criados os caminhos e as formas. Os meios justificam os fins, e estes por si
próprios se justificam.
Sem rodeios, sem cavalos, sem nomes. Rótulos são para produtos, abjetivos
para dicionários.
Abrimos as porteiras para que estoure a boiada cega, surda e muda. Lágrimas
são para covardes e hipócritas, risos para os tolos.
A arte busca a liberdade e dela se alimenta, da necessidade nasce o artista
mas não a puta. Da paixão nasce a vida, e da morte a mentira. Do desejo é
que nasce o sonho e dele é que a vida se alimenta.
Desde 1º de Abril de 2011, foi inaugurada a KFK Webradio: interrogações,
mutações, metamorfoses e um pouco de música sem rótulos.
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http://kfkwebradio.com.br/
Banda Kyuss Lives! faz apresentação única no Brasil em novembro
Banda californiana de stoner rock Kyuss Lives!
O quarteto americano Kyuss Lives! confirmou em seu site oficial uma apresentação no Brasil no dia 13 de novembro. A banda de stoner rock toca no Carioca Clube, em São Paulo, após passar pela Argentina e Chile.
Kyuss Lives! é o nome sob o qual se reuniram os ex-integrantes do Kyuss, Nick Oliveri, John Garcia e Brant Bjork. Da formação original ficou de fora apenas Josh Homme, vocalista e guitarrista do Queens of the Stone Age, que foi substituído por Bruno Fevery.
O baixista do Kyuss, Nick Oliveri, também já fez parte do Queens of the Stone Age, sendo preso durante a apresentação da banda no Rock in Rio 2001 por tocar nu. Um dos grandes nomes do stoner rock, o Kyuss deu origem ao Fu Manchu, Eagles of Death Metal e Mondo Generator, entre
Paul McCartney vai se casar pela terceira vez, diz site
Em 05-05-2011
O ex-beatle Paul McCartney, 68, vai se casar com Nancy Shevell, 51, segundo o site da revista "Life & Style".
A informação teria sido dada ao site por uma fonte próxima ao músico.
"Todos estão muito felizes que Paul achou o amor e a felicidade de novo. Eles estão completamente apaixonados", teria dito a fonte.
Este será o terceiro casamento de McCartney. Sua primeira mulher, Linda, morreu em 1998 e seu casamento com Heather Mills acabou em 2007. Na época o divórcio lhe custou quase US$ 50 milhões.
Paul McCartney vai se casar com Nacy Shevell, diz site
Motorhead em São Paulo: Show começa com atraso, mas não decepciona fãs
Por Julio Feriato/Fotos: Lucas Lima (UOL)
Falar sobre a importância que o MOTORHEAD tem para a história do heavy metal é chover no molhado. Mas é bom ressaltar: Lemmy Kilmister (vocalista e baixista), que a nossa querida Paula Baldassarri chamou de "Deus" em um dos programas Heavy Nation, já deu algumas declarações dizendo que o Motorhead é uma banda de rock'n roll mais rápido, e não heavy metal. Ok, ninguém aqui discorda! Mas que seu estilo característico influenciou inúmeras bandas do gênero, disso ninguém tem dúvida alguma. E boa parte do público que compareceu nesta noite de sábado (16) ao Via Funchal, era composto pelo que costumamos chamar, "headbangers das antigas". Muitos pais e mães de familia, que viveram o boom do metal nos anos 80, misturado à nova geração, que também compareceu em peso para prestigiar a banda, que divulga The World is Yours, seu mais recente trabalho, lançado ano passado.
Antes dos ingleses detonarem seus clássicos, o ALARDE teve a infelicidade de ser a banda de abertura. O som do grupo é calcado nos anos 70, com aquele "quezinho" psicodélico, mas não conquistou uma alma viva ali presente. Já na primeira música, a careta que as pessoas faziam era algo impossível de não reparar. Resultado: VAIA TOTAL. A cada intervalo entre uma música e outra, ouvia-se apenas o público gritando o nome da atração principal, e também vários palavrões (entre outras coisas mais chatas) referidos aos coitados. E ainda, uma parte da plateia simplesmente deu às costas para a banda, em sinal de protesto. É bom salientar que ninguém aqui está discutindo a qualidade musical do Alarde, mas os promotores de shows tem que se atentar ao definir uma banda de abertura, pois todo mundo está careca de saber o quanto o fã de heavy metal é chato, exigente, e não engole qualquer coisa.
Após a sofrida abertura do Alarde, Lemmy (usando seu chapéu de cowboy), Phil Campbell (guitarra) e Mikkey Dee (bateria) sobem ao palco com quase meia hora de atraso (o show estava programado para começar às 22h), e depois da peculiar saudação do vocalista dizendo "Are you ready? We are MOTORHEAD!", começam os primeiros acordes de "Iron Fist", sendo muito bem recebidos pelos presentes, e a emendaram com "Stay Clean". De cara já deu para perceber na clareza do som, que estava ótimo, sem falhas. "Get Back in Line", do novo álbum, foi a seguinte; seguida de "Metrópolis".
O carismático Lemmy vez ou outra brincava com a plateia, mas os outros integrantes também interagiam. O guitarrista Phil Campbell chegou a dizer "vou contar até três e quero todos neste prédio fazendo o maior barulho que já fizeram na vida" e foi atendido. "Isso é São Paulo, vocês são altos", elogiou Lemmy. Mikkey Dee também é um show à parte. Muito empolgado, ele sempre se levantava da bateria para saudar o público, que o respondia instantaneamente. Para quem não se lembra, Mikkey ficou conhecido por ter sido integrante da banda de King Diamond, mas foi com o Motorhead que seu nome firmou-se definitivamente como um dos melhores bateristas de sua geração.
"Over the Top" foi a música responsável pela formação de uma grande roda de headbangers frente ao palco, e a emendaram com "Rock Out". Foi quando Phil ficou sozinho para apresentar seu solo, e fez bonito. Ao retornar a banda tocou "The Thousands Names of God", seguida por "I Got Mine", clássico de 1983. Após a execução desta, Lemmy pega uma cerveja e brinda com sua banda e platéia para anunciar "I Know how to Die", do novo disco. Engraçado ver que a cada intervalo, Lemmy reclamava que não conseguia ouvir seu baixo e pedia para aumentar o volume do instrumento (que já estava bem alto).
Outros clássicos não foram esquecidos: "The Chase Is Better Than the Catch", "Going To Brazil" (cantada em uníssomo pela plateia), "Killed By Death", além de claro, a obrigatória "Ace of Spades", grande clássico do grupo. O bis ficou por conta de "Overkill" e o Motorhead termina mais uma grande noite de puro rock n' roll. Antes de deixar o palco, Lemmy ainda disse: "São Paulo, vocês foram uma ótima audiência esta noite. Obrigado".
Foram cerca de quase 1h30 de som alto e bom rock 'n roll, onde ao todo foram lembradas 18 músicas que representam várias fases da banda e o publico com certeza foi embora satisfeito. A banda ainda irá se apresentar em Curitiba (17) e Florianópolis (20). Em setembro eles também serão uma das principais atrações do Rock In Rio.
Iron Fist
Stay Clean
Get Back In Line
Metropolis
Over the Top
One Night Stand
Rock Out
Guitar Solo
The Thousand Names of God
I Got Mine
I Know How to Die
The Chase Is Better Than the Catch
In the Name of Tragedy (com solo de bateria)
Just 'Cos You Got the Power
Going to Brazil
Killed by Death
Ace of Spades
Overkill
Paul McCartney toca no Rio de Janeiro no dia 22 de maio; ingressos custam entre R$ 150 e R$ 700
Vinte e um anos após apresentar-se pela primeira vez no Brasil - em dois shows no estádio do Maracanã, em 1990 - Paul McCartney retorna ao Rio de Janeiro com a turnê "Up and Coming Tour", em uma data já confirmada no estádio do Engenhão, no dia 22 de maio. Em 2010, a cidade ficou de fora da turnê do ex-Beatle, quando passou por Porto Alegre (estádio Beira-Rio), no dia 7 de novembro, e São Paulo, (estádio Morumbi), nos dias 21 e 22 daquele mês. Esta será a quarta vez de Paul no país, e a segunda na cidade.
As entradas para o show custam R$ 150 (setor inferior leste e oeste para portadores de necessidades especiais), R$ 180 (setor superior leste e oeste), R$ 340 (setor inferior leste e oeste), R$ 300 (pista), e R$ 700 (pista prime). A pré-venda de ingressos terá início no dia 12 de abril, à 0h (madrugada de segunda para terça-feira), no site Ingresso.com, e somente será feita para clientes dos cartões de crédito Bradesco. A venda para o público geral começa no dia 14 de abril, a partir das 9h, e será realizada no site Ingresso.com e nas bilheterias do Engenhão, que funcionam diariamente das 9h às 17h, exceto em dias de jogos.
Paul McCartney canta em São Paulo
Os shows terão apoio da Prefeitura do Rio e do clube de futebol Botafogo, que administra o estádio que servirá de palco para Paul. Com o Maracanã em obras, a produção alocou o show no Engenhão, na zona norte da cidade, que tem capacidade para até 45 mil pessoas. A data da apresentação coincide com a abertura do Campeonato Brasileiro, e vai deixar os clubes Flamengo e Fluminense, que não têm estádio próprio, sem casa na primeira rodada da competição. A possibilidade de um segundo show na cidade existe, mas ainda não há nada confirmado, segundo o produtor Luiz Oscar Niemeyer.
O primeiro show de Paul em 2011 será no dia 9 de maio, no estádio Monumental, em Lima, no Peru - é também a primeira vez que o ex-Beatle se apresenta no país. Além do Peru e do Brasil, Paul já tem uma data confirmada no Chile, no dia 11 de maio.
O repertório da turnê, que começou no dia 28 de março de 2010 no Arizona (EUA), foi apresentado com pouca variação nas cidades por onde já passou, incluindo Reino Unido, América do Norte e do Sul. A abertura normalmente fica a cargo de "Venus And Mars" e "Rock Show", do Wings. Entre os clássicos dos Beatles, Paul apresenta "All My Loving", "Got to Get You into My Life" ou "Drive My Car", "And I Love Her", "Eleanor Rigby", "Something", "Let It Be", "Hey Jude", "Blackbird", "Yesterday", "Back in the U.S.S.R.", "Helter Skelter", "Day Tripper" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band". Nas quase três horas de show, ainda há espaço para covers, como o de "Foxy Lady", de Jimi Hendrix. No palco, o ex-Beatle é acompanhado por Paul Wickens no teclado, Brain Ray no baixo e guitarra, Rusty Anderson na guitarra, e Abe Laboriel Jr na bateria.
Salário Mínimo: Show do dia 1 de Abril adiado por motivos de força maior.
Por motivos de força maior, o show com a banda Salário Mínimo que aconteceria no dia 1 de Abril na 4You Club, antiga Tribe House, foi cancelado na casa, e adiado para o dia 10 de Abril em novo Local.
Nova data: 10 de Abril, Domingo
Novo local: MANIFESTO BAR
Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi, SP/SP
Horário: a partir das 17:00
Bandas Convidadas: Harppia e Ace 4 Trays
Entrada: R$ 15,00
19/03/2011
Dave Mustaine passa mal e abandona show do Megadeth na Rússia após seis músicas
Dave Mustaine, vocalista e guitarrista do Megadeth, passou mal durante o show que a banda fazia em São Petersburgo, na Rússia, nesta quarta-feira (16).
O músico, que sofria dores por conta de pedras no rim, ignorou os conselhos médicos de cancelar a apresentação para se internar em um hospital. O show do Megadeth durou apenas meia hora e, após seis músicas, Mustaine foi levado para receber tratamento.
Em entrevista ao site Rocknewsdesk, ele explicou a situação dizendo que havia urinado sangue antes da apresentação e que, após receber uma injeção antiinflamatória, analgésicos e dormir, acordou pronto para o show. "Eles disseram que poderiam atrasar a apresentação em meia hora. Eu disse: estou bem, vamos fazer isso".
Apesar do susto, o guitarrista afirmou que o Megadeth não irá cancelar os shows da turnê europeia da banda ao lado dos grupos Slayer, Metallica e Anthrax, dizendo estar "95% melhor".
Uganga na Revista Trip
Os mineiros do UGANGA ganharam destaque na edição 196 da renomada Revista TRIP.
A banda é citada na coluna do respeitado jornalista Ronaldo Lemos como um dos destaques do atual cenário do heavy metal.
Confira um treco da matéria: "Descobri uma nova geração de bandas, como o Uganga, que rapidamente tornou-se minha banda de metal favorita (junto com o The Mechanics, de Goiânia)."
Hall da Fama vai abrir primeira exposição dedicada às mulheres do rock and roll
A cantora norte-americana Billie Holiday, que vai integrar a exposição
O Hall da Fama e Museu do Rock and Roll, nos Estados Unidos, anunciou a abertura da primeira exposição dedicada às mais influentes artistas mulheres do rock. O show de abertura está marcado para o dia 13 de maio, na cidade de Cleveland.
"Mulheres do Rock: Visão, Paixão, Poder" vai destacar mais de 50 artistas femininas que vão de Billie Holiday e Aretha Franklin a Melissa Etheridge e Lady Gaga. O local da exposição terá dois andares com produtos e salas de vídeo contando a história de como as mulheres moldaram a história da música popular.
Ao longo do ano, o museu vai oferecer também uma programação educativa sobre o papel que as mulheres têm desempenhado no rock and roll. Um show beneficente está previsto para acontecer no dia 14 de maio, com apresentações de Cyndi Lauper e Wanda Jackson
Guitarristas Maranhão e Denison Fernandes fazem workshop grátis
Carlos Maranhão (divulgação)
Carlos Maranhão, do Rio de Janeiro, e o gaúcho erradicado em São Paulo Denison Fernandes (ACLLA) fazem workshop nesta segunda (07), às 20 horas, no SL Music Hall – Souza Lima Ensino de Música, com entrada franca. O evento ainda conta com a participação do baixista Bruno Ladislau (ACLLA), companheiro musical de longa data do guitarrista gaúcho.
No evento, os músicos falam de temas como técnica, harmonia, composição e apresentam composições de diversas fases da carreira.
Maranhão é formado em Português/Grego pela Universidade Federal Fluminense, mas atua como professor de guitarra e violão há 15 anos. Foi fundador do grupo Esdras, com quem gravou o CD Quem tem ouvidos, ouça e teve destaque no evento Marcha pra Jesus, em 2001, na Apoteose (RJ). Gravou o CD solo Três Eixos, lançado oficialmente em 2008 no Teatro Municipal de Niterói. O álbum conta com as participações de André Brito (bateria), Rafael de Assis (baixo), Bênlio Bussinguer, (teclados) e Rodolfo de Assis na bateria da música Nikit e traz uma fusão de vários estilos, como o rock, o jazz e até o samba.
