ele. Ligamos e ele
perguntou: 'E aí, o que vcs estão fazendo?'
Disse que estávamos no estúdio fazendo uma
gravação com o Igor e ele falou que soubera pela
internet (risos). Continuei: 'já que estamos sem
baixista, o que você acha de vir aqui e tocar
uma música com a gente'. Ele respondeu: 'Sim,
seria ótimo. Queria ver vocês de novo. Não vejo
o Igor há muito tempo, desde o SEPULTURA'. O
mais engraçado foi que alugamos o estúdio por 10
horas para gravar o baixo porque não sabíamos
quanto tempo o Rex iria precisar. E ele fez tudo
em meia hora. Então tivemos 9 ½ horas para fazer
o que quiséssemos (risos)!"
A banda sueca de Death Metal UNLEASHED divulgou o título de seu
novo trabalho de estúdio,
com lançamento agendado para o final
do ano via SPV Records: "Hammer Battalion".
O último disco do
grupo, formado por Johnny Hedlund (baixo, vocal),
Tomas Måsgard
e Fredrik Folkare nas guitarras e Anders Schultz na bateria, foi
o "Midvinterblot".
rock, metal, heavy, punk, hardcore, rock'n'roll,
hard , beatles, led zeppelin, black sabbath, deep purple,