Atua na Expo Music desde 2008 e em 2010 lançou sua primeira vídeo aula. É professor do Conservatório de Música de Niterói, produtor musical e endorse das marcas Tagima, Sparflex Cabos, Amplificadores Snake, Pedais Witheandgreen, Strazza e Cordas Solez
Denison gravou seu primeiro single em 2003 The Time´s Now - um heavy metal instrumental misturado a ritmos brasileiros e música erudita com participações de Kiko Loureiro (Angra), Vandré Nascimento e Joe Moghrabi. No mesmo ano, compôs a trilha sonora do curta metragem Noite Vermelha. Em 2005, lançou o primeiro CD solo, Extreme Day, que além de Moghrabi e Loureiro, contou com a participação de Edu Ardanuy (Dr. Sin), entre outros.
É colaborador da revista Guitar Player, participou do Livro 12 anos Guitar Player e é professor do Souza Lima Ensino de Música, em São Paulo. Em 2010, tocou no festival Guitar Experience em Buenos Aires e é integrante da banda ACLLA, com quem lançou o debut Landscape Revolution (2010), ao lado de Tato Deluca (vocal), Chrystian Dozza (guitarra), Bruno Ladislau (baixo) e Eloy Casagrande (bateria).
Denison Fernandes (divulgação)
Foo Fighters libera prévia de novo álbum
18/01/2011 14h00• Da Redação
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Dave Grohl, do Foo Fighters
Os fãs do Foo Fighters já podem começar a comemorar: o grupo liberou na web um teaser de seu novo álbum de estúdio, que deve chegar às lojas no meio do ano.
A prévia tem apenas 30 segundos, mas já é uma amostra do trabalho que Dave Grohl definiu como "o mais furioso e pesado" da história da banda.
O Foo Fighters convocou Butch Vig, produtor do clássico Nevermind, do Nirvana, para comandar os trabalhos de estúdio da banda. O novo álbum, ainda sem título, já foi gravado e atualmente está sendo masterizado.
Ouça abaixo a prévia do álbum:
compartilhe:
Iron Maiden volta ao Brasil em 2011 com seis shows do novo disco "The Final Frontier"
O cantor Bruce Dickinson em show do Iron Maiden em São Paulo (15/03/2009)
Com um novo disco já entre os mais vendidos no Reino Unido, o Iron Maiden vai retornar ao Brasil em 2011. A banda, que esteve aqui no ano passado, divulgou em seu site oficial seis datas entre março e abril para mostrar a turnê de "The Final Frontier".
26/03 - São Paulo, Estádio do Morumbi
27/03 - Rio de Janeiro, HSBC Arena
30/03 - Brasília, Ginásio Nilson Nelson
01/04 - Belém, Parque de Exposições
03/04 - Recife, Parque de Exposições
05/04 - Curitiba, Expotrade
Ainda não há informação oficial sobre preço de ingressos nem confirmação das casas de shows. No site, a banda divulgou uma nota dizendo que vai rodar o mundo em 66 dias. A turnê começa em Moscou, na Rússia, no dia 11 de fevereiro. A previsão é de que termine no dia 10 de julho em St Petersburg, também na Rússia.
O 15º disco do Iron Maiden dominou a parada britânica e relegou ao segundo posto "Recovery", do rapper Eminem. Após três décadas nos palcos, 80 milhões de discos vendidos e 2 mil shows na bagagem, o Iron Maiden é um dos principais expoentes mundiais do heavy metal.
Para a gravação de "The Final Frontier", a banda britânica se reuniu com o produtor Kevin 'Caveman' Shirley, no estúdio Compass Point de Nassau (EUA). Em entrevista, o grupo afirma que o álbum não soa mais como anos 80.
Banda de Liam Gallagher, Beady Eye divulga primeiro clipe
Da Redação UOL
Liam Gallagher no Festival de Cinema de Cannes, na França (14/05/2010)
A banda inglesa Beady Eye, liderada por Liam Gallagher, divulgou seu primeiro clipe no site do grupo.
"Bring The Light" é o primeiro single da banda que conta ainda com os ex-integrantes do Oasis Gem Archer e Andy Bell, além de Chris Sharrock.
Antes de estrear o clipe, a música foi diponibilizada para download grátis na página da banda, na semana passada.
O primeiro disco do Beady Eye deve ser lançado no começo de 2011. As gravações foram feitas no estúdio do produtor Steve Lillywhite, que trabalhou com U2, entre outros.
Heaven & Hell: veja detalhes do CD e DVD ao vivo
Henrique Inglez de Souza
Foi confirmado para o dia 16 de novembro, via Eagle Rock, o lançamento do CD e DVD 'Neon Nights: 30 Years of Heaven & Hell – Live in Europe'. O registro traz o show realizado pelo Heaven & Hell no festival alemão Wacken Open Air, em julho de 2009.
O repertório faz um apanhado geral em todos os trabalhos de Ronnie James Dio com o Black Sabbath/Heaven & Hell. A banda estava divulgando o disco 'The Devil You Know' (2009), último de estúdio gravado pelo vocalista, que morreu de câncer em maio deste ano.
A versão em DVD inclui depoimentos de todos os membros – Dio, Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Vinny Appice (bateria) – sobre os 30 anos do lançamento do disco 'Heaven and Hell', do Black Sabbath. Também há homenagens dos três remanescentes para o vocalista.
Veja as faixas de 'Neon Nights: 30 Years of Heaven & Hell – Live in Europe':
DVD
01. E5150
02. The Mob Rules
03. Children of the Sea
04. I
05. Bible Black
06. Time Machine
07. Fear
08. Falling Off the Edge of the World
09. Follow the Tears
10. Die Young
11. Heaven and Hell
12. Country Girl
13. Neon Knights
CD
01. The Mob Rules
02. Children of the Sea
03. I
04. Bible Black
05. Time Machine
06. Fear
07. Falling Off the Edge of the World
08. Follow the Tears
09. Die Young
10. Heaven and Hell
11. Neon Knights
Foto: Divulgação
- SuperAction Metal Fest: Entrevista comMarcelo Pompeu (Korzus)
"Vamos quebrar tudo!" é o recado de Marcelo Pompeu (Korzus) para a galera da Baixada Santista! Em uma breve entrevista para a produção do evento SuperAction Metal Fest, que vai acontecer no próximo dia 11 de outubro, em Santos, o lendário vocalista, fala um pouco sobre o novo trabalho da banda, do videoclipe que está chegando a 60.000 acessos no youtube, do que acha de projetos sociais, e manda um recado para todos os headbangers da baixada, "Vamos quebrar tudo, com muita paixão ao metal!".
O evento será realizado na Fênix Coffee (antiga Royal Mercúrio - Av. Presidente Wilson, 143 - Santos), ainda terá a presença das bandas HEAVENLY KINGDOM, INFECTOR e PREDATORY.
Os ingressos custam R$ 25,00 antecipados, e R$ 30,00 na portaria (No dia, levar 1 kg de alimento não perecível. Não serão aceitos sal e açúcar. Para quem não levar o alimento, será cobrado R$ 3,00 para compensar esta falta. Toda a renda e alimentos arrecadados serão direcionados aos projetos do INSAT. Não serão vendidos ingressos de 1/2 Entrada no dia).
Promoção: Na Compra do Ingresso antecipado, ganhe smds do HEAVENLY KINGDOM e cds promocionais do PREDATORY! (Promoção não válida para ingressos de 1/2 Entrada, e apenas para os 80 Primeiros que chegarem no dia do show. Os discos serão entregues diretamente na portaria, conforme a chegada do publico, até chegar o limite de discos disponíveis, e mediante apresentação do ingresso antecipado.)
Postos de Vendas:
- EM SANTOS
Top Shirt's - Rua Marcilio Dias, 9, Gonzaga - Tel. 3284-3552 (Único Posto de Venda para ingressos 1/2 Entrada. A responsabilidade pela aquisição da 1/2 Entrada é de inteira responsabilidade do comprador, que deverá comprovar a sua situação de estudante ou maior de 65 anos)
Horário de Atendimento
Seg. a Sex 10:00 as 18:00/Sábados e Feriados 10:00 as 13:00
Esta mensagem é enviada com a complacência da nova legislação sobre correio eletrônico, Seção 301, Parágrafo (a) (2) (c) Decreto S. 1618, Título Terceiro aprovado pelo "105 Congresso Base das Normativas Internacionais sobre o SPAM". Este E-mail não poderá ser considerado SPAM quando inclua uma forma de ser removido. Se você não quiser receber mais estes e-mails, por favor envie-nos uma mensagem em branco, heavensinc@gmail.com , para retirarmos seu nome do cadastro, e desculpe o incomodo!
Eddie Vedder compõe música inédita para filme com Julia Roberts; ouça
Da Redação UOL
Eddie Vedder durante show do Pearl Jam no 40º New Orleans Jazz & Heritage Festival, em Lousiana (01/05/2010)
O líder do Pearl Jam, Eddie Vedder, compôs uma nova música para a trilha sonora do filme "Comer, Rezar, Amar", protagonizado por Julia Roberts e Javier Bardem. A canção ganhou o nome de "Better Days" e foi criada especialmente para a produção.
Eddie Vedder - "Better Days"
Além de "Better Days", Vedder também cedeu "The Long Road" para o filme. A música foi gravada pelo Pearl Jam em 1995 e, no ano seguinte, regrava pelo cantor em colaboração com Nusrat Fateh Ali Khan para outro longa-metragem, "Os Últimos Passos de Um Homem".
João Gilberto também está na trilha sonora de "Comer, Rezar, Amar" com "Wave" (Tom Jobim) e "'S Wonderful" (George & Ira Gershwin). A filha do brasileiro, Bebel Gilberto, participa cantando "Samba da Benção", de Vinícius de Moraes. A trilha traz ainda músicas de Neil Young, Sly & The Family Stone, Marvin Gaye, Florence and the Machine e Josh Rouse, entre outros.
O filme "Comer, Rezar, Amar" é baseado no best-seller de mesmo nome da romancista Elizabeth Gilbert, e tem direção de Ryan Murphy, conhecido pelos seriados bem-sucedidos como "Nip/Tuck" e "Glee". O filme estreia no dia 1º de outubro.
U2 deve ter prejuízo de R$ 250 milhões por adiamento da turnê
Publicidade
O adiamento da nova fase de sua turnê pode resultar em mais de R$ 250 milhões em prejuízos ao U2. Até o momento, a banda já cancelou 16 apresentações para que o vocalista Bono se recupere de uma cirurgia na coluna e ainda não tem data para cair na estrada.
Segundo o jornal "The Sun", o quarteto tem seguro para a turnê "360º", mas ainda assim perderá dinheiro enquanto a excursão estiver parada.
De acordo com o empresário da banda, Paul McGuinness, a manutenção da turnê custa mais de R$ 1 milhão por dia, "a banda tocando ou não".
Efe
U2 sofre prejuízos diários enquanto Bono se recupera de cirurgia na coluna
Bono, 50, foi operado às pressas na Alemanha em meados de maio depois de sofrer um acidente durante os ensaios. Sua recuperação deve durar cerca de dois meses.
Os ingressos para o show do Dark Tranquillity, grupo pioneiro do Death Metal melódico, já estão à venda. Mais informações no press release abaixo.
Credenciamento de Imprensa: Meios de Comunicação interessados na cobertura deste histórico evento, por favor, enviem os seguintes dados até o dia 10 de Junho:
- Veículo de Imprensa, nome completo, número do RG, função, e-mail e telefone de contato.
Atenção: O credenciamento está sujeito à limitações por parte da produção da banda. Portanto, o envio do pedido não caracteriza o credenciamento automático. A Ultimate Press entrará em contato para responder sobre a aprovação ou não do mesmo até 2 dias antes da apresentação.
Os ingressos para apresentação do Dark Tranquillity em SP já estão à venda
A produtora Dark Dimensions informa que já estão à venda os ingressos para a apresentação do Dark Tranquillity, um dos grupos pioneiros do Death Metal melódico, em São Paulo. O show que acontece no próximo dia 12 de Junho, no Carioca Club, marca a estreia da banda no Brasil e promete ser um grande marco para os fãs. Mikael Stanne (vocais), Martin Henriksson (guitarra), Niklas Sundin (guitarra), Daniel Antonsson (baixo), Martin Brandstrom (teclados), Anders Jivarp (bateria) estão preparando um repertório abrangendo as composições mais aclamadas pelos fãs.
Neste momento, o Dark Tranquillity está em turnê pelos EUA divulgando o novo álbum “We are the Void”, recentemente disponibilizado para audição no MySpace oficial da banda.
Os ingressos podem ser adquiridos nas lojas Lady Snake, na tradicional Galeria do Rock, ou pela internet, no site da Ticket Brasil, pelos seguintes valores:
Pista Promocional e Estudante: R$ 60,00
Camarote Promocional e Estudante: R$ 80,00
Ingressos pela Internet: http://www.ticketbrasil.com.br/rock/heavy-metal/dark-tranquillity-no-carioca-club.html
A turnê do Dark Tranquillity pela América Latina é a seguinte:
June 3: Cidade do México, Mexico - Circo Volador
June 4: Puebla, Mexico - Salon JP de Puebla
June 5: Bogota, Colombia - Teatro Metropol
June 6: Caracas, Venezuela - CECIM
June 8: Lima, Peru - Voce
June 9: Santiago, Chile - Teatro Teleton
June 10: Buenos Aires, Argentina - Teatro Flores
June 11: Montevideo, Uruguai - Complejo Troya
June 12: São Paulo, Brasil - Carioca Club
June 13: Curitiba, Brasil - TBA
Serviço São Paulo Data: 12/06/2010 Local: Carioca Club Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899 Horário: 20h Ingressos: R$ 60,00 (pista promocional/estudante) e R$ 80,00 (camarote promocional/estudante) Pontos de vendas: loja Lady Snake (Galeria do Rock) 11 3333-6931 / 11 3361-7705 / www.ticketbrasil.com.br Informações:
11 7527-4084 Website do show: www.darktranquillity.com.br
Notas
oficiais das bandas:
Angra, Tropa de
Shock, Argos,
Kattah, In Torment e
Opus Eclipse.
ANGRA: Kiko Loureiro
fala sobre novo
álbum do grupo
A banda paulistana
ANGRA se encontra
finalizando o seu
novo álbum de
inéditas, sucessor
de “Aurora
Consurgens” (2006),
no Norcal Studios em
São Paulo.
O guitarrista Kiko
Loureiro soltou uma
nota oficial,
fazendo um balanço
das atividades do
grupo em estúdio,
com ênfase nas suas
sessões de gravação,
que pode ser
conferida logo
abaixo:
“Essas palavras são
destinadas aos fãs
do ANGRA...
É com muito prazer
que informo que
estamos prestes a
finalizar o novo
álbum da banda! O
clima em estúdio
está ótimo e
recentemente
terminei as minhas
partes de guitarra
(bases, solos e
temas). Está tudo
pronto finalmente!
Nesse momento estou
por fechar toda a
parte dos violões e
compondo duas novas
letras. Os trabalhos
estão de fato muito
adiantados e o
resultado nos
impressiona cada vez
mais. Esse
certamente será um
grande álbum que
concretizará nossas
mais diversas idéias
musicais, onde o
equilíbrio do estilo
tradicional do ANGRA
com inovações
artísticas estará
perfeito.”
Kiko Loureiro
O novo álbum do
ANGRA, ainda sem
título definido e
que terá a produção
assinada pelos
próprios músicos,
tem previsão de
lançamento para o
inicio do mês de
junho do ano
corrente.
ARGOS: grande show
na cidade de Santo
André/SP
A banda paulistana
ARGOS se apresentará
na próxima
quinta-feira, dia 10
de abril, no Loola
Palooza Rock Bar,
que tem suas
dependências
localizadas na
cidade de Santo
André, São Paulo. “É
com grande
satisfação que
voltamos aos palcos.
Ainda mais na cidade
de Santo André, onde
o público sempre nos
acolheu com muito
carinho em todos
esses anos de
carreira. Faremos um
set especial para
esse show,
englobando canções
do nosso EP ‘In The
Name Of Tragedy’ e
algumas surpresas
inéditas. Contamos
com a presença de
todos para
celebrarmos o Heavy
Metal, feito com
muita honestidade,
na noite de primeiro
de abril”, declarou
o vocalista Fábio La
Torre.
A ARGOS continua o
processo de
divulgação do seu
primeiro trabalho de
estúdio, intitulado
“In The Name Of
Tragedy”.
Serviço:
Argos - In The Name
Of Tragedy Tour 2010
Local: Loola Palooza
Rock Bar (Santo
André/SP)
Endereço: Rua Padre
Manoel de Paiva, 120
- Esquina com a rua
das Monções
Data: 01 de abril
(quinta-feira)
Ingresso: Não
Disponível
Horário: 20h00
Informações: (11)
4990.2017
TROPA DE SHOCK
assina contrato com
a gravadora Apollo
Music
A banda paulista
TROPA DE SHOCK
acabou e assinar um
importante contrato
para o lançamento do
seu oitavo álbum de
estúdio, “Immortal
Rage”. O grupo
firmou parceria com
a gravadora Apollo
Music, juntamente
com a Play Rec
produtora, que agora
cuidarão da
distribuição do
vindouro material no
mercado brasileiro.
Segundo o vocalista
Don: “Enviamos
cópias promocionais
do nosso novo CD
para alguns dos
principais selos do
país, e o resultado
tem sido
maravilhoso. De
todas as propostas
que recebemos,
optamos por fechar
com a Apollo Music e
a Pay Rec produtora,
pois trabalharão de
forma integrada
junto com a nossa
empresa de
assessoria de
imprensa, a MS Metal
Press, todos
objetivados em dar o
melhor suporte
possível ao
lançamento de
‘Immortal Rage’.
O lançamento de
“Immortal Rage” está
agendado para o
final do primeiro
semestre de 2010.
OPUS ECLIPSE:
maiores informações
sobre sua primeira
Demo
A banda OPUS ECLIPSE
revelou a arte
gráfica de sua
primeira Demo - “The
Lost Horizon” -
juntamente com o
track list oficial
do produto. Todo
conceito visual do
material foi
composto por Marcos
Lorenzete (ArtSpell
Design),
evidenciando o
direcionamento
lúgubre adotado pelo
septeto em suas
letras. “Ficamos
muito satisfeitos
com o trabalho do
Marcos. A sua visão
retratou de forma
brilhante o conteúdo
de nossa obra. Não
vemos a hora de
lançarmos o CD no
underground e
cairmos na estrada
divulgando-o”,
afirmou a vocalista
Karina Bathory.
A OPUS ECLIPSE,
atualmente, além de
contar com a já
citada vocalista
Karina Bathory,
apresenta em suas
fileiras músicos da
estirpe de Marcelo
Maximus (vocal),
Thiago Figueiredo
(vocal e guitarra),
André Luiz (baixo) e
Kai Favarete
(guitarra), Ericson
Willians (teclado) e
Renan Torres
(bateria).
“The Lost Horizon”
tem previsão de
lançamento para o
segundo semestre do
ano corrente, e sua
produção ficará a
cargo do vocalista e
guitarrista do
septeto, Thiago
Figueiredo.
Track List:
01 - Dark Tales
(intro)
02 - Reflections
03 - The Lost
Horizon
04 - Convict
05 - Guardians Of
Tombs
IN TORMENT:
confirmado na
seletiva W:O:A Metal
Battle Brasil 2010
A banda IN TORMENT,
que hoje se encontra
produzindo seu
segundo álbum de
estúdio, será uma
das atrações da
seletiva para o
festival Wacken Open
Air, a ser realizada
em Porto Alegre,
capital do Rio
Grande do Sul.
A revista Roadie
Crew tem parceria
com os organizadores
do Wacken Open Air,
maior festival de
Metal do mundo e,
desde o ano de 2001,
tem levado à
Alemanha grupos de
visitantes
brasileiros para
assistir ao festival
em condições
especiais, além de
ter indicado bandas
brasileiras para se
apresentarem no
Wacken.
Em 2005 a empresa
ICS Festival
Services,
organizadora do
evento, instituiu o
concurso W:O:A Metal
Battle como parte
das atrações do
festival, dando
oportunidade a
bandas de diversos
países a concorrerem
a um contrato com a
Armageddon Music,
gravadora que faz
parte do grupo
ICS-WOA.
A Louder
Music/Roadie Crew
Editora, na
qualidade de
parceira do grupo
ICS-WOA, é a
responsável pela
indicação de uma
banda brasileira a
cada ano para tomar
parte no W:O:A Metal
Battle. Como parte
das atribuições
desta parceria, a
revista Roadie Crew
tem a incumbência de
organizar e
coordenar a
realização do mesmo
concurso no Brasil.
A etapa brasileira
do W:O:A Metal
Battle segue os
mesmos critérios
adotados para
seleção das bandas
na Alemanha e nos
outros países que
são representados no
Wacken.
Serviço:
Wacken Metal Battle
- Porto Alegre (RS)
Data: 30 de abril de
2010 (sexta-feira)
Local: À confirmar
Horário: À confirmar
Bandas: In Torment,
It’s All Red,
Darkest Seed, One Of
Them e Tierramystica
KATTAH: baixe novo
single do grupo no
site da MS Metal
Press
A banda KATTAH,
juntamente com o
apoio da MS Metal
Press, lançaram para
download gratuito o
primeiro single
extraído do álbum
“Eyes Of Sand” –
“Lebanese Aura”.
O material foi
registrado em São
Paulo no final do
ano de 2009, tendo
como produtor
Fernando Quesada
(Shaman). “Agora
falta muito pouco
para vermos ‘Eyes Of
Sand Lançado’. E,
enquanto isso,
resolvemos
disponibilizar uma
prévia do CD em
formato single
virtual, através do
imenso apoio que
recebemos de nossa
assessoria de
imprensa, a MS Metal
Press. Espero
imensamente que
todos curtam
‘Lebanese Aura’,
pois ela sintetiza
de maneira exata o
que o full lenght
representa em sua
essência. Aproveito
para dedicar essa
canção para todos os
nossos irmãos
libaneses, que muito
honram sua rica
cultura apesar de
todas as
dificuldades que
enfrentam. Muito
obrigado irmãos...”,
declarou o vocalista
Roni Sauaf.
“Lebanese Aura” foi
lançado oficialmente
no último dia 29 de
março
(segunda-feira) no
site da MS Metal
Press. O arquivo
disponibilizado
contém duas versões
de “Lebanese Aura”,
a que será
encontrada em “Eyes
Of Sand” e uma
versão editada para
veiculação em
programas de rádio
especializados.
Em paralelo, a
KATTAH encontra-se
negociando o
lançamento de “Eyes
Of Sand” com as
principais
gravadoras do Brasil
e exterior. O seu
lançamento está
previsto para o
final do primeiro
semestre do ano
corrente.
AC/DC comemora 30
anos de "Back In
Black" e integra
trilha sonora de
"Homem de Ferro 2"
AC/DC EM SPSHOW,
CLIPES E MAIS
VÍDEOSMAIS DE AC/DC
NO UOLO AC/DC foi
anunciado como
atração principal da
edição 2010 do
Download Festival,
que acontece em
junho na Inglaterra.
Enquanto o evento
comemora 30 anos de
seus primeiros shows
realizados em
Donington Park, no
condado de
Leicestershire, o
AC/DC celebra o 30º
aniversário do seu
clássico álbum "Back
In Black".
Em entrevista ao
programa "XFM Rock
Show", da rádio
inglesa XFM, o
produtor do
festival, Andy
Copping, disse que a
edição deste ano
pode ter algo
especial para
comemorar as duas
datas.
"Absolutamente sim.
Você nunca sabe o
que pode acontecer
no dia", falou.
Uma campanha no
Facebook já foi
aberta pelos fãs
para que o AC/DC
toque "Back In
Black" na íntegra
durante o Download
Festival, que será
entre os dias 11 e
13 de junho. Já
estão confirmados
também Stone Temple
Pilots, Motörhead,
Them Crooked
Vultures, Deftones,
Megadeth,
Wolfmother, Bullet
For My Valentine e
Volbeat.
Além do festival,
foi anunciado também
que o AC/DC será
responsável por toda
a trilha sonora do
filme "Homem de
Ferro 2", que
estreia no dia 28 de
abril. O disco
"AC/DC: Homem de
Ferro 2" terá mas 15
sucessos da banda de
Angus Young e chega
às lojas no dia 19
do mesmo mês de
estreia.
Veja as músicas que
fazem parte de
"AC/DC: Homem de
Ferro 2":
"Shoot To Thrill"
"Rock 'N' Roll
Damnation"
"Guns For Hire"
"Cold Hearted Man"
"Back In Black"
"Thunderstruck"
"If You Want Blood
(You've Got It)"
"Evil Walks"
"T.N.T."
"Hell Ain't A Bad
Place To Be"
"Have A Drink On Me"
"The Razor's Edge"
"Let There Be Rock"
"War Machine"
"Highway to Hell"
Da Redação UOL
Foo Fighters vai
transmitir show ao
vivo pelo Facebook
Depois da bem
sucedida iniciativa
do U2 em transmitir
show pelo YouTube,
agora é a
vez do Foo Fighters
adotar a ação. A
banda de Dave Grohl
vai exibir em tempo
real uma
apresentação pelo
site de rede social
Facebook.
O show será
transmitido na
virada da próxima
sexta-feira (30)
para sábado (31), a
partir da meia-noite
de Brasília. O Foo
Fighters se
apresentará no palco
do Studio 606, na
Califórnia, mas não
revelou o repertório
da apresentação.
A banda lança no dia
3 de novembro a
coletânea "Greatest
Hits" em versão
simples e de luxo,
que vem com CD e
DVD, incluindo a
nova faixa "Wheels".
Veja as faixas que
fazem parte do
pacote:
CD
"All My Life"
"Best Of You"
"Everlong"
"The Pretender"
"My Hero"
"Learn To Fly"
"Times Like These"
"Monkeywrench"
"Big Me"
"Breakout"
"Long Road To Ruin"
"This is a Call"
"Skin and Bones"
"Wheels"
"Word Forward"
"Everlong"
(acústico)
DVD
"I'll Stick Around"
"Big Me"
"Monkey Wrench"
"Everlong"
"My Hero"
"Walking After You"
"Learn To Fly"
"Next Year"
"All My Life"
"Times Like These"
"Low"
"Best Of You"
"DOA"
"Resolve"
"The Pretender"
"Long Road To Ruin"
"Wheels"
"Everlong" (ao vivo
no Everywhere But
Home)
"Breakout" (ao vivo
no Hyde Park)
"Skin And Bones" (ao
vido no Skin And
Bones)
"All My Life" (ao
vivo em Wembley)
Da Redação UOL
Coldplay é alvo de
novas acusações de
plágio por clipe de
"Strawberry Swing"
Da Redação uol
Uma semana após se
livrar do processo
movido por Joe
Satriani, o Coldplay
agora é alvo de
novas acusações de
plágio. Dessa vez, o
cantor britânico
Andy J. Gallagher
alega "várias
similaridades" entre
seu vídeo "Something
Else" e o que a
banda de Chris
Martin fez para
"Strawberry Swing".
Segundo o jornal
"The Guardian", o
músico denunciou a
semelhança entre os
dois vídeos, que
colocam pessoas
reais interagindo
com animações em
rabiscos de giz.
"Acho injusto que
'Strawberry Swing'
acabe indicado para
prêmios e seja
mundialmente
aclamado como
inovador, quando
Owen Trevor [diretor
de 'Something Else']
teve a mesma ideia
anos antes", disse
Gallagher.
O músico, no
entanto, não deve
entrar com processo.
"Não posso dizer que
eles me copiaram.
Receio que a parte
criativa do clipe
foi escrita pela
[produtora] Shynola,
e não pelo
Coldplay", disse.
Ainda segundo o
"Guardian", a
produtora --formada
por quatro artistas
e que tem no
currículo vídeos de
Radiohead, Blur e
Beck-- não comentou
o caso.
No início de
dezembro do ano
passado, o Coldplay
foi indicado a seis
Grammys e a música
"Viva La Vida"
entrou nas
categorias "gravação
principal" e "canção
do ano". Um dia após
a cerimônia de
indicados ao Grammy,
Satriani entrou na
Justiça acusando o
Coldplay de copiar
"trechos originais
substanciais" de "If
I Could Fly", canção
instrumental lançada
pelo guitarrista em
2004.
Meses depois, Cat
Stevens (ou Yusuf
Islam, como é
chamado desde sua
conversão ao
Islamismo) também
acusou o Coldplay de
ter copiado trechos
de sua música
"Foreigner Suite",
de 1973, na mesma
"Viva La Vida".
Pacifista, o cantor
disse que "perdoou"
a banda.
Assista aos clipes
de "Strawberry
Swing", do Coldplay,
e "Something Else",
de Andy J.
Gallagher:
Coldplay -
"Strawberry Swing"
Andy J. Gallagher -
"Something Else"
Há 40 anos, os
Beatles tiraram
algumas fotos
cruzando uma faixa
de pedestres na
londrina rua de
Abbey Road:
Londres,
8 ago (EFE).- Há 40
anos, os Beatles
tiraram algumas
fotos cruzando uma
faixa de pedestres
na londrina rua de
Abbey Road, sem
saber que essa
imagem tão simples
se transformaria com
o tempo em uma das
capas mais famosas
de sua discografia.
No dia 8 de agosto
de 1969, os "quatro
rapazes de
Liverpool" foram
imortalizados sobre
aquela faixa de
pedestres, situada
no bairro de St
John's Wood (norte
de Londres), na
célebre e tão
imitada foto que se
transformou em um
ícone da história do
pop.
Centenas de fãs do
quarteto devem
repetir o ato e
cruzar aquela faixa
às 10h35, exatamente
quatro décadas
depois de o
fotógrafo Iain
Macmillan captar a
famosa fotografia do
disco "Abbey Road".
Além disso, uma
banda de tributo aos
Beatles, a "Sgt
Pepper's Only Dart
Board Band",
participará do ato
vestida com uma
roupa similar àquela
que o grupo usava há
quatro décadas.
Quarenta anos atrás,
John Lennon, Ringo
Starr, Paul
McCartney e George
Harrison entraram
nos estúdios da EMI
em Abbey Road para
trabalhar naquele
que seria seu último
álbum em conjunto
("Let it Be" foi
lançado um ano mais
tarde, mas foi
gravado antes da
separação).
O disco levaria o
título "Everest", em
homenagem à marca de
cigarros favorita de
Geoffrey Emerick,
engenheiro de som
dos Beatles, mas a
idéia de ter o
Himalaia na capa não
animou muito Lennon
e companhia.
Segundo Brian
Southall, autor de
um livro que conta a
história dos
estúdios da EMI, "há
um desenho que Paul
McCartney fez de
quatro homenzinhos
estranhos
atravessando uma
faixa de pedestres",
que "deu uma boa
idéia" à banda.
Sem estarem
totalmente
convencidos, os
quatro músicos
saíram naquele dia 8
de agosto na
companhia de Iain
Macmillan - que
conheceu os Beatles
através de Yoko Ono
- e fizeram a famosa
pose na faixa de
pedestres em frente
aos estúdios da EMI.
"Eles deram a
Macmillan uns 15
minutos, que subiu
numa escada enquanto
um policial segurava
o trânsito. A banda
caminhou pra frente
e para trás várias
vezes e nada mais do
que isso", relatou à
"BBC" Southall,
amigo do fotógrafo,
falecido em 2006.
A foto mostra John,
Ringo, Paul e George
cruzando em fila
indiana a faixa de
pedestres, em uma
rua iluminada onde
se destaca um Fusca
branco estacionado à
esquerda.
Na imagem, fruto de
uma sessão em que
Macmillan só tirou
seis fotos, chama a
atenção o fato de
McCartney (de terno
escuro) aparecer
descalço e sem
marcar o mesmo passo
que seus
companheiros.
Segundo uma teoria
muito divulgada na
época, a cena
representaria uma
procissão fúnebre na
qual McCartney seria
o morto; Lennon (de
terno branco), o
sacerdote; Starr
(terno negro), o
agente funerário; e
Harrison (de camisa
e calças jeans), o
coveiro.
A decisão final de
usar a curiosa foto
como capa do disco
ficou a cargo de
John Kosh, diretor
criativo dos
estúdios da EMI, que
achou desnecessário
incluir o nome do
grupo na capa,
porque "era a banda
mais famosa do
mundo".
Como lembrança vale
a pena destacar que
o fusca branco, de
propriedade de um
vizinho de Abbey
Road, teve a placa
(de número "28IF")
roubada várias vezes
após o lançamento do
disco.
O carro foi
arrematado em um
leilão realizado em
1986 por $23 mil
dólares, e
atualmente está
exposto no museu da
Volkswagen em
Wolfsburg
(Alemanha).
"Abbey Road", que
contém clássicos
como "Come Together"
e "Here Comes The
Sun", foi lançado em
26 de setembro de
1969 e, de acordo
com a revista
musical "Rolling
Stone", é um dos 14
melhores discos de
todos os tempos.
Várias bandas
imitaram a mítica
capa, como os "Red
Hot Chili Peppers"
em seu disco "The
Abbey Road E.P."
(1988), só que sem
estar vestindo
qualquer roupa.
Com os anos, a faixa
de pedestres se
tornou uma grande
atração turística
onde os visitantes
tentam seguir os
passos do conjunto
de Liverpool e,
porque não, tirar a
tão famosa foto.
WoodStock - 40 anos
Janis Joplin
ficou com o
último bagel:
Conheça
Woodstock da
forma que foi
GARY
GRAFF
The New
York
Times
Sindycate
Janis Joplin, uma das atrações do festival de Woodstock, em foto de (29/07/1968)
Foram
três
dias de
paz,
amor e
música.
E chuva,
lama e
caos.
O
Festival
de
Música e
Artes de
Woodstock
completa
40 anos
neste
ano,
montado
em uma
onda
renovada
de
lembranças
–frequentemente
seletivas–
sobre o
que
aconteceu
entre
sexta-feira,
15 de
agosto,
e
segunda-feira,
18 de
agosto
de 1969,
na
fazenda
de Max
Yasgur
em
Bethel,
uma
cidade
no
interior
de Nova
York.
Alguns
lembram
da
desorganização,
dos
campos
repletos
de
sujeira,
das
tempestades
pesadas
e da
programação
aparentemente
aleatória
de
música,
que
esticou
o
festival
previsto
para
três
dias até
uma
inesperada
quarta
manhã,
na qual
Jimi
Hendrix
tocou
sua
famosa
versão
de “The
Star-Spangled
Banner”.
Outros,
entretanto,
lembram
de
outras
coisas:
o
espírito
comunal
de uma
geração
de
jovens
que
mostrava
ao mundo
que era
capaz de
se
reunir,
ouvir
sua
música,
protestar
contra a
guerra
e, sim,
tomar
drogas,
tudo com
resultados
genuinamente
positivos.
Foi,
como o
“Boston
Globe”
escreveu
em um
editorial
na
época,
“um
evento
de massa
de
grande e
positiva
importância
na vida
do país
(...) Em
uma
nação
acossada
por uma
violência
crescente,
este é
um sinal
vibrante
de
esperança”.
Para o
guitarrista
Carlos
Santana,
que
tocou no
sábado,
Woodstock
foi “um
oceano
de
colares,
cabelos,
dentes,
olhos e
mãos...
um
oceano
de carne
em
movimento”.
“Se
fechar
os
olhos, é
possível
esquecer
o
impacto
de ver
um
oceano
de carne
em
movimento”,
prossegue
Santana.
“Então é
possível
apenas
sentir o
som, que
tinha
uma
reverberação
diferente
quando
rebatia
nas
pessoas
e
voltava
para
você.”
Tantos
anos
depois,
o
co-fundador
de
Woodstock,
Michael
Lang,
ainda se
alegra
com seu
contínuo
impacto
e
notoriedade.
“É
sempre
interessante
o quanto
repercute
atualmente
e quão
presente
ainda
está nas
vidas de
tantas
pessoas”,
diz
Lang, 64
anos,
que
também
produziu
as
sequências
de
Woodstock
em 1994
e 1999.
“Foi
como um
encontro
de
tribos,
se
quiser,
os
jovens
do mundo
se
reunindo
para
ouvir
ótima
música e
estar
juntos,
pacificamente.
Foi uma
espécie
de
utopia,
e acho
que as
pessoas
ainda
anseiam
por
isso.”
Lang e
outros
com uma
participação
em
Woodstock
certamente
esperam
que
ainda
exista
um
apetite
pelas
lembranças
do
festival
original,
porque
possuem
uma
série de
souvenires
sendo
lançados
nos
próximos
meses
para
comemorar
o
aniversário.
“Foi um
ponto
crítico
no
tempo”,
diz
Cheryl
Pawelski,
uma
vice-presidente
da Rhino
Records,
cuja
empresa
relançou
os
álbuns
originais
“Music
From the
Original
Soundtrack
and
More:
Woodstock”
(1970) e
“Woodstock
2”
(1971),
e em 18
de
agosto
lançará
“Woodstock
-- 40
Years
On: Back
to
Yasgur's
Farm”,
uma
caixa
com seis
CDs
contendo
38
gravações
não
lançadas
anteriormente.
“Meio
milhão
de
jovens
se
reuniram
pacificamente
para
curtir
sua
música”,
diz
Pawelski,
“e tudo
deu
certo e
ninguém
se
machucou.
Eu sinto
que esse
é o
atrativo.
Foi um
momento
no tempo
que meio
que
validou
todo o
movimento
jovem de
contracultura
da
época.
Foi
histórico”.
A
divisão
Legacy
da Sony
BMG está
se
juntando
à festa
dos CDs,
com as
edições
“Woodstock
Experience”
de
álbuns
de 1969
de cinco
atrações
do
festival
–Jefferson
Airplane,
Janis
Joplin,
Santana,
Sly &
the
Family
Stone e
Johnny
Winter–
cada um
acompanhado
de um
segundo
CD
contendo
pela
primeira
vez a
apresentação
completa
do
artista
em
Woodstock.
Uma nova
edição
em DVD
de
“Woodstock:
3 Dias
de Paz,
Amor e
Música”
saiu no
início
de
junho,
ao mesmo
tempo em
que um
novo
site
Woodstock.com
foi
lançado.
Uma
série de
livros
–incluindo
o livro
de
memórias
de Lang,
“The
Road to
Woodstock”,
“Roots
of the
1969
Woodstock
Festival:
The
Backstory
of
Woodstock”,
da
editora
Woodstock
Arts, e
um livro
infantil
chamado
“Max
Said
Yes!:
The
Woodstock
Story”,
de
co-autoria
da prima
de
Yasgur,
Abigail–
estão
sendo
lançados
ou
sairão
ao longo
da
celebração.
Parte da
fazenda
de
Yasgur
agora
abriga o
Bethel
Woods
Center
for the
Arts, um
anfiteatro
que se
tornou
um
espaço
ativo de
concertos
assim
como lar
do
Museum
at
Bethel
Woods,
que
celebra
o
festival
e também
a
experiência
geral da
contracultura
dos anos
60. O
local
também
receberá
um
concerto
“Heróis
de
Woodstock”
em 15 de
agosto,
com a
participação
de
veteranos
do
festival
como
Country
Joe
McDonald,
Mountain
e Ten
Years
After.
O Rock
and Roll
Hall of
Fame +
Museum,
em
Cleveland,
também
está
planejando
uma
exposição
especial
para o
aniversário
de
Woodstock,
e a
documentarista
premiada
Barbara
Koppel
criou um
novo
filme
para os
canais
VH-1
Classic
e
History
Channel.
Até
mesmo
Hollywood
está
participando:
“Taking
Woodstock”
de Ang
Lee, que
será
lançado
nos
Estados
Unidos
em 14 de
agosto,
vê de
modo
cômico
Elliot
Tiber,
um
artista
e
designer
de
interiores
que
ajudou a
levar
Woodstock
para
Bethel
após o
festival
ser
expulso
da
vizinha
Walkill,
Nova
York.
Mas
alguns
sentem
que toda
a
badalação
é
desnecessária,
é claro.
“Foi
ótimo,
mas foi
há 40
anos”,
diz
Graham
Nash,
que
tocou no
festival
com a
então
nova
banda
Crosby,
Stills &
Nash (&
Young).
“Quem é
que
ainda se
importa?”
Resposta:
muita
gente,
principalmente
Lang.
Ele teve
a idéia
de
Woodstock
após se
mudar
para o
interior
de Nova
York
vindo de
Coconut
Grove,
Flórida,
onde
dirigia
uma loja
para
usuários
de
drogas e
produziu
o
festival
Miami
Pop, em
1968. Em
Woodstock,
ele foi
ao
regular
Sound-Outs,
encontros
de
música
ao ar
livre
que
ocasionalmente
contavam
com
grandes
nomes
que
viviam
na área.
“Eu
pensei:
‘Este é
o modo
de ver
música. É
simplesmente
o
paraíso’”,
lembra
Lang.
“Não
havia
restrições.
Não
havia
pressão,
nem
policiais
nem
nada.
Era
apenas
curtição,
estar
junto
com
ótimas
pessoas
ouvindo
ótima
música.”
Lang,
que diz
que seu
instinto
é
“sempre
busque
algo
maior”,
conheceu
Artie
Kornfeld,
um
executivo
da
Capital
Records,
que
ficou
intrigado
com a
visão de
Lang.
“Conversando”,
lembra
Lang,
“ele e
eu
simplesmente
dissemos
certa
noite:
‘Por não
nos
unimos,
trazemos
todo
mundo
que
gostaríamos
de ver e
trazemos
todas as
pessoas
com as
quais
nos
sentimos
conectados
para ver
o que
acontece?’”
Seus
futuros
parceiros,
o jovens
empresários
de
formação
universitária,
John
Roberts
e Joel
Roseman,
eram
estranhos
parceiros,
mas o
festival
de
Woodstock
se
tornou
uma
realidade,
mesmo
após ser
forçado
a
encontrar
um novo
lar
restando
apenas
seis
semanas
para a
data
marcada
para o
evento.
Os
organizadores
superaram
um
problema
aparentemente
intransponível
atrás do
outro,
da
retirada
de
último
minuto
dos
policiais
fora de
serviço
de Nova
York que
tinham
sido
contratados
para
compor a
segurança
do
evento
–eles
acabaram
sendo
contratados
sob
pseudônimos–
até
batalhas
com as
fornecedoras
de
alimentos
e os
problemas
contínuos
com a
construção
do
espaço,
que no
final
fez com
que o
festival
fosse
gratuito,
simplesmente
porque
os
portões
e
catracas
não
foram
concluídos.
“Foi um
caos,
não
foi?”
diz Pete
Townshend,
do Who.
“Quero
dizer, o
que
aconteceu
fora do
palco
foi
simplesmente
além da
compreensão
–macas,
corpos,
pessoas
vomitando
e
pessoas
tendo
viagens
ruins. E
tudo o
que
diziam
era:
‘Isto
não é
fantástico?
Isto não
é
lindo?’”
“Eu
achei
que toda
a
América
tinha
enlouquecido
naquele
momento.”
“Eu
simplesmente
fiquei
nervoso
o tempo
todo em
que
estive
lá”, diz
John
Fogerty,
do
Creedence
Clearwater
Revival.
“Não
havia
regras.
Não
havia
profissionais
de
verdade
organizando
aquilo,
nenhuma
segurança
real
preparada.
Eu me
lembro
de ver
um
sujeito
vendendo
água,
cinco
galões
por um
dólar.
Eu
considerei
a coisa
mais
comercial
e
repulsiva
que já
tinha
visto.”
Steve
Bartley,
que
estava
se
preparando
para seu
último
ano na
Universidade
de
Michigan
quando
foi a
Woodstock,
concorda
que
certamente
teve um
lado
negativo.
“Eu não
gosto
quando
leio
artigos
que
dizem
que era
o melhor
lugar do
planeta”,
diz
Bartley.
“As
pessoas
esquecem
que a
maioria
das
pessoas
não
levou
comida
ou água,
que
estava
quente,
úmido e
lamacento,
e não
havia
toaletes
suficientes.”
“Mas
todo
mundo se
entendeu”,
ele
acrescenta.
“Talvez
seja o
que o
tenha
tornado
tão
mágico.
Mas não
foi o
Jardim
do
Éden.”
A música
foi o
legado
mais
duradouro
de
Woodstock,
vinda de
superastros
como
Joan
Baez,
Creedence
Clearwater
Revival,
Grateful
Dead,
Hendrix,
Jefferson
Airplane
e Janis
Joplin,
ou
artistas
emergentes
como Joe
Cocker,
Melanie,
Santana,
Sha Na
Na e Ten
Years
After,
cujas
carreiras
foram
impulsionadas
por sua
participação
no
festival
e,
frequentemente,
no filme
lançado
posteriormente.
Quando
Crosby,
Stills &
Nash (&
Young)
subiram
ao palco
em
Woodstock,
aquela
era
apenas a
segunda
apresentação
pública
da
banda.
“Todo
mundo
que
conhecíamos
ou com
que nos
importávamos
na
indústria
da
música
estava
lá”,
lembra
David
Crosby.
“Eles
eram
heróis
para
nós, The
Band,
Hendrix
e o The
Who
(...)
Todos
eles
estavam
atrás de
nós em
um
círculo,
tipo,
‘Ok,
vocês
são os
novos
garotos
no
pedaço.
Mostrem’.”
Até
mesmo
Townshend,
que
famosamente
expulsou
o
ativista
Abbie
Hoffman
do palco
quando
ele
tentou
falar
para o
público
durante
a
apresentação
do Who,
reconhece
que
Woodstock
ajudou
sua
banda.
“Ele nos
enriqueceu”,
ele diz.
“‘Tommy’
(1969)
já tinha
encerrado
seu
ciclo,
tinha
vendido
talvez
um
milhão e
meio de
cópias.
Woodstock
nos
colocou
de volta
nas
paradas
e então
saiu o
filme, e
‘Tommy’
vendeu
outras 4
milhões
de
cópias.”
Richie
Havens
teve a
honra
duvidosa
de abrir
o
festival
em 13 de
agosto.
Apesar
de
programado
como a
quinta
apresentação
do dia,
ele foi
transferido
para
primeiro
quando a
banda
prevista
para
abrir o
festival,
o
Sweetwater,
não pôde
porque
seu
caminhão
de
equipamento
ficou
preso no
enorme
congestionamento
causado
pelo
tráfego
para o
festival.
Quando a
notícia
se
espalhou
de que
poderiam
ser
requisitados
a se
apresentarem
antes do
programado,
outros
artistas
fugiram
de cena,
mas
Havens
foi
lento
demais e
acabou
tendo
que se
apresentar
primeiro.
“Eu
pensei:
‘Deus,
três
horas de
atraso!
Eles vão
atirar
latas de
cerveja
em mim.
Eles vão
me
matar’”
diz
Havens,
que na
verdade
subiu ao
palco
quase
uma hora
após o
horário
de
início
planejado.
“Felizmente
a reação
foi
‘Graças
a Deus,
alguém
finalmente
vai
fazer
algo’ e
ficaram
felizes.”
Baez,
que
fechou a
primeira
noite do
festival,
posteriormente
fez uma
aparição
surpresa
no palco
livre,
em outra
área do
festival.
“Aquilo
foi
muito
engraçado”,
ela
lembra.
“A
pessoa
que
estava
anotando
os nomes
oficialmente
e
colocando
as
pessoas
em ordem
de
apresentação
não me
reconheceu.
Eu era
apenas
mais
uma. Eu
acho que
apenas
disse
que meu
nome era
‘Joan’.”
Os
músicos
ficaram
pasmos
com o
tamanho
do
festival,
que a
maioria
percebeu
ao ser
trazida
ao local
por
helicóptero.
“Era
como
formigas
em um
morro ou
algo
assim”,
lembra o
tecladista
do
Santana,
Greg
Rolie.
“Era
difícil
conceber.
Todo
mundo já
tinha
tocado
em
vários
festivais
mas...
nada
como
aquilo.”
Quando o
Creedence
Clearwater
Revival
tocou na
madrugada
de
domingo,
diz o
baixista
Stu
Cook, os
membros
da banda
não
conseguiam
enxergar
além da
beira do
palco. O
público
estava
na total
escuridão.
“Nós
subimos
e
tocamos”,
ele diz,
“e após
as
primeiras
canções,
nós
ainda
não
sabíamos
ao certo
se havia
alguém
lá.
Ocasionalmente
alguém
acendia
um
isqueiro
lá
longe. A
certa
altura
um
sujeito
muito,
muito
longe,
gritou:
‘Nós
estamos
com
vocês!’
e
sentimos,
tipo,
‘Ok, o
concerto
é para
aquele
sujeito’.”
A
apresentação
do
Grateful
Dead foi
atrapalhada
pelo
técnico
de som
–e
famoso
químico
e
fabricante
de LSD–
Owsley
Stanley,
que
decidiu
mudar os
cabos do
palco
para a
apresentação
do
grupo.
Não
apenas
foram
necessárias
três
horas
para
isso,
lembra o
guitarrista
Bob
Weir,
mas ele
estragou
tudo.
“Ele fez
tudo
errado,
o mais
errado
que já
vi”, diz
Weir.
“Nada
estava
aterrado,
assim
toda vez
que um
dos
guitarristas
encostava
no seu
instrumento,
eles
recebiam
um
choque
de baixa
voltagem,
cerca de
15
volts.
Era o
suficiente
para
sacudir
seu
sistema
nervoso.”
“E toda
vez que
me
aproximava
do meu
microfone,
havia
uma
grande
descarga
azul que
me
erguia
do chão
e me
atirava
para
trás
contra
meus
amplificadores.
Quando
eu
voltava
eu
estava
com o
lábio
inchado,
mas
simplesmente
voltava
e
continuava
cantando
a
canção,
mas eu
não
estava
100%
enquanto
estava
lá.”
O
restante
do
festival
foi mais
do
agrado
de Weir,
entretanto.
“Nós
ficamos
acampados
lá por
vários
dias e
realmente
relaxamos
com a
lama,
música e
tudo
aquilo”,
diz
Weir,
que
nadou nu
nos
lagos
existentes
no
local.
“Foi
muito
divertido.”
Arlo
Guthrie
também
curtiu a
experiência
fora do
palco.
“Eu
caminhei
em meio
à
multidão
e subi
até o
lado de
trás do
morro”,
ele
lembra.
“Eu
fiquei
estupefato
simplesmente
por
estar na
multidão.
Não
havia
para
onde ir,
nada a
fazer
exceto
estar
lá.”
Antes de
sua
morte em
2002, o
baixista
do The
Who,
John
Entwistle
lembrou
de ter
bebido
uísque e
Coca-Cola
com
cubos de
gelo
batizados
com LSD.
“Eu
passei
um
tempinho
viajando”,
ele
disse.
“Eu bebi
o
restante
do
uísque e
desmaiei.
Quando
acordei
eu
estava
bem
grogue,
mas em
condição
suficiente
para
tocar...
Nós
finalmente
tocamos
e a
parte
mais
incrível
foi que,
enquanto
cantávamos
‘I’m
Free’, o
sol
nasceu,
e foi o
máximo.”
Os
artistas
se
recordam
dos
bastidores
como “um
bom
local
onde
estar”,
segundo
o
baterista
Mickey
Hart, do
Grateful
Dead.
“Todos
estavam
curtindo
as
coisas
que
gostavam
e
batendo
papo com
todos
seus
pares”,
ele
recorda.
“Era um
clima
bem
amistoso
e todo
mundo
estava
feliz
por
estarmos
vendo
uns aos
outros.”
“As
coisas
transcorreram
muito
bem nos
bastidores”,
concorda
Cook.
“Havia
muitos
confortos.
Havia
amigos,
comida,
bom
fumo,
álcool,
de tudo.
Nós não
estávamos
experimentando
o mesmo
ambiente
que as
demais
pessoas.”
Santana
lembra
de ter
chegado
ao local
e ter
visto
Jerry
Garcia,
o
guitarrista
do
Grateful
Dead,
“tocando
sua
guitarra
no
morro,
com um
belo
sorriso
feliz em
seu
rosto”.
Mas
ocorreram
alguns
problemas
com o
abastecimento.
Leslie
West, o
guitarrista
do
Mountain,
reclama
que
Janis
Joplin
“matou o
último
bagel
antes
que eu
chegasse
aos
bastidores”,
e Alvin
Lee, do
Ten
Years
After,
que foi
imortalizado
pela
versão
de 10
minutos
de
“Goin’
Home”
que
aparece
no
filme,
passou
por uma
crise de
abstinência
de
tabaco.
“Nós
ficamos
sem
cigarros
nos
bastidores”,
lembra
Lee.
“Então
alguém
disse:
‘Eu vou
até lá
ver se
descolo
alguns
do
público’.
E ele
voltou
com uns
20
baseados!
Ninguém
tinha
cigarros.”
A
apresentação
de
encerramento
de
Hendrix,
diante
de um
público
estimado
de
apenas
40 mil
que
permaneceram
até a
manhã de
segunda-feira,
se
tornou
um dos
momentos
icônicos
do
festival,
mas Lang
tentou
ao
máximo
colocar
o
guitarrista
diante
de um
público
maior.
“Àquela
altura
Jimi era
o maior
astro de
rock do
mundo”,
diz
Lang,
que
pagou
US$ 5
mil a
Hendrix
para se
apresentar
no Miami
Pop e
US$ 50
mil para
Woodstock.
“Eu
queria
que ele
abrisse
o show
com um
set
acústico
e
fechasse
com a
banda.”
O set
acústico
nunca
aconteceu
e,
quando
ficou
claro
que o
festival
estava
bastante
atrasado,
Lang
ofereceu
a
Hendrix
tocar à
meia-noite
de
domingo,
em vez
de ser a
última
apresentação.
“O
empresário
dele
disse,
‘Não,
não,
não.
Jimi tem
que
encerrar
o
show’”,
conta o
promotor.
“E eu
disse:
‘Tem
certeza
que você
quer
fechar o
show?’ E
ele
disse:
‘Absolutamente’.”
“Então
ele se
apresentou
às 9
horas da
manhã”,
diz
Lang, “e
o que me
impressionou
em sua
apresentação
foi que
ele não
se
alterou.
Aquilo
não o
incomodou
nem um
pouco”.
(Gary
Graff é
um
jornalista
free-lance
baseado
em
Beverly
Hills,
Michigan.)
Tradutor: George El
Khouri Andolfato
ANTERIORES:
Ex-guitarrista do
Stone Roses afirma
que não haverá
retorno publicado em
20/03/2009
da Redação Rock On
Line
Foto: Reprodução
Após o vocalista Ian
Brown ter desmentido
publicamente a
notícia de que o
grupo Stone Roses
estaria planejando
uma reunião, agora
foi a vez do
guitarrista John
Squire (foto) dizer
que o retorno não
está em seus planos.
Squire participou de
um programa da BBC
especialmente para
afirmar que a banda
não deve voltar
“nunca mais”.
Durante a entrevista
o músico comentou
que seus trabalhos
artísticos são mais
“desafiadores e
recompensadores” do
que a música com a
banda. Squire também
disse que não
conversa com Ian
Brown desde o
término da banda, em
1996.
“Mesmo se eu e Ian
fossemos parceiros,
como na juventude,
ainda assim a
perspectiva de
reunião não me
interessaria”. O
guitarrista disse
que a visita ao
programa tinha um
propósito, “acabar
com os telefones”,
disse referindo-se
às ligações
perguntando sobre o
retorno ou propondo
uma reunião.
Robert Plant é
eleito a melhor voz
do rock
Publicidade
O cantor Robert
Plant, vocalista do
grupo Led Zeppelin,
foi eleito a melhor
voz do rock de
acordo com uma lista
organizada pela
"Planet Rock". A
informação é do site
especializado em
música "NME".
O vocalista
desbancou outros
roqueiros como
Freddie Mercury,
Paul Rogers e Ian
Gillan.
Outros cantores,
como Roger Daltrey,
David Coverdale e
Axl Rose, também
entraram para a
relação das 20
maiores vozes do
rock.
Confira a lista com
os vinte primeiros
colocados:
1. Robert Plant (Led
Zeppelin)
2. Freddie Mercury
(Queen)
3. Paul Rodgers
(Free/Bad Company)
4. Ian Gillan (Deep
Purple)
5. Roger Daltrey
(The Who)
6. David Coverdale
(Whitesnake)
7. Axl Rose (Guns N'
Roses)
8. Bruce Dickinson
(Iron Maiden)
9. Mick Jagger (The
Rolling Stones)
10. Bon Scott
(AC/DC)
11. David Bowie
12. Jon Bon Jovi
(Bon Jovi)
13. Steven Tyler
(Aerosmith)
14. Jon Anderson
(Yes)
15. Bruce
Springsteen
16. Joe Cocker
17. Ozzy Osbourne
(Black Sabbath)
18. Bono (U2)
19. Peter Gabriel
20. James Hetfield
(Metallica)
O
Radiohead
finalmente
acertou
shows
no
Brasil.
A
cultuada
banda
inglesa
se
apresentará
no
Rio
de
Janeiro,
em
20
de
março
de
2009,
e em
São
Paulo,
em
22
de
março.
Divulgação
Os ingleses do Radiohead, que farão shows no Rio de Janeiro e São Paulo em março
No
Rio,
o
show
acontecerá
na
praça
Apoteose;
em
São
Paulo,
na
Chácara
do
Jockey
--terreno
na
zona
sul
de
São
Paulo
onde,
ocorreu
o
festival
Claro
Que
É
Rock
em
2005.
Nas
cidades,
os
ingressos
terão
preço
único:
R$
200
(estudantes
pagam
meia).
Os
ingressos
começam
a
ser
vendidos
à 0h
de 5
de
dezembro,
pela
internet.
A
partir
das
9h
de
5/12,
haverá
venda
nas
bilheterias
do
estádio
do
Pacaembu
(SP)
e
Maracanãnzinho
(RJ).
A
capacidade
de
público
em
cada
uma
das
praças
será
de
cerca
de
30
mil
pessoas.
Os
shows
do
Radiohead
estão
sendo
organizados
no
Brasil
pela
produtora
Plan
Music.
Eles
acontecerão
dentro
de
um
festival
batizado
de
Just
a
Fest,
que
terá
quatro
bandas
(incluindo
o
Radiohead),
sendo
duas
nacionais.
Os
outros
artistas
que
tocarão
no
evento
ainda
não
foram
definidos.
"Não
foi
a
primeira
negociação
que
tivemos
com
o
Radiohead",
diz
Luiz
Oscar
Niemeyer,
da
Plan
Music.
"Houve
uma
no
ano
passado,
que
acabou
não
indo
para
a
frente.
Agora
finalmente
as
coisas
encaixaram.
De
quatro
meses
para
cá,
as
conversas
andaram".
Segundo
Niemeyer,
o
Radiohead
trará
ao
Brasil
a
produção
completa
de
show,
com
cenário
e
iluminação
idênticos
aos
utilizados
nas
apresentações
norte-americanas.
A
banda
Há
pelo
menos
cinco
anos
circulam
rumores
de
uma
possível
vinda
do
Radiohead
ao
Brasil.
É,
possivelmente,
a
banda
roqueira
mais
aguardada
pelos
fãs
brasileiros.
Dono
de
letras
que
vão
da
crítica
social
a
paisagens
abstratas,
o
vocalista
Thom
Yorke
é o
principal
personagem
do
Radiohead.
O
principal
coadjuvante
é o
guitarrista
Jonny
Greenwood,
autor
também
de
trilhas
para
o
cinema.
A
banda
tem
ainda
Ed
O'Brien
(guitarra),
Colin
Greenwood
(baixo)
e
Phil
Selway
(bateria).
O
grupo
tornou-se
uma
das
principais
notícias
do
mundo
pop
no
final
do
ano
passado
com
o
lançamento
de
"In
Rainbows",
o
sétimo
disco.
Numa
iniciativa
inédita
para
uma
banda
do
porte
de
Radiohead
(mais
de
30
milhões
de
discos
vendidos),
o
quinteto
deixou
para
os
fãs
decidirem
quanto
deveriam
pagar
pelo
álbum.
"In
Rainbows"
foi
lançado
primeiro
por
download
e,
em
seguida,
em
formato
físico
de
CD.
Foi
recebido
com
elogios
pela
crítica.
Além
de
Brasil,
a
turnê
sul-americana
do
Radiohead
passa
por
Chile
e
Argentina.
Led Zeppelin: Jones
confirma que trio
está ensaiando
Traduzido por Durval
Campos | Publicado
em 27/10/08
O lendário baixista
do LED ZEPPELIN,
John Paul Jones,
esteve presente ao
“The Mansons Guitar
Show” no Centro de
Lazer de Riverside
em Exeter, Reino
Unido, no último dia
26 de outubro.
Quando perguntado o
que ele, juntamente
com o guitarista
Jimmy Page, o cantor
Robert Plant e o
baterista Jason
Bonham têm planejado
para 2009, ele
respondeu:
"infelizmente, não
há nenhuma resposta
definitiva ainda.
Jimmy, Jason e eu
estamos conversando
de fato e estamos de
olhos em um cantor
ímpar e será um
arraso. Logo que
soubermos - o que
não é o caso agora -
os avisaremos. Mas
realmente esperamos
que algo venha a
acontecer logo
porque realmente
queremos tocar
juntos e estamos nos
divertindo muito".
Jones continua
entregando o ouro:
"Realmente queremos
fazer algo e Robert
não quer nada por
enquanto. Não sei
quais os seus
planos. Ele
realmente não quer
mais fazer música
pesada. O que
fizemos por enquanto
está soando
absolutamente
fantástico. Quando
estiver pronto vocês
saberão, pode ter
certeza", finalizou.
Veja abaixo dois
vídeos do evento; o
primeiro mostra
Jones respondendo
perguntas dos
jornalistas, e o
segundo traz o
músico numa jam
descompromissada:
Hellion Records lança no
Brasil o CD da filha de Steve Harris
O debut álbum da cantora
LAUREN HARRIS, intitulado "Calm Before The Storm", lançado no Brasil
pela Hellion Records, está disponível a partir de hoje nas principais
lojas do Brasil.
"Calm Before The Storm", produzido por Tommy McWilliams (Gloria Estefan,
Jon Secada) e mixado por Kevin Shirley (Iron Maiden, Aerosmith,
Journey), conta com a participação de ninguém mais que STEVE HARRIS, pai
de Lauren e baixista do IRON MAIDEN. Esta é a primeira vez que o músico
grava com outra banda além do IRON MAIDEN.
Recentemente, Lauren participou de uma extensa turnê mundial ao lado da
banda IRON MAIDEN, incluindo suas primeiras visitas à Austrália e a
América do Sul.
Line-up:
Lauren Harris - Vocal
Tom McWilliams - Bateria
Randy Gregg - Baixo
Richie Faulkner - Guitarra
Track List:
01. "Steal Your Fire"
02. "Your Turn"
03. "Get Over It"
04. "Like It Or Not"
05. "From The Bottom To The Top"
06. "Let Us Be"
07. "Hurry Up"
08. "Come On Over"
09. "Hit Or Miss"
10. "See Through"
11. "You Say"
Bônus Track
12. "Natural Thing" (UFO Cover)
MORRE RICHARD WRIGHT UM DOS FUNDADORES DO PINK FLOYD
O músico e tecladista Richard
Wright, um dos fundadores do grupo de rock progressivo Pink
Floyd, morreu nesta segunda-feira (15). A informação foi
revelada por um porta-voz do grupo. Wright estava com 65 anos e
sofria de câncer.
Wright
conheceu os também membros do
Pink Floyd Roger Waters e Nick Mason na faculdade. Juntos
eles formaram a banda Sigma 6, que viria a se tornar o Pink
Floyd.
Richard, ou Rick, entrou para a
escola particular Harberdashers, e aos 17 anos foi para a Escola
de Arquitetura. Lá conheceu o baixista Roger Waters e o
baterista Nick Mason. Fizeram um grupo(Sigma 6), na faculdade e
escolheram seis meses depois Syd Barrett para a guitarra.
Wright sempre foi o terceiro
compositor e vocalista do grupo, tal como como George Harrison
nos Beatles, John Paul Jones no
Led Zeppelin e John Entwistle no The Who.
Como compositor Wright
contribuía com duas ou três músicas por álbum, ou colaborava na
estruturação de obras coletivas como "Echoes" ou "Time". Dark
Side (1973) representa seu ápice no Pink Floyd: os teclados se
equiparam a guitarra de Gilmour e cinco das dez música são de
sua autoria. Em Wish You Were Here (1975), onde seus teclados
estão onipresentes, Wright trouxe grandes contribuições para o
álbum, sobretudo na suíte "Shine on you crazy diamond".
A partir do disco Animals
(1977) iniciou-se o processo de domínio do
Pink Floyd por Roger Waters, apesar de neste disco Rick
Wright ter realizado um competente trabalho no comando dos
teclados da banda.
O sucesso começou a afetar as
relações pessoais dentro do grupo. Trabalhos solo eram a única
saída para os demais integrantes da banda e Wright realizou Wet
Dream em 1978, acompanhado por Mel Collins (sax), Snowy Whithe
(guitarra), Larry Steele (baixo) e Reg Isadore (bateria).
Quando os Floyd começaram a
gravar The Wall em 1979 Roger Waters tinha assumido o total
controle da banda. Rick Wright foi afastado do processo de
criação e concepção, o que culminou com sua expulsão da banda
durante as gravações de The Wall, apesar de mais tarde
participar dos shows.
Depois do Pink Floyd, Wright
juntou-se com Dave Harris no grupo chamado "Zee" e gravaram
"Identity" em 1984.
O retorno de Wright ao
Pink Floyd se deu em 1987, nas gravações de A Momentary
Lapse Of Reason. Ele chegou no meio das gravações, ocasião em
que não trouxe contribuição relevante para o álbum, mas
participou da turnê mundial de promoção do disco.
Já em The Division Bell, Rick
Wright voltou a participar ativamente do processo criativo,
retomando-se a cooperação coletiva que se havia perdido nos anos
70. Wright é co-autor de "Wearing The Inside Out" com Anthony
Moore e das músicas "Cluster One", "What Do You Want From Me",
"Marooned", e "Keep Talking" com David Gilmour.
Em 1996 Rick Wright lançou seu
terceiro álbum, Broken China, gravada no estúdio da sua casa na
França. Ele mesmo produziu o disco, junto com Anthony Moore, que
também escreveu as letras. Foi mixado por James Guthrie.
Participam deste álbum os guitarristas Tim Renwick, Dominic
Miller e Steve Bolton, o baterista Manu Katche e o baixista Pino
Palladino. E mais, Sinead O'Connor canta em duas faixas -
"Reaching for the Rail" e "Breakthrough".
Apesar do papel coadjuvante, é
quase consenso entre antigos fãs que os teclados de Richard
Wright apresentam-se como elemento fundamental para a
constituição do som do Pink Floyd.
Demorris A. Lee do St. Petersburg
Times relata: Ryan Cunningham começou a gostar de OZZY OSBOURNE
quando estava no jardim de infância. Seu pai disparava um CD do
BLACK
SABBATH enquanto levava-o dirigindo para a escola.
A música que mais prendia a
atenção de Cunningham era "Iron Man". “Tínhamos que tocá-la
várias vezes sem parar”, diz David Cunningham, risonho. “E,
quero dizer, isto acontecia todos os dias.”
O entusiasmo de Ryan Cunningham
por Ozzy não diminuiu. E quando é perguntado ao garoto de sete
anos, que tem Fibrose
Cística, também conhecida como Mucoviscidose se há algum
desejo que gostaria que fosse realizado, ele responde: “Ver Ozzy
Osbourne”.
O desejo será realizado. Uma
instituição chamada “The Children's Dream Fund” está enviando
Ryan e seus pais para o Ozzfest 2008 em Frisco, no Texas. Os
Cunninghams vão ter a chance de conhecer Osbourne fora dos
palcos.
NOTÍCIAS ANTERIORES:
Máxima Culpa
no Capão Rock Bar Sábado dia 09 de Agosto 2006
Máxima Culpa
no Capão Rock Bar dia 09 de Agosto 2006
O show mostra músicas do primeiro CD Rock e do
CD Denúncias e Questionamentos!
A formação atual
da banda é a original do primeiro CD:
Mamorra (guitarra), Sá (Baixo), Fejão (Batera) e Pedrão (Vocal)
A abertura fica
por conta da banda ANJOS JPM
O Endereço do bar é:
Av. Visconde do Rio Grande, 276 Capão Redondo - São Paulo - SP Tel (11)
5873 6462
Próximo ao banco BRADESCO
Mais informações (11) 3452 1668
Dia Mundial do Rock:
Quem é o pai do rock, afinal?
Para
muitos é o diabo mesmo. Mas existem
estudos que apontam alguns jovens
transgressores da década de 50 como
reais responsáveis pelo surgimento
do estilo que revolucionou os
costumes no mundo todo.
Os
mais técnicos dirão que o rock nada
mais é do que uma fusão de estilos
musicais já existentes, dos quais
destacam-se o country, o gospel e o
blues. Isso não deixa de ser
verdade, portanto é interessante
conhecer essa tríade originária
antes de prosseguir.
O
country
Estilo que faz parte das raízes
norte-americanas, o country surgiu
em meados do século 19 e tem como
pai por excelência o cantor
Jimmie Rodgers, cuja
gravação de 1927 é considerada a
oficialização do ritmo - que sim,
como muitos devem imaginar, já era
disseminado na região dos Apalaches
como a tradicional folk music.
Seu som característico vem da união
do violão com banjos, violinos e até
acordeons.
O
gospel
O
gospel apareceu nas igrejas sulistas
dos Estados Unidos no início do
século 20, locais freqüentados
majoritariamente por negros que
celebravam o cristianismo
diferentemente das igrejas católicas
dos brancos. Nesses templos, tanto
pastores quanto fiéis eram embalados
por palmas, corais e pianos em
momentos de muita animação.
Thomas A. Dorsey é o nome
apontado por muitos como o pai do
gospel, tudo por conta da perda de
sua esposa e filho, que resultaram
na canção "Take My Hand, Precious
Lord", uma das mais importantes do
estilo.
O
blues
O
ritmo nasceu do momento em que o
escravo norte-americano entrou em
contato com a gaita e o violão e
passou a utilizá-los como válvula de
escape. De seus acordes tristes, que
visam retratar todo o sofrimento do
trabalho nas fazendas de algodão do
sul dos EUA, surge a figura do
bluesman, o homem negro que caminha
por paisagens desoladas cantando sua
dor. Apesar de o estilo existir há
muitos anos, foi em Robert
Johnson que o blues
encontrou um "padrasto" com uma
história a altura. Só para citar,
Johnson morreu envenenado aos 27
anos, algum tempo depois de fazer um
mítico "acordo com o diabo".
Mas e
o rock?
Pois bem, voltemos ao tema deste
especial do Dia Mundial do
Rock. Para muitos, o rock
nasce da mistura dos três estilos
citados e, como um filho bastardo,
sua lista de possíveis pais é
extensa. Por isso vamos nos atentar
aos mais famosos deles.
Muita gente aponta a gravação de
"Rocket 88", do músico
Jackie Brenston, como a
primeira canção de rock da história.
O fato ocorreu em 1951 e contou com
o apoio da banda de Ike Turner,
futuro marido da cantora Tina
Turner.
Mas
há quem discorde disso e coloque
antes da canção de Breston músicas
como "Roll 'Em Pete", de Big Joe
Turner (1939), "Move It On Over", de
Hank Williams (1947), "Rock the
Joint", de Jimmy Preston (1949),
"The Fat Man", de Fats Domino (1949)
e "How High the Moon", de Les Paul e
Mary Ford.
A
controvérsia ganha força quando
veículos respeitados, como a revista
norte-americana Rolling Stone,
apontam a gravação de "That's All
Right (Mama)", de Elvis
Presley (1954), como a
primeira música de rock da história.
Que o cantor topetudo de Memphis é
considerado Rei do Rock ninguém
discute, mas dar a ele o crédito de
pai do estilo invalida contribuições
de músicos tão ou mais influentes.
Um
dos possíveis pais do rock é o
guitarrista Chuck Berry,
cuja primeira gravação no estilo foi
"Maybellene", em 1955. O músico
também é responsável por um dos
passos mais conhecidos do início do
rock, o duck walking, que foi
reinterpretado por nomes de peso
como Angus Young, do AC/DC. Usando
as palavras do Beatle John Lennon:
"Se você tentasse dar outro nome ao
rock 'n' roll, você o chamaria de
Chuck Berry".
Junto com Berry, entra na equação do
rock o pianista Little
Richard, autor de "Tutti
Frutti" (1955). Com ele, o estilo
ganha gritos agudos e um
indefectível
"A-wop-bop-a-loo-mop-a-whop-bam-boom!",
que logo se tornou sua marca
registrada. Controverso como só,
Richard foi roqueiro, pastor e - de
acordo com estudiosos da música -
homossexual. Uma colaboração que
ultrapassa o ritmo e chega até a
conduta do rock.
Outro selvagem do piano que integra
a lista de possíveis pais do rock é
Jerry Lee Lewis,
que apesar de só ter gravado a
clássica "Great Balls of Fire" em
1957, excursionou por anos com
outros nomes que deram voz ao rock,
como Carl Perkins -
da famosa "Blue Suede Shoes" (1955).
E, assim como Little Richard,
colecionou polêmicas em sua
carreira, citando aqui o casamento
precoce com a prima de 13 anos.
Além destes, outro nome que sempre é
lembrado quando o assunto é a
paternidade do rock é o de
Bill Haley, o dono do
topete "pega rapaz" que visava, na
verdade, desviar a atenção das
pessoas para seu olho cego. É dele a
famosa gravação da canção "Rock
Around the Clock" (1954), um dos
pilares da história do rock.
Não
podemos esquecer também do
guitarrista Bo Didley
com a sua "Bo Didley", de 1956.
Conhecido também como "The
Originator", Didley é apontado como
figura responsável pela transição do
blues para o rock por conta de suas
inovações na maneira de tocar a
guitarra e construí-la, tendo em
vista que seu instrumento era
retangular.
Apesar da incerteza em relação ao
pai, sabemos exatamente quem batizou
o estilo. O responsável pela alcunha
do rock é o disc jockeyAlan Freed, da
cidade de Cleveland, nos EUA. Foi
ele que pela primeira vez utilizou o
termo “rock and roll” para se
referir ao ritmo que fazia uso da
guitarra elétrica e letras voltadas
aos jovens. Isso em 1951.
Sabe-se que até então os termos
“rock”, “roll” e “rock and roll”
eram utilizados como referência a
relações sexuais em diversas letras
de blues.
Mas
e para você, quem é o pai do rock?
NOTÍCIAS ANTERIORES:
Um pequeno trecho de uma música do
novo trabalho do MOTÖRHEAD pode ser conferido
neste link.
Chamado "Motörizer" o novo disco,
que sairá no final de agosto traz as seguintes faixas:
01 - (Teach You How To) Sing
The Blues
02 - Time Is Right
03 - Heroes
04 - Runaround Man
05 - English Rose
06 - Rock Out
07 - 1000 Names
08 - When The Eagle Screams
09 - Don't Die Ashamed
10 - Back On The Chain
11 - Buried Alive.
NOTÍCIAS ANTERIORES:
Traduzido por Felipe Ferraz |
Publicado em 22/06/08
Sebastian Bach: "Não faço música por dinheiro"
Sebastian Bach e seus colegas de banda, os guitarristas “Metal” Mike Chlasciak e
Johnny Chromatic, estiveram no escritório do site de noticias norueguês
Kjendis.no (um sub-site de cultura e entretenimento do segundo maior jornal da
Noruega, Dagbladet.no) respondendo algumas questões submetidas pelos leitores do
site.
Eu te vi usando uma camiseta do SLAYER, andando com o METALLICA e eu sei que
você era bem próximo dos caras do PANTERA. Alguma vez você considerou fazer algo
mais relacionado com Thrash?
Bach: "Eu considero 'Negative Lost' do novo álbum minha música mais Thrash até
hoje, escrita por “Metal” Mike e Steve DiGiorgio. Eu estou escrevendo músicas
com Jamey Jasta do HATEBREED, então esperem por sons ainda mais pesados no
futuro".
O que você acha da atual formação do SKID ROW, e especificamente do seu
substituto, Johnny Solinger? Você mantém contato com algum dos seus antigos
companheiros de banda? Com a atual onda de reuniões do Metal (PRIEST, MAIDEN,
CRÜE, POISON, etc) deve ser certamente só uma questão de tempo para a formação
original do SKID ROW voltar para uma turnê –ou o que!? Deve haver toneladas de
dinheiro para se ganhar com isso...
Bach: "O que eu acho da atual formação do SKID ROW? Nada. Absolutamente nenhum
plano de reunião. Eu acho que se você ouvir 'Angel Down' (o novo álbum solo de
Bach) e a música atual deles, você perceberá que nós nos desenvolvemos em
direções diferentes musicalmente. Eu não faço música por dinheiro'.
Você ainda consegue entrar nas calças de couro? Eu mesmo engordei um pouco desde
os tempos áureos do estilo, então acredite, eu entenderei se você não conseguir.
Bach: "Sim (eu ainda posso entrar nas calças de couro), toda noite. Mas, eu
tenho que correr como um louco por pelo menos dois meses antes de tentar
colocá-las. Mas correr, fazer exercício físico e beber toneladas de água parece
realmente funcionar. Cerveja, não!!! Droga!"
Eu tenho aguardado por isso há alguns anos: a pintura de seu pai na capa de
“Slave to the Grind” tem sido minha favorita por muitos anos, eu me lembro de
ter simpatizado muito com ela quando eu procurei essa fita em 91 na tenra idade
de nove ou dez anos. Você tem idéia se é possível conseguir uma foto dessa
pintura em algum lugar? Eu me lembro de ter visto uma versão gigante dela na sua
sala de estar (ou algo do tipo) em alguma entrevista para a MTV há anos atrás,
apesar de eu imaginar que aquela provavelmente era a original.
Bach: "Eu estou muito contente de você amar a capa de 'Slave' – sim, a obra
original está em minha parede. Nós temos conversado sobre fazer uma versão de
alta qualidade. Se tudo der certo, isso acontecerá no futuro".
Você acha que Axl poderia ser são teimoso a ponto de não lançar o “Chinese
Democracy” só por ele ser o Axl? E desde que você provavelmente ouviu alguma ou
a maior parte das coisas novas, é possível comparar com “Use Your Illusion” no
aspecto de diversidade nos tipos de músicas? E qual é sua música favorita dos
GN’R de todos os tempos?
Bach: "Eu não acho que Axl seja a pessoa que está segurando o lançamento... A
música está pronta há muito tempo e é incrível, épica. Ele tem material pronto
para mais de quatro álbuns... Está nas mãos dos homens de negócios agora. Música
favorita do GN’R de todos os tempos...Talvez 'Civil War', 'Rocket Queen', 'My
Michelle'".
Eu quero uma resposta direta sobre toda a coisa entre você e o VELVET
REVOLVER... eu estou cansado de todos esses rumores na internet sobre tudo isso.
Eles entraram em contato com você recentemente?
Bach: "Eu falei com o Slash recentemente sobre colaborar em uma música, mas não
com o VELVET REVOLVER. Eu não posso dizer quais são os detalhes, mas Axl Rose
ajudou a mim e a minha banda mais que qualquer outra pessoa na indústria
musical. Seria muito estranho cantar no VELVET REVOLVER sendo tão amigo do Axl.
Mais importante, eu gosto de 'Angel Down' mais que da música do VELVET
REVOLVER".
PROJETO SUNDAY ROCK DOMINGO
22/06/08 ÁS 16:00H NA ZONA SUL DE SÃO PAULO - SP
O espaço cabe até 2.000 pessoas, e tem palco excelente e preços populares.
Novo projeto de bandas independentes apresenta no domingo dia 22/06/08 das 16:00
às 22:00h
ENTRADA FRANCA
As
bandas que farão a festa:
MÁXIMA CULPA
PÉ DE COELHO
CTU-57
TEOR 13 + convidados a serem confirmados.
O
endereço é Galpão Night Eventos, Estrada de Itapecirica, 4.752 próximo ao metro
Capão Redondo ao lado do Mercado Lopes e em frente à Superbom
"Sunday Rock" tem o apoio e patrocínio de Mellody´s Produções e CLub RoCk
FORMULÁRIO PARA BANDAS QUE SE
INTERESSEM EM MOSTRAR SEU SOM NO PROJETO SUNDAY ROCK:
PROJETO SUNDAY ROCK
INAUGURAÇÃO DOMINGO 15/06/08
ÁS 15:00H NA ZONA SUL DE SÃO
PAULO - SP
Novo projeto de
bandas independentes será inaugurado no domingo dia 15/06/08 das 15:00 às 23:00h
Em uma iniciativa de Saldanha, que muito contribuiu e ainda faz a sua
parte pelo rock nacional em sua região.
O espaço cabe até 2.000 pessoas, e tem palco excelente e preços populares.
EM SEU LANÇAMENTO
A ENTRADA SERÁ FRANCA
As bandas que farão
a festa e darão o ponta pé inicial serão
MÁXIMA CULPA, BANDA NOISE, GEROMANIA e ADRENALINA ROCK + convidados a
serem confirmados.
O endereço é Galpão
Night Eventos, Estrada de Itapecirica, 4.752 próximo ao metro Capão Redondo ao
lado do Mercado Lopes e em frente à Superbom
"Sunday Rock" tem o
apoio e patrocínio de Mellody´s Produções e CLub RoCk, e é capitaneado pela
Máxima Culpa.
Redação CLub RoCk
Traduzido por
Robson B. Leite
| Publicado em 04/05/08
Steve Newton, do Straight.com,
conduziu recentemente uma entrevista
com o vocalista do DREAM THEATER
James LaBrie, que, dentre outras
coisas, falou sobre a categorização
de sua banda dentro do gênero
Prog-Rock.
Sobre o Prog-Rock:
“Acho que definitivamente está
tentando ter um ressurgimento. Há
bandas que realmente se preocupam
com a qualidade das músicas que
escrevem, e só não gostam de ir na
mesma linha de muitas bandas que se
ouve hoje em dia nas rádios.
Infelizmente, rádios basicamente
dizem a um monte de ouvintes por aí
que a música que você ouve é o que é
música. Há muito mais que isso.”
Sobre como sua banda é categorizada
pela duração do seu material:
“Um
monte de gente, quando ouve o nome
DREAM THEATER, automaticamente
pensa, ‘oh, é aquela banda
progressiva com canções longas,
envolventes e sinuosas.’ Admito,
temos músicas com duração um pouco
maior que o usual, mas ao mesmo
tempo, não somos apenas uma banda de
Rock Progressivo. Temos influências
do Hard Rock, do Heavy Metal, da
música erudita, temos influências do
Pop. Com essa diversidade
estilística, há muito mais para
oferecer, o que nos dá esse
potencial de ser bem sucedido em
qualquer um destes gêneros, mas
infelizmente as portas têm estado
fechadas”.
Brian Johnson confirmou para
repórteres que está trabalhando em novas músicas,
que virão a ser o novo trabalho do AC/DC.
Brian
Johnson confirmou para repórteres
que está trabalhando em novas
músicas, que virão a ser o novo
trabalho do AC/DC. Citou ainda que a
banda está em um estúdio no Canadá,
com o produtor Brendan O' Brien,
gravando o novo disco.
Falando para uma estação de rádio
norte-americana, o vocalista revelou
que estão no estúdio há quase cinco
semanas. "Nós estamos trabalhando
com Brendan O'Brien, o produtor do
Bruce Springsteen, e ele é um cara
muito legal. Ele sabe exatamente o
que queremos, e isto nos faz soar
muito bem. Este será o primeiro
álbum em oito anos".
Depois de perguntarem se entrarão em
turnê depois do lançamento do novo
disco, Brian responde: "Eu posso
dizer que sim, mas você sabe, coisas
podem acontecer, mas o que nós todos
queremos é voltar com tudo, estamos
todos muito ansiosos. Malcolm e
Angus estão elétricos, Phil Rudd já
conseguiu toda a mágica do passado
na bateria, e Cliff Williams está
brilhante, como sempre. Estamos
todos nos divertindo muito. Somos
como velhos amigos se divertindo um
pouco".
A
entrevista pode ser conferida abaixo
(somente o áudio)
Satriani
explica por que não entrou no Deep Purple
A seguinte matéria
é cortesia de Steve Haines, do
Thisisnottingham.co.uk:
Traduzido por
Mateus Tozzi |
Publicado em 02/04/08
O mundo do rock
instrumental agora tem sua cota de virtuoses, com
STEVE VAI, YNGWIE MALMSTEEN e PAUL GILBERT em meio a
estrelas por todo o mundo. Mas quando a cena
começou, ela era baseada em um homem e seu desejo de
tornar o rock em uma forma de arte. Esse homem era
JOE SATRIANI e três décadas depois, ele continua no
topo do rock instrumental.
Apesar de
guitarrista da primeira turnê solo de MICK JAGGER e
de ter entrado na brecha deixada por Ritchie
Blackmore no DEEP PURPLE, o começo da carreira de
guitarrista de Satriani foi como professor. Suas
aulas ajudaram a formar carreiras de muitos
guitarristas incluindo os hoje amigos próximos de
Satriani, STEVE VAI e Kirk Hammet do METALLICA.
Quando a estrela de
Vai começou a brilhar tocando com David Lee Roth,
ele falava de Satriani pra todos que ouvissem.
Enquanto essas
declarações iam ganhando ritmo, o segundo disco de
Satriani, "Surfing With The Alien" deixou muitos
hits e foi o primeiro álbum instrumental de rock a
figurar bem nas paradas por muitos anos. Satriani se
sente privilegiado de estar no topo do rock
instrumental: "É realmente excitante e isto
possibilitou que muitos outros guitarristas
surgissem".
Enquanto ele
desenvolvia uma uma reputação como guitarrista
notável, Satriani se viu em um dilema - quando
Ritchie Blackmore deixou o DEEP PURPLE, a banda
chamou-o para se tornar um membro oficial. Foi uma
decisão difícil.
"Eles eram, e são,
uma grande banda e funcionam como uma grande e
funcional unidade de rock, e eu era um artista solo
que fazia coisas das quais as pessoas gostavam. Se
eu tivesse entrado, eu teria que diminuir esse meu
lado pra me tornar um membro do Purple e dar a eles
o tempo e o respeito que eles mereciam e eu
realmente não estava pronto pra isso".
"E, é claro, eu
estava preocupado em ter Ritchie Blackmore nos meus
ombros. Eu era e ainda sou um grande fã de sua
música e você realmente não pode substituir alguém
como ele".
"Eu falei sobre
isto com Steve Vai e ele disse: 'Joe, se puder
evitar, nunca entre em uma situação onde você
estiver substituindo alguém famoso, onde os fãs e os
jornalistas estarão sempre lhe comparando com o
outro cara. Então parece que foi a escolha certa. Eu
apenas não era o cara que devia integrar o Deep
Purple".
Rod Stewart,Ozzy
Osbourne, KORN, Black Label Society e Nando Reis:
com a abertura de vendas ao público geral,
em menos de 10 horas os 38 mil ingressos para o show em São Paulo já estavam
esgotados (a capacidade oficial do estádio é de 40.000 pessoas).
Para o show no Rio de Janeiro a previsão é que em algumas horas todos os
tickets colocados à venda estarão esgotados.
O set list dos últimos shows de Ozzy tem sido o seguinte:
- I Don't Wanna Stop
- Crazy Train
- War Pigs
- Suicide Solution
- Mr Crowley
- Road to No Where
- Bark at the Moon
- Not Going Away
- I Don't know
- Guitar solo
- Here for You
- I Don't Want to Change the World
encore
- Mamma I'm Coming Home
- Paranoid
Os fãs não se intimidaram com a forte chuva em São Paulo. Desde as 6 da
manhã alguns já aguardavam a abertura da bilheteria do Palestra Itália, que
estava programada para as 10hs da manhã.
Às 13h uma gigantesca fila já se formava, conforme pode ser assistido no
vídeo abaixo. Os ingressos de meia entrada para a pista já haviam sido
esgotados.
Público
brasileiro verá grandes estrelas da música em dois dias de shows em
edições
simultâneas
no Rio de Janeiro e em São Paulo
Venda de
ingressos para o público começa nesta quinta-feira, dia 13 de
março
Em mais uma realização da Time For Fun, as
cidades do Rio de Janeiro
e de São Paulo
vão receber no começo de abril vários shows que prometem sacudir o
calendário musical do país. Eles acontecem simultâneamente nos dias
3de
abril (Ozzy Osbourne, Korn e Black Label Society) e 5 de abril
(Rod Stewart),
no Rio de
Janeiro,
e nos dias 4de
abril (Rod Stewart e Nando Reis)e
5 de abril(Ozzy
Osbourne, Korn e Black Label Society),
em São Paulo.
No Rio de Janeiro,
os shows acontecem na recém-inaugurada Rio
Arena,
e em São Paulo
no Estádio
do Palmeiras (Palestra Itália).No
dia 13
de março
terá início a venda de ingressos para o público. O público terá a sua
disposição todo o sistema Ticketmaster,
com vendas pelo telefone e pela Internet e vários pontos de venda em São
Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba (ver relação
completa no serviço abaixo). A bilheteria oficial está instalada no Rio
de Janeiro no Citibank Hall
(aberta diariamente, de 12 às 24 horas). A partir do dia 31 de março,
também no Rio Arena (diariamente das 10 às 18 h); e em São Paulo nas
bilheterias da Avenida Francisco Matarazzo do Estádio do Palmeiras -
Parque Antártica (diariamente das 10 às 18h).
AS ATRAÇÕES
O cantor e compositor britânico Rod
Stewart
já faz parte da história da música com hits clássicos como
“Maggie May”, “Tonights the Night” e “Do Ya Think I´m Sexy”. Dono de uma
marca registrada inconfundível, a voz rouca e áspera, Stewart
possui uma enorme discografia, tendo lançado nos últimos anos com enorme
sucesso a famosa coletânea The great American Songbook e o último
álbum, Still The
Same Great Rock Classics Of Our Time,
de 2006, aclamado pela crítica especializada. Stewart é
presença importante no cenário musical desde os anos 60, apresentando-se
em bandas como Jimmy Powell and The Five Dimensios, The Hoochie Coochie
Men Later Steampacket e Shotgun Express. Em 1966, passa a integrar o
Jeff Beck Group, com quem gravou três discos e, embora
tenha se tornado um dos ícones do cenário pop mundial, é considerado uma
das grandes influência do rock inglês. Stewart ainda
fez parte do The Faces, com quem gravou 7 discos. Ainda
integrante do grupo, Stewart lança seu primeiro disco
solo, An Old Raincoat Won't
Ever Let You Down, que o
impulsiona para o estrelato mundial. Recentemente, um de seus grandes
sucessos, a canção “have you ever seen the rain”, foi escolhido
como tema da personagem de Isabela Garcia na novela Paraíso
Tropical,
tornando-se uma das músicas mais pedidas e tocadas nas rádios
brasileiras em 2007. Na turnê, Stewart canta seus
grandes sucessos e hits de seu últimos disco Great Rock
Classics of Our Time.
Uma das estrelas
mais carismáticas do rock de todos os tempos, Ozzy Osbourne
vem mostrar ao público brasileiro sua turnê mundial que ele já anunciou
como sendo a sua última. Músico lendário, Ozzy idealizou o famoso
OzzFest, que já revelou bandas como System of a Down e Korn,
realizado por ele e sua mulher Sharon desde 1996. A partir de 2002,
Osbourne atingiu um novo patamar de reconhecimento mundial, ao
estrelar com a família o reality-showThe Osbournes,
lançado pela MTV e um enorme sucesso no mundo inteiro. Um dos fundadores
do célebre Black Sabbath em 69, onde ficaria até 78, Ozzy
iniciou sua carreira solo com o lançamento do álbum Blizzard of Ozz,
até hoje considerado um dos mais importantes álbuns do rock mundial,
com seus personalíssimos vocais. Em 90, ele ganhou um Grammy de
melhor música e em 93 anunciou sua aposentadoria, voltando porém aos
palcos em 95.
O Korn é uma
banda de um gênero do metal conhecido como “nu metal”. Naturais da
Califórnia, são considerados pioneiros no estilo e influência principal
de várias bandas como o Limp Bizkit, descobertos por eles. Seu primeiro
disco foi lançado em 1994 e, desde então, já venderam mais de 25
milhões de discos no mundo inteiro – são sete álbuns de estúdio
consecutivos a atingirem a platina, um álbum de compilações platinado, e
dez estréias consecutivas no Top 10 da Billboard. Além
disso já ganharam dois Grammys, em seis indicações. Seu
último disco é Untitled, de 2007.
O
Black Label Society é um dos expoentes da nova geração presentes
no festival – a banda surgiu em 1998, formada por Zakk Wylde, então
guitarrista do Ozzy Osbourne e o baterista Phil Ondich. Inicialmente se
chamavam Hell´s Kitchen, mas por não conseguirem registrar o nome,
acabaram mudando-o para Black Label Society. O primeiro disco
Sonic Brew saiu em 1999 – desde então já lançaram seis álbuns de
estúdios (o último, Shot To Hell, de 2006) além de três álbuns e dois
DVDs ao vivo.
Os paulistas assistirão também ao show de
Nando Reis
e Os Infernais. No repertório, músicas do último álbum de Nando, "Luau
MTV" (A Letra A, Espatódea e Quem vai Dizer Tchau),
além de sucessos que o cantor e compositor coleciona nesses anos:
Marvin, Do Seu Lado, Relicário,Por Onde Andei, All Star entre
outros. Um show celebrado pela crítica, já lançado em CD e DVD.
RIO DE JANEIRO - RIO
ARENA
03 de abril (quinta-feira)
OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY
Informações
sobre o show:
Abertura dos
portões:
17h
Black Label no palco:
19h30
Korn no palco:
20h45
Ozzy Osbourne no palco:
22h30
Abertura de vendas: 13/03/2008
Preços
dos ingressos:
Setores
Inteira
Meia
Pista
R$180,00
R$90,00
Arquibancada
Nível 1
R$160,00
R$80,00
Arquibancada
Nível 3
R$140,00
R$70,00
Camarotes
R$200,00
R$100,00
05 de abril (sábado)
ROD STEWART
Informações sobre o
show
Abertura dos
portões:
19h
Início do show:
22h
Abertura de vendas: 13/03/2008
Preços dos
ingressos:
Setores
Inteira
Meia
Cadeira Vip
Premium
R$500,00
R$250,00
Cadeira Vip
I
R$400,00
R$200,00
Cadeira Vip
II
R$300,00
R$150,00
Arquibancada
Nível 1
R$250,00
R$125,00
Arquibancada
Nível 3
R$200,00
R$100,00
Camarotes
R$300,00
R$150,00
Acesso ao público:
Avenida Embaixador
Abelardo Bueno, s/nº - Barra da Tijuca
Área de Deficientes
Físicos:
Área reservada no
nível 2
Classificação
etária:
- Entre 12 e 13
anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.
- Acima de 14 anos:
permitida a entrada desacompanhados
São Paulo – Parque
Antártica
04 de abril
(sexta-feira)
ROD STEWART E NANDO REIS
Informações sobre o
show:
Abertura dos
portões:
18h
Nando Reis no palco:
21h
Rod Stewart no
palco:
22h30
Abertura de vendas: 13/03/2008
Preços dos
ingressos:
CADEIRAS DE GRAMADO
Setores
Inteira
Meia
Vip Premium
R$700,00
R$350,00
Vip I
R$500,00
R$250,00
Vip II
R$500,00
R$250,00
Azul Central
R$450,00
R$225,00
Azul Lateral
R$400,00
R$200,00
Verde
Central
R$400,00
R$200,00
Verde
Lateral
R$350,00
R$175,00
Vermelho
R$300,00
R$150,00
Setor 05
R$250,00
R$125,00
Setor 06
R$220,00
R$110,00
Setor 07
R$200,00
R$100,00
Setor 08
R$180,00
R$90,00
ANEL
Setores
Inteira
Meia
Cadeira
Coberta
R$220,00
R$110,00
Cadeira
Descoberta
R$180,00
R$90,00
Cadeira
Descoberta Visa
R$200,00
R$100,00
Arquibancada
R$140,00
R$70,00
Camarotes
R$220,00
R$110,00
Cadeiras
Avulsas
R$180,00
R$90,00
05 de abril (sábado)
OZZY OSBOURNE, KORN E BLACK LABEL SOCIETY
Informações sobre o
show:
Abertura dos
portões:
16h30
Black Label no palco:
19h30
Korn no palco:
20h45
Ozzy Osbourne no palco:
22h30
Abertura de vendas: 13/03/2008
Preços dos
ingressos:
GRAMADO
Setores
Inteira
Meia
Pista Vip
R$300,00
R$150,00
Pista
R$180,00
R$90,00
ANEL
Setores
Inteira
Meia
Cadeira
Coberta
R$220,00
R$110,00
Cadeira
Descoberta
R$180,00
R$90,00
Cadeira
Descoberta Visa
R$200,00
R$100,00
Arquibancada
R$140,00
R$70,00
Camarotes
R$220,00
R$110,00
Cadeiras
Avulsas
R$180,00
R$90,00
Acesso ao público:
- PISTA - acesso pelo portão da Rua Turiassu, 1800.
- Cadeira Coberta, Descoberta e
Arquibancada – acesso pelo portão da Avenida Francisco Matarazzo,
1705.
Área
de Deficientes Físicos:
Área reservada no
gramado.
Classificação
etária:
- Entre 12 e 13
anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.
- Acima de 14 anos:
permitida a entrada desacompanhados
Pontos
de Venda Ticketmaster:
LOCAIS DE VENDA –
SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA RIO DE JANEIRO
Até 29/03 - Citibank
Hall/RJ – diariamente, das 12h às 20h - Av. Ayrton Senna, 3000 -
Shopping Via Parque - Barra da Tijuca.
A partir de 30/03 -
RIO ARENA: diariamente, das 10h às 18h - Avenida Embaixador Abelardo
Bueno, s/nº - Barra da Tijuca
LOCAIS DE VENDA –
SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA SÃO PAULO
Parque Antártica:
diariamente, das 10h às 18h (exceto em dias de jogos), nas bilheterias
da Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Pompéia.
LOCAIS DE
VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Rio de Janeiro
FNAC BarraShopping:
de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h
às 21h – Av. das Américas, 4600/ Loja B 101/114 – Barra da Tijuca – RJ.
Modern Sound:
de 2a a sexta, das 09h às 20h; sábados, das 9h às 19h – Rua
Barata Ribeiro, 502/ LJ D2-D4-D6 – Copacabana.
Saraiva Mega Store
Norte Shopping:
de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 15h
às 21h - Avenida Dom Helder Camara, 5080/ LJ 4503 - Piso S – Pilares.
Saraiva Mega Store
Rio Sul:
de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h
às 21h – Rua Lauro Miller, 116/LJ 301 – 3º Piso – Botafogo.
Posto Ipiranga
CW332:
diariamente, das 09h30 às 17h – Rua Real Grandeza, 332 / 336 – Botafogo.
Posto Ipiranga
Jockey Rio:
diariamente, das 09h30 às 17h – Av. Bartolomeu Mitre, 1361 – Gávea.
Posto Ipiranga Sol
da Lagoa:
diariamente, das 09h às 18h – Av. Epitácio Pessoa, 3666 – Lagoa.
São Paulo
Citibank Hall:
de 2ª a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h às 20h –
Av. dos Jamaris, 213 - Moema;
Teatro
Abril:2ª a
sábado, das 12h às 20h; domingo, das 14h às 20h - Av. Brigadeiro Luis
Antonio, 411 - Bela Vista - São Paulo - São Paulo.
FNAC Pinheiros:
2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h - Av.
Pedroso de Moraes, 858 – Pinheiros.
FNAC Paulista:
2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h -
Avenida Paulista, 901 ou Alameda Santos, 960 – Jardins.
FNAC Morumbi:
MorumbiShopping - de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e
feriados, das 13h às 22h.
FNAC Campinas:
de 2a a sexta, das 10h às 22h; sábado, das 10h às 22h;
domingos e feriados, das 12h às 20h - Parque Dom Pedro Shopping – Av.
Projetada Leste, 500 – Campinas.
Saraiva Mega
Store Shopping Center Iguatemi Campinas:
- de
2a a sábado, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 13h às
20h.
Saraiva Mega Store
MorumbiShopping:
de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h
às 21h.
Saraiva Mega Store
Shopping Eldorado:
de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h
às 21h.
Saraiva Mega Store
Shopping Ibirapuera:
de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h
às 21h.
Saraiva Mega Store
Shopping Center Norte:
de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h
às 21h.
Saraiva Mega Store
Shopping Anália Franco:
de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 13h
às 20h.
Saraiva Mega Store
Pátio Paulista: de 2ª a sábado, das
10h às 22h; domingos e feriados, das 13h às 21h.
Loja AM/PM Posto
Ipiranga Gravatinha:
Av. Portugal, 1756 - Bela Vista – Santo André - de 2ª a sexta-feira, das
09h às 21h; sábado, das 09h às 18 h.
Livraria Siciliano:
de 2ª a quinta, das 9h às 20h30; sexta e sábado, das 9h às 22h; domingos
e feriados, das 10h às 20h30 - Rua Cardoso de Melo, 630.
Auditório do
Ibirapuera:
de terça a domingo, das 9h às 18h - Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº -
Parque do Ibirapuera.
Brasília
FNAC Brasília:
de 2ª a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 21h -
Park Shopping - SAI/SO Área 6580.
Belo
Horizonte
Livraria Leitura:
BH Shopping - de 2a a sábado, das 10h às 22h; domingos, das
14h às 20h; Savassi - de 2ª a sexta-feira, das 08 às 20h sábado, das 09h
às 18 h – Av. Cristóvão Colombo, 167.
Chevrolet Hall:
de 2a a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h
às 20h - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 - São Pedro.
Curitiba
FNAC Curitiba:
de 2ª a sábado, das 11h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h –
ParkShopping Barigüi - Avenida Professor Pedro Parigot de Souza, 600.
Central Ticketmaster: por telefone,
entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - (11)
6846-6000 ou 0300 789 6846, das 9h às 21h - segunda a sábado. Pela
Internet: